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O Refugiado 4 [Tópico Definitivo]

descriptionO Refugiado 4 [Tópico Definitivo] - Página 2 EmptyO Refugiado-Capítulo 90

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Aviso:A história a seguir pode conter vários clichês e falta de originalidade.


O Refugiado

capítulo 90

O Julgamento

Barbieri e Maya se impressionam com o mundo de Terrabyta.

Era uma bela cidade, as rochas das ruas eram predominantemente beges, haviam várias cachoeiras e canais pelas cidade, com um pequeno sistema que fazia com que a água sempre ficasse circulando. O céu era azul, um azul um pouco mais escuro que o Terra e haviam poucas nuvens naquele dia.

“Caramba” Comentou Barbieri.

Ele tenta dar um passo para descer as escadas, mas por não estar bem acostumado a gravidade do planeta ele tropeça e cai das escadas, o que chama a atenção de várias pessoas ao redor.

“Então é esse o tal “terráqueo” ?” Perguntou Alguém da mesma raça de Antélon.

“Ele é tão colorido” Outro comentou.

“Ouvi dizer que os terráqueos ficam vermelhos quando levam tapas” Comentou um Vaxa.

Toda a multidão começa a comentar até que Fulgent aparece e abre o caminho.

“Venham comigo, vou arranjar um lugar para vocês ficarem até o julgamento ” Disse Fulgent chamando Barbieri e Maya.

Os dois os acompanham.

Algum tempo depois:

Barbieri havia pego as suas coisas e estava numa sala esperando, até que Maya entra na sala.

“Até agora não acredito que esse lugar tem um wi-fi que funciona no meu computador” Comentou Barbieri usando a internet intergaláctica.

Maya coloca os livros que ela trouxe na mesa.

“Você só trouxe livros finos” Comentou Barbieri.

“Claro que eu trouxe, tudo aqui é mais pesado. Sofri muito pra carregar isso” Respondeu Maya.

“Vamos ver o que a gente descobre pra fazer uma boa defesa ” Disse Maya abrindo o livro.

Ao abrir o livro ela se depara com a escrita local, que é incompreensível para ambos.

"Isso vai ser mais difícil do que eu pensava" Comentou Maya.

O dia do julgamento chega.

Todos haviam aparecidos no horários certo, muitos vaxas e membros da raça de Antélon estavam vendo o julgamento.

“Está certo. caso número 567 do tribunal superior da província de Burke, está aberta a o caso Aberth e Lehmer da casa Dohtem contra a família real de Terrabyta” Disse o juiz.

“Senhor Juliano Barbieri, está representando a defesa ?” Perguntou o juiz.

Barbieri responde que sim.

“Senhor Filadelfo, está representando coletivamente os interesses dos dois membros da família real ?” Perguntou o juiz.

Filadelfo responde que sim.

“Senhor Filadelfo, seu relato inicial, por favor“ O Juiz iniciou o julgamento.

“Liam Terrabyta, ou como todos o chamavam, William, era um jovem promissor, cheio de talentos e sonhos que ele corria atrás quando foi atrás do pai dele. Ele era meio rígido com os funcionários, é claro, mas era tudo por uma questão de eficiência, eficiência essa que ele queria levar para todos os lugares.” Explicou Filadelfo.

“ Se ele não tivesse morrido nas mãos daqueles dois, imaginem os avanços que ele teria levado além da mudança positiva que ele traria para o império, inclusive podendo acaabar com essa guerra fria ” Disse Filadelfo.

A menção do império afeta as pessoas ali presentes, que começam a cochichar sobre isso.

“Ordem!” Gritou o juiz enquanto batia o martelo.

Após respirar um pouco para se acalmar, Barbieri se levanta e começa a falar.

“Sei que a imagem que o promotor quer passar é de que o príncipe Antélon é alguém promissor, que poderia fazer o bem à longo prazo, mas a realidade é outra. Antélon é homem com fome de conquista que destruiu várias civilizações, matou a milhões, maltratou seus soldados e … se apropriou da minha casa e me fez prisioneiro por dias” Disse Barbieri

“Ele ia matar a todos nós se Lehmer não tivesse agido” Disse Barbieri.

“Chame a primeira testemunha” Disse o juiz.

Maya é chamada ao banco..

“Senhorita Maya Cordic, atualmente matriarca da casa Cordic. Poderia nos dizer como chegou nessa situação ? ” Perguntou Barbieri.

“Depois do Antélon destruir o meu planeta, eu passei por situações complicadas até chegar na Terra. Pouco tempo depois, enquanto eu estava explorando uma área do novo planeta achei o Aberth bastante machucado e sendo levado por um rio. Depois que ele explicou a situação e o ajudei a se preparar para enfrentar o Antélon ” Respondeu Maya.

“E o que você viu pessoalmente do Antélon ?” Perguntou Barbieri.

“Ele era um homem terrível, ele jogou uma bola de fogo em mim, tentou destruir uma cidade, quase acabou com o continente, por sorte ele não destruiu a Terra com aquela arma da nave dele. Aberth e Lehmer salvaram todo aquele mundo o parando” Respondeu Maya.

“Sem mais perguntas, meritíssimo” Terminou Barbieri.

Filadelfo levanta.

“Questionar sobre a explosão de Rigel pode ser um tiro no pé, vou tentar outra abordagem” Pensou Filadelfo enquanto se aproximava de Maya.

“Você disse que ajudou o Aberth a se preparar para derrotar Antélon. Não foi ?” Perguntou Filadelfo.

“Sim” Respondeu Maya.

“Presumo que vocês já sabiam sobre a nave poder explodir um planeta, não é ?” Questionou Filadelfo.

“Sim” Respondeu Maya.

“E mesmo assim, vocês optaram por uma vingança contra Antélon ao invés de ir atrás dessa nave, que seria uma “ameaça maior” ao planeta, não é ? “ Perguntou Filadelfo.

“Sobre isso, eu…eu…”

Antes que Maya pudesse responder, Filadelfo começa a falar.

“Isso poderia catalogar a senhorita como cúmplice do assassinato do príncipe, sabia ?” Disse Filadelfo.

“Ele quem tentou me assassinar!” Respondeu Maya indignada.

“Claro, apenas atacando um dos responsáveis por tentar assassiná-lo. Legítima defesa da parte dele” Respondeu Filadelfo.

“Tá de sacanagem ? você está manipulando a narrativa e ignorando as circunstâncias do que o Antélon fez” Gritou Maya.

“Senhorita Cordic, controle-se!” Ordenou o juiz.

Maya obedece e se acalma.

“Que pena, ela quase caiu no truque. Hora de provocar o outro” Pensou Filadelfo.

Aberth é chamado ao banco por Filadelfo.

"O que está fazendo ? vai chamar logo ele pra depor" Arthur cochichou com Filadelfo.

"Confie em mim, majestade. Eu sei o que estou fazendo,e a propósito ... pode me pagar uma ida ao dentista no fim desse dia" Respondeu Filadelfo.

"O que ?!" Arthur ficou confuso com a última fala de Filadelfo.

O promotor se aproxima de Aberth e começa as perguntas.

"Diga-me, jovem Aberth, você sempre foi uma criança alegre ?" Perguntou Filadelfo.

"Sim" Respondeu Aberth.

"Uma criança alegra, incapaz de odiar, que sofreu um triste acontecimento que foi a morte de seu planeta e de seus pais. Isso deve ter mexido muito com você ?" Perguntou Filadelfo.

"Sim, até hoje eu sinto por isso" Respondeu Aberth.

"Senhor Filadelfo vá direto ao ponto!" Disse o Juiz.

"Quero saber, qual a sua relação com aquele terráqueo ?" Perguntou Filadelfo.

Barbeiri fica alerta com isso.

"Somos amigos" Respondeu Aberth.

"Bons amigos..." Comentou Filadelfo.

"Vocês por acaso ... dormem no mesmo quarto ?" Perguntou Filadelfo.

"Só uma vez, na noite em que eu cheguei na Terra" Respondeu Aberth.

"Ele já agiu de forma "indevida" com você ? " Perguntou Filadelfo.

Maya fica confusa quanto as perguntas, mas Barbieir já entende onde Filadelfo quer chegar e se irrita.

"Bem, ele já fez alguns experimentos comigo" Respondeu Aberth.

"Experimentos ?! ele já tocou em você ? ele já te fez fazer coisas que você não queria ? tipo ... matar alguém ?" Perguntou Filadelfo.

"Agora chega" Disse Barbeiri.

Ele se irrita o bastante para se levantar, Filadelfo se prepara para receber uma agressão física do terráqueo, no entanto Maya o para segurando o ombro de Barbieri.

O terráqueo suspira.

"Eu protesto, excelência. Sou um biólogo na Terra, Aberth é o primeiro contato alienígena que eu tive, tinha que fazer uns exames mas nunca tratei o garoto de forma abusiva" Disse Barbieri, omitindo a parte em que apontou uma arma para Aberth.

"Eu preciso de um recesso" Disse Barbieri.

Pouco tempo depois, durante um pequeno recesso:

"Foi por pouco, eu quase fiz o terráqueo me golpear ali" Comentou Filadelfo.

"Insinuar abusos e manipulação ao pequeno rigeliano foi um golpe baixo, Filadelfo" Comentou Arthur.

"Tive que fazer isso, defender as ações do jovem príncipe é quase impossível" Respondeu Filadelfo.

“No entanto, por mais complicado que seja defender alguém de alto cargo do império, esses dois leigos, vindos de planetas distantes e sem o conhecimento de nosso idioma são alvos fáceis. Só preciso provocar eles mais um pouco" Disse Filadelfo.

"Sim, foi uma ideia do Arthur trazer eles dois" Comentou Elizabeth.

Barbieri e Maya estavam numa outra sala, pensando:

“Droga, a situação tá complicada, por mais que o juiz queira ficar do nosso lado, nós precisamos mostrar provas concretas de que o Antélon era uma ameaça ao planeta ” Disse Barbieri.

“O que fazer ?... o que fazer ?” Maya procurava soluções.

“Espera, a patrulha galática levou a nave do Antélon, eles podem provar algo” Respondeu Maya.

“Tem razão, eu não consigo usar a internet pelo idioma daqui, mas todos em volta podem” Disse Barbieri.

“Sim, é sua hora de confrontá-los” Disse Maya.

Pouco tempo Depois, de volta ao julgamento:

Arthur Antélon havia subido no banco.

“Senhor Antélon…”

“Prefiro ser chamado de Terrabyta” Disse Arthur.

“Vou reformular” Disse Barbieri.

“Senhor Terrabyta, você disse que seu irmão era alguém promissor no império Antélon, não é ?” Perguntou Barbieri.

“Sim” Respondeu Arthur.

“Alguém com uma posição tão alta quanto a dele deveria saber os riscos de ir num confronto e conquistar o planeta, não é ? “ Perguntou Barbieri.

“Sim, mas isso não muda o fato dele fazer parte da família real” Respondeu Arthur.

“Que também não muda o fato dele ser um militar no império. O que eu estou dizendo é que William Antélon tinha plena consciência e responsabilidade de seus atos, isso inclui o poder de destruição de planetas” Disse Barbieri.

“Eu não sou tão fluente na escrita daqui, mas vocês do juri e o juiz são, todos podem acessar as notícias do escândalo da Patrulha Galática que aconteceu alguns meses atrás na internet, escândalo esse em que Antélon esteve muito bem envolvido” Disse Barbieri.

Muitos do que estavam vendo começam a pesquisar em seus dispositivos.

“Deu ruim” Comentou Elizabeth.

“Diga-nos, Arthur. se o jovem Antélon não era responsável por tudo, quem seria, você ?” Perguntou Barbieri.

“Tentei criá-lo da melhor forma para que ele não seguisse esse caminho” Respondeu Arthur.

“Então você criou um moleque mimado que achava que poderia ter o mundo e foi tentar a sorte do império ?” Perguntou Barbieri.

“Eu colocava limites, ele é que era muito arrojado” Respondeu Arthur.

“E mesmo assim, ele acabou indo para o império apenas para saciar a sede que conquista dele, não é ? ” Perguntou Barbieri.

Arthur olha para as provas, enquanto se lembra de seu irmão pensando e agindo diferente cada vez o via depois “daquele dia”.

13 anos atrás:

“Arthur!” Chamou uma voz.

O jovem príncipe Terrabyta corria pelos corredores do castelo enquanto bagunçava tudo e assustava os empregados.

“Ele tá vindo” Pensou Arthur.

Em pouco tempo, o príncipe chega na sala onde Arthur está trabalhando enquanto fazia o máximo de barulho possível .

“Olá Arthur. O que tá fazendo ?” Perguntou o príncipe Terrabyta.


Alvo: Liam Terabyta
Idade: 8


“Liam. Estou conversando com alguns integrantes do governo, lendo algumas leis para sancionar e vendo a necessidade do uso de força militar para um confronto nas florestas” Respondeu Arthur.

“Isso parece legal” Comentou Liam.

“Isso é um serviço sério. Você não estava com a Elizabeth ?” Perguntou Arthur tentando se livrar dele.

“Ela só fala de propaganda e outros assuntos chatos” Respondeu Liam.

“Eu quero comandar as tropas” Pediu Liam.

“Isso é algo que apenas membros de alto cargo podem fazer” Respondeu Arthur.

Ele começa a mandar mensagens para líderes de tropas, Liam se atrai pela interface e mexer no teclado. Rapidamente Arthur o para.

“Não toque nisso. Quer começar uma guerra ?” Disse Arthur irritado.

“Isso não é justo. Somos filhos da mesma mãe e do mesmo pai, mas só você é rei de todo o planeta enquanto que Elizabeth e eu não. Eu quero o meu próprio reino, eu quero o meu próprio exército, eu mereço!” Exigiu Liam indignado.

“Então vai pedir a ele!” Respondeu Arthur irritado.

O Rei rapidamente cobre a boca ao perceber que falou demais.

“ Pedir a ele ?! Espera o meu pai está vivo ?” Perguntou Liam intrigado.

Arthur começa a receber notificações de mensagens e decide voltar a trabalhar.

“Depois conversamos sobre isso, esse é um assunto complicado” Disse Arthur.

Pouco tempo depois:

Liam estava andando no Jardim do palácio, pensativo sobre isso.

“O meu pai está vivo, mas quem ele poderá ser ?” Se perguntou Liam.

Ele encontra o mausoléu da família e vai até o jarra de cinzas da mãe dele.

“Mamãe, o que você fez ?” Perguntou Liam.

“Aqui Jaz a rainha Annalee Terrabyta, nossa grande redentora que morreu lutando contra Antélon” Dizia a escritura no jarra

Liam pega a jarra e observa mais de perto.

“Antélon. O Arthur e a Elizabeth sempre brigam com os empregados quando conversam com esse nome perto de mim” Pensou Liam.

O jovem príncipe começa a pensar sobre isso.

Continua ?






Artes dos fãs


Infelizmente não recebi nenhuma arte dos fãs dessa vez,mas caso queiram me enviar enviem pelo discord do fórum, mensagem privada ou pelo e-mail Omega38867950@gmail.com

descriptionO Refugiado 4 [Tópico Definitivo] - Página 2 EmptyRe: O Refugiado 4 [Tópico Definitivo]

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Aviso:A história a seguir pode conter vários clichês e falta de originalidade.



O Refugiado

Capítulo 91

Estrada para o império

Tempo atual:

“Meritíssimo, eu protesto. Ele está indiretamente responsabilizando o rei pelas ações do príncipe” Filadelfo protestou.

“Deferido” Disse o Juiz.

"Que julgamento chato, não acredito que você gosta de ver séries sobre isso na televisão, Lehmer" Reclamou Aberth para Lehmer.

“Vou reformular” Disse Barbieri.

“Depois de tudo o que você viu e ouviu sobre o seu irmão, acha mesmo que ele não seria capaz de causar mais destruição se continuasse ?” Perguntou Barbieri para Arthur.

“Eu…eu…”

Arthur olha em volta pensativo, por mais que ele quisesse seguir o plano, não adiantaria mais mentir ou fechar os olhos para que o irmão dele havia feito.

“Eu falhei com você, Liam” Pensou Arthur.

“Senhor Terrabyta, responda a pergunta” Disse Barbieri.

“Meritíssimo, eu protesto”  Disse Filadelfo.

“Negado. Com todo o respeito, Senhor Filadelfo, é simplesmente por pura curiosidade que eu permiti que esse “show” chegasse tão longe. Esperei ver algo decente para defender um “crime” cometido em outro planeta sob condições de duelo” Respondeu o juiz.

“Agora, majestade. Responda a pergunta” Disse o juiz para Arthur.

“Eu…acho ele capaz de fazer isso ” Respondeu Arthur.

“Arthur, o que está fazendo ?” Perguntou Elizabeth.

“Meu irmão agiu como um general do império e acabou correndo riscos de uma ataque a um planeta” Disse Arthur completando sua resposta.

“Tendo em vista tudo isso, o tribunal dá ganho a causa a Aberth e Lehmer Dohtem por legítima defesa. A legítima defesa é um excludente de ilicitude, portanto, ele não cometeram nenhum crime, e não recebem pena. Os rigelianos estão liberados” Sentenciou o juiz.

O martelo é batido e o julgamento acaba.

Aberth e Lehmer tem suas algemas retiradas e ambos comemoram com um abraço.

“Finalmente acabou” Comentou Lehmer.

“Quem diria que o último confronto seria num tribunal” Comentou Lehmer

“Está bem pessoal, o que acham de comemorarmos antes de voltarmos para a Terra ?” Perguntou Lehmer.

Aberth, Barbieri e Maya concordam.

“Droga, aquele garoto tá muito ferrado agora” Comentou Elizabeth enquanto apertava um lápis com raiva, ela apertava com tanta força que esmigalhou o objeto.

Barbieri percebe a raiva de Elizabeth e fica para trás enquanto seus amigos saiam do tribunal.

“Estão tão empenhados em matar o Aberth assim ?” Perguntou Barbieri.  

“Não íamos matar ele de verdade” Respondeu Elizabeth,

“Não ?!” Barbieri fica confuso com as palavras de Elizabeth .

Elizabeth empurra alguns documentos para que caiam no chão e ela disfarçadamente vai para debaixo da mesa. Barbieri logo é puxado por um fio de mana para debaixo da mesa também.

“Tínhamos um plano para fazer o garoto se livrar dos problemas com o império” Sussurrou Elizabeth.

“Tinham ?!” Disse Barbieri.

Ela cala a boca dele para que não faça muito barulho.

“O plano era o Arthur fazer um julgamento e sentenciar ambos a execução, a execução seria forjada para os veículos de imprensa para que os rigelianos pudessem sobreviver e sair por debaixo dos panos” Sussurrou Elizabeth.

Barbieri fica chocado com isso.

“Eu não entendo, por que querem forjar a morte do Aberth e do Lehmer ?” Perguntou Barbieri em voz baixa.
 
“Para que eles saíssem do radar do império Antélon” Respondeu Elizabeth.

“Ai meu Deus. Eu tenho que achá-los” Disse Barbieri.

Ele vai correndo até a porta do tribunal mas havia muitas pessoas ali perto.

“Sobre as insinuações, nada pessoal. Foi tudo parte do plano” Filadelfo se desculpou com Barbieri enquanto ia embora.  

“Como é que alguém verde não se destaca nesse monte de gente branca e purpurina ?” Pensou Barbieri enquanto procurava por Aberth, Lehmer e Maya.

Elizabeth se aproxima dele.

“Se me permite…”  

Ela ativa o olhar da providência e consegue encontrar a todos. Barbieri, Elizabeth e Arthur rapidamente os alcançam e os chamam.

“Pessoal, vocês precisam saber de algo muito importante …” Disse Barbieri.

“Droga, eles tão chegando” Percebeu Elizabeth.

Nesse momento uma nave começa a aterrissar no planeta, era uma nave do império. Lehmer reconhece a nave e fica alerta, assim como todos os que estavam, ali. A nave pousa no local adequado e dela 6 soldados saem, eles andam pelo reino enquanto procuram pela assinatura de Aberth.

“Não temam, viemos em paz” Avisou o líder deles, um oficial de alta patente.
 
Eles encontram Aberth e os outros.

“Vocês são do império ?” Perguntou Aberth desconfiado das roupas.

“Sim, e o imperador quer vê-lo urgentemente” Respondeu o oficial.

“Esse rigeliano está sob custódia do reino de Terrabyta, vocês não tem o direito de levá-lo” Disse Arthur.

“De acordo com essa notícia ele acabou de ser liberado” Disse o oficial mostrando a notícia na internet com um aparelho móvel.

“E se não quisermos entregá-lo ?” Disse Arthur irritado.

“Então eu vou ter que me explodir, junto com todo esse lugar e mais uns milhões de civis” Respondeu o Oficial.

Arthur ativa o seu sensor de mana e não sente nenhum acúmulo de energia no corpo do oficial.

“Nosso objetivo não é feri-lo, jovem rigelian populus”  Disse o Oficial.

“Tá, mas eu e Elizabeth vamos juntos” Disse Arthur.

“É claro, ele sempre gosta de ver vocês, príncipe Arthur” Respondeu o Oficial.

Todos entram na nave e decolam em direção ao planeta principal do império.

Durante a viagem:

O clima estava bastante quieto enquanto dois soldados vigiam os passageiros e os outros pilotavam a nave.

“Uma coisa que eu percebi, já que o príncipe Antélon é filho do imperador e irmão de vocês, vocês também são filhos do imperador” Aberth quebrou o silêncio mencionando esse fato intuitivo.

Arthur olha para Aberth meio inquieto.

“Que foi ? ele é padrasto ?” Perguntou Aberth.

“Ele é realmente nosso pai, a genética não me deixa mentir” Respondeu Arthur.  

“Será que ele tá muito bravo ?” Perguntou Aberth.

“Você e o seu irmão literalmente decapitaram o filho dele, vão ter sorte se sobrar algo de vocês pra enterrar” Respondeu Arthur.

“Talvez eu possa tentar falar com ele” Sugeriu Aberth.

“O meu pai é um homem de opiniões muito firmes, não acho que você vá fazê-lo mudar de ideia fácil” Respondeu Elizabeth.

“Se os quatro não quiserem ir para um campo de reeducação ou simplesmente serem apagados, eu sugiro que deixem eu falar” Disse Arthur.

Após algum tempo, a nave chega ao seu destino, Jayaci, o planeta natal da raça de Antélon. A gravidade era ligeiramente maior do que em Terrabyta, cerca de 17,4 m/s².

“Ainda bem que saímos daquele outro planeta, não estava mais aguentando aquela outra gravidade” Comentou Barbieri.

Ao dar um passo ele começa a sentir os efeitos da gravidade local e cai.  

“Finalmente chegamos” Comentou Arthur.

Enquanto isso, dentro de um palácio perto da cidadela império:

Um homem estava projetando um pequeno boneco de ventriloquismo com a aparência de Aberth.

“Imperador Antélon!” Chamou um serviçal.

“Fale” Disse o imperador.  
 
“O rigeliano evoluído Aberth Dohtem chegou” Disse Antélon.

“Ótimo!” Disse o imperador.

Ele começa a conectar fios de mana no boneco de Aberth e o faz virar a cabeça.

Do lado de fora, todos estavam na cidadela, eles andavam com certo desconforto, vários soldados daquele lugar olhavam para Aberth e Lehmer com maus olhos.

De repente, um homem de alto posto no império voa até eles.

Lehmer que carregava Maya e Barbieri a viagem inteira os coloca no chão.

“Príncipe Arthur, Princesa Elizabeth. É um prazer ter vocês dois de volta ao império”  Saudou o homem.

“Quem é ele ?” Perguntou Aberth.

“Lawton, um dos assistentes do meu pai” Respondeu Arthur.

“O imperador requer a sua presença” Disse Lawton.

“Eu vou falar com ele primeiro” Disse Arthur.

“Apenas a presença do jovem rigelian populus é requerida” Disse Lawton.

Nesse momento uma mulher de alto cargo no império aparece em alta velocidade, ela para abruptamente no ar e aterrissa devagar com um quarda-chuva estão.

“Até lá, a General Sally mostrará onde os acompanhantes dele ficarão na cidadela” Disse Lawton.

Aberth hesita, mas acaba seguindo Lawton com certa desconfiança. Enquanto isso, os outros seguem a General Sally.

“Então, Sally não é ? Poderia nos dizer quem é esse tal imperador Antélon ?” Perguntou Barbieri com educação.  

“Quem é o imperador do Antélon ?! ele é o pináculo de nossa raça, nascido com melhor genética possível e trabalhado para ser o melhor do império, ele guia todos nós para o progresso evolutivo. Os inimigos do império o olham com tremor e medo de serem apagados, mas para os filhos do império ele é um super-homem sempre nos dando segurança” Respondeu Sally.

Enquanto isso, Aberth e Lawton andavam pelo palácio, o rigeliano olhava para os lados enquanto seguia Lawton e num determinado momento ele consegue ver de relance a sala onde estavam os outros generais.

“E então, rigeliano. Foi realmente você ? quem decapitou o príncipe Liam ?” Perguntou Lawton.  
 
“Eu o derrotei, mas foi o meu irmão que deu o golpe final” Respondeu Aberth.

“Seja como for, isso não importa agora” Comentou Lawthon.

Eles chegam numa sala.

“Que ele veja algum valor para não apagar os seus genes” Disse Lawthon.

Ele fecha a porta da sala, o que assusta Aberth.

“Ei, pera aí” Disse Aberth enquanto tentava abrir a porta.

“Me tira daqui!” Gritou Aberth querendo sair.

“Aberth Dohtem ?” Chamou uma voz que estava na sala.

O jovem rigeliano sente uma poderosa e intimidante aura naquela sala e se vira com receio do desconhecido.

“É um prazer te conhecer” Disse a pessoa que estava na sala.

Era ele, o Imperador Antélon. Era era alto, mais alto que qualquer um dos seus filhos, parecia beirar aos 2,20 metros. Seus cabelo era branco, mas não branco por estar envelhecido, o cabelo dele era branco naturalmente. Apesar de ser pai de 3 adultos ele não parecia um idoso, conseguindo se manter no padrão de beleza da juventude. E como esperado, ele parecia forte, mesmo com a roupa real, Aberth conseguia perceber os músculos de Antélon.

“Você é o imperador ?” Perguntou Aberth impressionado.

“Sim” Respondeu o imperador Antélon.

Alvo: Nicolau Antélon
Altura: 218 centímetros
Idade: 64 anos
Nível de poder: 920.000

“Vamos falar de negócios…” Disse o Nicolau Antélon.

Continua ?






Artes dos fãs


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descriptionO Refugiado 4 [Tópico Definitivo] - Página 2 EmptyO Refugiado-Desenho natalino

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Boa véspera de natal para todos, pessoal. Pensei em fazer um desenho da obra relacionado ao tema para um evento natalino do fórum, mas como essa parte do evento ainda não chegou e eu não quero perder o clima natalino, decidi postar agora.

O Refugiado 4 [Tópico Definitivo] - Página 2 FtMmNZM

No contexto do desenho, o príncipe Antélon, pesquisando sobre a cultura da Terra, acaba sabendo do Natal e tenta improvisar cortando uma árvore da floresta e usando os discos de Mathurine. Ele também pega um selo especial na nave para que o prisioneiro, Lehmer possa usar seus poderes mágicos elétricos num nível que consiga ligar as luzes e não seja perigoso para eles. Por fim, Antélon jogou uma bola de fogo acima da árvore por se parecer visualmente com uma estrela.  

Busquei  fazer algo diferente do clássico "protagonista e amigos com gorrinho e árvore de natal"



Link para a postagem não ficar no limbo: https://imgur.com/a/RuZ21Qg

descriptionO Refugiado 4 [Tópico Definitivo] - Página 2 EmptyO Refugiado-Capítulo 92

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1- Gostaria de agradecer pelos +1235 vistos, obrigado pessoal.

2-Desejo um bom ano novo a vocês, que 2024 seja melhor que 2023.





Aviso:A história a seguir pode conter vários clichês e falta de originalidade.


O Refugiado

Capítulo 92

De frente com o imperador

Aberth estava de frente com ele, o imperador Antélon.

O Refugiado 4 [Tópico Definitivo] - Página 2 UY2Zrr0

“Você é muito alto” Foi a única coisa que Aberth conseguiu comentou diante daquela figura. Apesar da situação, comentou como qualquer criança comentaria.

“Será, ou será que você é muito baixo ?” Respondeu o imperador com outra pergunta.

“Francamente para uma pessoa da sua altura … quantos anos você tem ? 14? 15?” Perguntou o imperador Antélon.

“Tenho 11” Respondeu Aberth.

“Não está tão ruim assim” Comentou o Nicolau Antélon.

O imperador começa a andar pela sala de forma tranquila e com um bom humor enquanto que Aberth continuava alerta para um possível ataque.

Antélon desaparece com sua velocidade, o que impressiona Aberth. Quando o rigeliano percebe o imperador já estava atrás dele.

“O que você quer ?” Perguntou Aberth.

“Como eu disse, vamos falar de negócios” Respondeu Antélon.

Ele coloca as mãos nos ombros de Aberth.

“Me diga, Aberth. Você já se sentiu um “diferente” ?” Perguntou Antélon.

“Como assim “diferente” ?” Perguntou Aberth com dúvidas.

“Diferente no sentido de se sentir deslocado, de fazer tudo o que os outros fazem de maneira mais fácil, ser mais rápido, mais forte do que os outros e às vezes sofrer represálias por isso” Explicou Antélon.

Aberth começa a pensar nisso, ele sempre foi um dos que mais se destacavam em suas aulas para ser um sentinela e mesmo assim nunca conseguiu fazer amizade com todos, ele também se lembra do episódio dos cogumelos.

“Eu sei como é esse sentimento, Aberth, mas saiba que um dia você vai olhar num espelho e pensar... “Não, o problema não sou eu que sou muito forte, e sim de todos os outros que são muito fracos”” Disse Antélon.

Ele tira as mãos dos ombros de Aberth e vai até uma mesa pegar uma bebida, Antélon pega um dos copos com bastante força, como se estivesse se segurando ao máximo para não quebrá-lo. Em seguida ele serve a bebida para dois copos.

“Quer um copo ?” Perguntou Antélon.

Aberth hesita em beber.

“Claro, por que você confiaria em mim ?” Disse Imperador Antélon num tom sarcástico.

Ele bebe um gole dos dois copos e entrega um a Aberth.

“Aqui no império, é o lugar para os fortes e quero você nele” Disse o imperador.

Enquanto isso:

Sally leva Barbieri, Lehmer e Maya até os aposentos deles, era um quarto pequeno mas com camas e o suficiente para todos.

“Geralmente as tropas ficam na cidadela, mas decidimos abrir uma exceção para vocês ficarem no palácio” Disse Sally.

“Tanto faz, vou para o meu quarto” Elizabeth mentiu, querendo um motivo para ficar sozinha.

“Espera, você vai sair sozinha ?” Perguntou Sally surpresa.

“Sim, é meu palácio, conheço esse lugar. Passei minha infância aqui” Respondeu Elizabeth enquanto se afastava.

Arthur começa a ficar desconfiado e interrompe.

“E quanto ao meu quarto ?” Perguntou Arthur.

“O imperador deixou do mesmo jeito de quando você saiu” Respondeu Sally.

Ela guia todos até o quarto de Arthur, era um quarto grande, com os vários luxos de um príncipe. Barbieri, Lehmer e Maya estavam maravilhados com o que viam.

“A propósito… bem vindo de volta” Disse Sally para Arthur.

Ele entra no quarto e percebe que estava tudo em mais perfeita ordem.

“Pode trazer as coisas deles para cá ?” Perguntou Arthur.

“Espera, eles vão ficar com você ?!” Disse Sally surpresa.

“Sim e vocês vão permitir … a menos que vocês tenham segundas intenções com eles como vigiá-los para poder raptá-los de noite, não ?” Arthur foi direto com Sally.

Ela olha meio sem graça mas concorda.

“Sim, vamos permitir isso” Respondeu Sally.

Em paralelo a isso, Elizabeth anda pelo palácio e acaba ouvindo algo abafado atrás da porta, ela momentaneamente ativa o olhar da providência e percebe que seu pai e Aberth estavam atrás daquela porta. Sabendo disso, ela passa alguns fios de mana por debaixo da porta e consegue ouvir um pouco da conversa.

“Aqui no império, é o lugar para os fortes e quero você nele” Disse o imperador.

Elizabeth ouve isso e fica tentada a continuar.

“Então … não está zangado por eu ter ajudado a matar o seu filho ?” Perguntou Aberth.

O imperador solta um riso.

“O garoto era fraco, cometia vários erros. Você pode substituí-lo e fazer melhor do que ele agora” Respondeu o imperador.

Elizabeth fica chocada ao ouvir o seu pai falar assim de seu irmão.

“Eu não quero fazer parte do império” Disse Aberth.

“E por que não ? você tem potencial garoto, e as crianças são a fonte do progresso” Perguntou o imperador Antélon.

“Vocês destruíram o meu planeta” Respondeu Aberth.

O rigeliano bebe um gole do suco.

“Sobre isso, fatalidades acontecem, mas nós salvamos o máximo que conseguimos dos rigelianos, aqui eles serão felizes e não sofrerão com a difícil opressão do seu mundo extremo” Respondeu o imperador Antélon.

Ele bebe um gole do suco após respondeu Aberth.

“Mas a gravidade aqui é maior que a de Rigel, pessoas vão sofrer com isso” Questionou Aberth ao lembrar do efeito da gravidade aumentada em Barbieri e Maya.

Aberth bebe mais um gole.

“Pessoas vão sofrer a toda hora, mas os fortes prevalecerão. Aqui no império pensamos no coletivo e damos a todos direitos iguais para começar” Disse o imperador Antélon.

O imperador toma mais um gole de sua bebida.

“Telbol me disse que as pessoas como ele tem uma vida difícil aqui” Respondeu Aberth, que bebe mais um gole após falar.

“Em tempos antigos, bebês considerados “imperfeitos” eram sacrificados em prol do coletivo e também para que não sofram. Pessoas como ele podem ter uma vida difícil em qualquer lugar, mas aqui, no império, somos mais transparentes quanto a isso e damos assistência para as famílias se prepararem” Respondeu o Imperador Antélon.

O imperador bebe mais um gole e termina o seu copo.

“A sociedade é como a natureza, Aberth. Os mais forte, os mais inteligentes, e aqueles que tem atributos realmente especiais se destacam, em poucas palavras é sobrevivência da melhor genética” Explicou o Imperador Antélon.

“É tudo uma questão de genética e esforço” Disse o imperador Antélon.

Aberth tenta beber mas percebe que o seu copo estava vazio.

“Você ainda está desconfiado, mas não se preocupe. Amanhã mostrarei para você sobre como o império funciona. Até lá, preparamos acomodações para você e seus amigos” Disse o imperador Antélon.

Nesse momento Elizabeth para de ouvir e se afasta do lugar.

“Tenho um quarto no andar acima para você” Disse o imperador abrindo a porta.

Ele começa a andar pelos corredores enquanto Aberth o segue. Num determinado momento, Nicolau Antélon para.

“ Lawthon, se importa de parar de seguir o garoto, senti o seu o cheiro de longe” Disse o imperador Antélon.

“Com todo o respeito, imperador. Ficar de costas assim para um inimigo não é a opção mais segura, e se ele ... for um rebelde ?” Questionou Lawthon.

O assistente do imperador estava os seguindo.

“É claro que não é, preciso mostrar ao garoto que eu sou confiável, além do mais quais as chances dele me atacar assim de cara, no meu palácio, no meio do meu império e sair impune ?” Respondeu o imperador.

Lawthon se afasta e vai embora.

“Não o julgue, Aberth. Ele é um espião e assassino treinado, está sempre alerta, ainda mais considerando o que você fez” Comentou o imperador para Aberth.

“O que são os rebeldes ?” Perguntou Aberth.

“São vermes retrógrados, vivem sendo contra o progresso e contra a democracia, são literalmente terroristas” Respondeu Nicolau Antélon.

“Mas você não precisa se preocupar com isso ainda, eles não sabem que você está aqui no império” Respondeu o imperador.

“Eu ainda não entendi o que vocês querem comigo“ Aberth levantou sua dúvida.

“Queremos alguém com vontade, curiosidade, alguém para nos guiar e nos ensinar enquanto aprende. O seu incremento celular é bastante útil para o império” Disse Nicolau.

O imperador chega com Aberth em uma porta.

“E aqui está o seu quarto, Aberth. Fique à vontade, pode contar as tomadas, pegar algo para comer na cozinha e explorar todo o andar. Só não durma tarde e escove bem os dentes. Qualquer dúvida sobre um quadro ou um objeto importante trate de me chamar” Disse Nicolau Antélon entregando um pequeno botão para Aberth.

Antes de sair, o imperador diz uma última coisa a Aberth.

“E lembre-se, é parte da família Antélon, evolua, e trate de nos acompanhar” Disse Nicolau Antélon.

Ele deixa Aberth.

Ao abrir a porta do quarto, o rigeliano se depara com Elizabeth deitada na cama e olhando para o teto.

“Esse era o quarto dele, sabia? esse era o quarto do meu irmão” Comentou Elizabeth num tom melancólico.

“E então você conheceu ele. O que achou ?” Perguntou Elizabeth.

“Acho que agora sei o motivo de vocês serem tão altos” Respondeu Aberth.

Eles começam a andar pelos corredores enquanto conversam.

“É a genética, me disseram que eu era um bebê tão grande que os médicos se confundiram e acharam que eu tinha um irmão gêmeo, acredita ?” Perguntou Elizabeth.

“Sim” Respondeu Aberth.

“Esse palácio é muito grande, parece bem divertido morar aqui” Comentou Aberth.

“É claro que é. Me divertia muito aqui, quando eu não era arrastada para os treinamentos chatos com o meu pai” Respondeu Elizabeth.

“Treinamentos chatos ?! ele fez vocês dois ficarem tão fortes assim ?” Perguntou Aberth.

“Sim, ele sempre gosta de extrapolar os limites e normalizar. Na infância eu sempre era mais distraída, dei muito duro pra me superar, diferente do meu irmão, ele era a criança mais forte do mundo quando na época” Disse Elizabeth.

Ela ativa o olhar da providência e percebe que alguns soldados, juntamente com sensores estavam observando Aberth de longe, fora do palácio. Eles estavam alertas para caso o nível de poder de Aberth tenha algum pico.

"Algum problema ?" Perguntou Aberth, preocupado por Elizabeth usar a sua habilidade.

"Nenhum problema. Eu só queria ver se tinha algum inseto dentro do banheiro" Elizabeth mentiu para que Aberth não se preocupasse e elevasse muito o poder.

Após isso, ela se aproxima de Aberth e diz de forma séria.

“Não importa o que aconteça, não deixe o meu pai entrar na sua cabeça ,Aberth” Disse Elizabeth.

“Tenho que ir. Fale com o Arthur, ele está nesse mesmo andar, virando o corredor à esquerda” Disse Elizabeth indo embora.

Aberth vira o corredor e encontra Arthur esperando por ele.

“Olá Aberth” Disse Arthur.

“Onde estão os meus amigos ?” Perguntou Aberth.

“Eles estão bem, vão dormir perto de mim” Disse Arthur.

“Venha comigo” Disse Arthur.

Eles entram dentro de uma sala vazia no palácio.

Enquanto isso do lado de fora do palácio:

"Droga, perdi a assinatura do rigeliano" Comentou um dos soldados que vigiava Aberth.

"Também não consigo sentir o mana dele, devemos alertar ao imperador ?" Perguntou outro soldado.

"Não é necessário, vi o rigeliano entrando "naquela sala" com o príncipe Arthur" Disse um outro soldados que estava mirando em Aberth com uma arma de precisão.

""Aquela sala" bagunça os sensores de todo mundo" Reclamou o primeiro soldado.

De volta ao palácio:

Ao entrar na sala, uma esfera de plasma conectada a toda a sala é ativada e o cabelo de Aberth e Arthur começa a flutuar.

“Nossa!” Apesar de um pequeno choque inicial, Aberth se impressionou com aquela sala e começou concentrar energia elétrica para não sofrer os efeitos.

“Costumava usar essa sala para treinar meus poderes elétricos” Explicou Arthur.

“Esse … é o lugar que eu tenho mais privacidade aqui” Comentou Arthur.

Ele e Aberth se sentam.

“E então, falou com meu pai. Como foi ?i” Disse Athur.

“ Ele parece um cara bem focado em …”

“Genética!” Antes que Aberth termine, Arthur completa a frase.

“Sempre sinalizando virtude na em sua busca pelo progresso e evolução” Comentou Arthur.

“Ele é tão extremo assim ?” Perguntou Aberth.

“Lembro da vez que eu trouxe a minha primeira namorada para ele conhecer, ele falou tanto que a coitada saiu correndo do palácio e tropeçou” Respondeu Arthur.

“Para se criar um poderoso Antélon, não basta uma boa genética de apenas um lado, a pretendente não pode ser uma zero à esquerda, sempre deve adicionar algo, como algum novo conhecimento e truque ou potencializar os genes da família” Explicou Arthur.

“Se a pretendente entrar na família vai ser constantemente pressionada além de estar na mira dos nossos inimigos” Explicou Arthur.

“E mesmo assim, cerca de 120 pretendentes se voluntariaram para o meu pai” Comentou Arthur.

“Do jeito que você fala parecia uma vida bem chata, por que alguém se voluntaria pra isso ?” Questionou Aberth.

“Quando se está na família real, você ganha várias “vantagens” no governo da igualdade” Respondeu Arthur.

“É a pura ganância mortal, se deixaram levar para o lado social de querer o melhor status e pelo lado biológico de querer a melhor genética. Hipergamia, como dizem” Explicou Arthur.

“Isso inclui a sua mãe ?” Perguntou Aberth de forma inocente.

Arthur olha para Aberth afetado pela pergunta e o rigeliano tenta desconversar.

“O casamento dos meus pais foi arranjado pelo meus avós, nenhum deles escolheu o outro” Respondeu Arthur.

O príncipe do império Antélon boceja e se levanta.

“Já está bem tarde, recomendo que você vá dormir” Disse Arthur desligando o globo de plasma para que cada um siga o seu caminho.

Arthur anda pelos corredores do palácio, até achar um pequeno memorial com as cinzas de sua mãe. O príncipe o encarou por algum tempo antes de ir dormir.

Enquanto isso, Aberth vai para o quarto que não conseguiu entrar antes.

Ele dá uma boa olhada no quarto, era o quarto do príncipe Antélon. O rigeliano percebe que há uma armadura no suporte naquele quarto e para pra observar.

“Odeio o Antélon, mas tenho que admitir… essa armadura que ele usa é muito legal” Comentou Aberth sobre a armadura.

No dia seguinte:

Um novo dia nasce no império, Elizabeth leva Aberth e os outros para comerem algo nas cantinas da cidadela enquanto que Arthur decide ficar no palácio.

O príncipe rapidamente vasculha o seu quarto para garantir que não tenha alguma câmera ou armadilha do império escondida, surpreendentemente, ele nunca encontrou algo assim do império no seu quarto. Sem mais o que fazer e com fome, ele cria coragem para tomar café da manhã com o seu pai.

Arthur chega na sala de jantar e se senta, a mesa do imperador estava com dois pratos com uma refeição nutritiva e balanceada.

“Bom dia, filho” Disse o imperador Antélon da forma mais tranquila possível.

“Bom dia, pai” Disse Arthur num tom sério, olhando para o imperador extremamente indignado.

Continua ?


Fiz mais um desenho, dessa vez o imperador Antélon. Pessoalmente não gostei tanto do resultado final mas sinto que consegui passar todos os detalhes importantes no desenho.


Link para a postagem não ficar no limbo: https://imgur.com/gallery/P3u55B4





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Aviso:A história a seguir pode conter vários clichês e falta de originalidade.


O Refugiado

capítulo 92.5

Banãonas

Todos estavam no refeitório comendo, exceto Barbieri que estava de cabeça baixa e sofrendo por causa da fome.

“Qual o problema Barbieri, por que não come ?” Perguntou Aberth.

“Estou num planeta alienígena, Aberth. Não posso sair comendo nada sem fazer testes antes” Respondeu Barbieri.

“E por que você não come a comida que você trouxe junto com as suas coisas ?” perguntou Lehmer.

“Minhas coisas estão na minha mochila, que está no planeta Terrabyta” Respondeu Barbieri.

“Caramba, que azar, mas olha pelo lado bom, pelo menos você ainda tem os remédios para os ossos” Disse Lehmer.

Nesse momento, um cientista do império passa por eles e tem a sua atenção captada por Barbieri.

“Então é esse é o terráqueo que eu ouvi falar ?” Disse o cientista.

“Se importam de eu fazer uns testes com ele ? ” Perguntou o cientista aos rigelianos.

“Sempre quis ver um de perto” O cientista esticou sua mão para tocar em Barbieri e poder ver o rosto dele.

Rapidamente Aberth segura a mão do cientista antes dele tocar em Barbieri.

“Eu vou te dar um tiro” Aberth ameaçou o cientista caso ele tentasse algo com Barbieri.

“Quem brinca com choque, acaba eletrocutado. A propósito, sabe de algo que eu possa comer que não vá envenenar meu organismo ou me fazer vomitar ?” Perguntou Barbieri.

“Conseguimos replicar perfeitamente a comida de seu mundo, conheça as “banãonas”” Respondeu o cientistas mostrando uma banana para Barbieri.

“O nome certa é “banana” e é melhor me empanturrar disso do que nada” Disse Barbieri.

Após comer um pouco ele começa a pensar sobre isso.

“Espera, bananas da terra aqui ?! esses caras definitivamente e já estiveram na Terra” Pensou Barbieri.

“... mas… se eles já estiveram na Terra antes, por que não a conquistaram ?” Barbieri estava suspeitando enquanto comia várias bananas na mesa.

“A Urtiga Amarela teve muito trabalho apenas para lidar com Aberth, Wisteria também não parece que conseguiria algo assim, além disso, ambas as organizações parecem não conhecer o império Antélon …” Pensou Barbieri.

“Alguma coisa ou alguém espantou o império do planeta Terra, ao ponto de fazer eles marcarem o planeta em uma lista negra” Barbieri continuava pensando sobre isso enquanto abria outra banana.

Nesse momento ele se lembra das palavras de Toffoli enquanto enfrentavam as Wisteria.

"Não, os que ia chamar são bem mais perigosos do que esses aí"

“Seja quem for, são mais perigosos do que a Wisteria e a Urtiga Amarela. Só espero que estejam do lado da humanidade” Barbieri torceu para que essas misteriosas pessoas sejam boas e estejam protegendo a Terra.

Continua ?




Artes dos fãs

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O Refugiado

Capítulo 93

Um dia no império

O imperador Antélon se alimenta tranquilamente enquanto o seu filho o encarava com raiva.

“E então, Arthur. Sabe o que houve com a sua irmã ? nem vi ela hoje, sinto que ela está me evitando ” Perguntou Nicolau Antélon.

“E isso importa ? afinal, ela é fraca, ela comete erros. Alguém certamente poderia substituí-la e comer melhor do que ela neste café da manhã” Respondeu Arthur afrontando o imperador.

“Ah, vocês ouviram aquilo” Comentou o imperador Antélon.

“... Eu não estava falando sério” Respondeu o imperador.

“É mesmo, é? “ Respondeu Arthur num tom debochado.

“Eu amo de verdade o seu irmão, Arthur. Não tem ninguém no mundo que gostaria de cobrar a vingança pela morte dele mais do que eu. Matar aquele rigeliano agora poderia me trazer uma satisfação temporária, mas deixá-lo vivo poderá significar anos de avanço para o império. Como líder, eu tenho que tomar decisões difíceis.” Explicou o Imperador Antélon.

“Sabe como é ?” Perguntou o Imperador.

“Sim, eu tenho que fazer minhas obrigações de rei e ficar de olho nos ministros” Respondeu Arthur.

“Se não é por vingança, então por que está tão obcecado na busca daquele rigeliano, pai ?” Perguntou Arthur.

“Simplesmente, o incremento celular dele. Você sabe que desde que aconteceu “aquele atentado" eu não tenho estado em minhas plenas condições, não quero morrer antes de ver os resultados no império ” Respondeu o imperador Antélon.

“E quem sabe ... se você agir mais igual a mim poderá fazer o seu governo ser tão temido quanto o império” Respondeu o Imperador Antélon.

Arthur se irrita.

“Agir igual a você ?! Você, que usa as cinzas da minha mãe como um troféu” Respondeu Arthur indignado.

“Eu uso aquelas cinzas como um aviso, um aviso de que ninguém deve fazer o que ela fez com o império” Respondeu o imperador Antélon.

"E além do mais, foi o seu irmão que pediu um memorial" Comentou o imperador.

“Será que dá pra parar de falar do império ?” Perguntou Arthur, que já estava de saco cheio.

A sala fica em silêncio por alguns segundos até o imperador mudar de assunto.

“E então… onde estão meus netos ?” Perguntou o imperador Antélon.

Arthur põe a mão no rosto sem paciência.

“O que ? A linhagem Antélon precisa continuar, se não for por você vai ter que ser por sua irmã”  Respondeu o imperador.

“Meu objetivo é superar o império, e só depois, eu penso em filhos” Respondeu Arthur.

“E você ainda disse pra parar de falar do império” Comentou o imperador Antélon.

“Chega, eu vou comer algo na cidadela” Arthur se levantou furioso e saiu da sala.

Ao chegar num refeitório da cidadela, Arthur escolhe o que vai comer e decide ir até a mesa onde estavam os outros, mas ele tem uma surpresa, a mesa já estava cheia.

“Poxa, que pena, irmão, eu … acho que você vai ter que se sentar em outro lugar” Comentou Elizabeth.

Arthur anda pelo refeitório até se sentar numa mesa e soltar um suspiro.

“Aqui estamos nós de novo, generais” Comentou Arthur.

Ele estava sentado na mesa onde estavam os 10 generais do império.

Alvo: Python
Nível de poder: 132.000

Alvo: Spaz
Nível de poder: 134.000

Alvo: Drago
Nível de poder: 144.000

Alvo: Sally
Nível de poder: 159.000

Alvo: Kolli
Nível de poder: 168.000

Alvo: Mustang
Nível de poder: 171.000

Alvo: Fal  
Nível de poder: 201.000

Alvo: Laf
Nível de poder: 204.000

Fal e Laf eram irmãos gêmeos univitelinos.

Alvo: Galil
Nível de poder: 230.000

Alvo: Olympia
Nível de poder: 375.000
 

Os 10 membros de alto cargo do império o encaram por um tempo, no entanto Arthur só ignora e começa a comer de forma calma e despreocupada.

“E então, Arthur… Ouvimos dizer que foi você que conseguiu conter aquele garoto” Comentou Galil, se referindo a Aberth.

Ao terminar de perguntar ele começa a beber água. Diferente dos outros, Galil fazia questão de beber água criada pelo seu próprio mana em sua garrafa térmica personalizada.

“Sim, minha irmã me ajudou” Respondeu Arthur.

“Não vou mentir, mesmo tendo feito aquilo para proteger o garoto de vocês, eu realmente gostei de eletrocutar ele” Arthur desabafou de forma sincera.

Os generais não se impressionam e nem repreendem Arthur pela suposta contradição.

“Hum, eu nem sei por que devemos deixar esse rigeliano tão a vontade” Comentou um oficial de alta patente que estava na mesa mais ao fundo.

“É a vontade do imperador, Winter, não devemos questionar” Respondeu Olympia.

"Francamente, general Olympia. Ele matou o príncipe William. Tem ideia da dívida que ele fez com o império ?" Respondeu Winter.

“Não matou, ou pelo menos não deu o último golpe” Respondeu Galil.

“Conheço o olhar de um assassino, e posso dizer que aquele garoto nunca assassinou alguém na vida” Comentou Galil.

“E então qual a aposta de vocês ?” Perguntou Spaz.

“Talvez a boba da corte ?” Sugeriu Python.

“Mathurine ?! eles sempre andavam juntos, duvido muito que tenha sido ela” Comentou Spaz.

“Ela chegou aqui com dois dedos cortados, o príncipe poderia fazer isso, além do mais ela desapareceu há algum tempo” Argumentou Sally.

“O mais provável é que tenha sido como foi dito no julgamento, o outro rigeliano mais velho o decapitou” Comentou Olympia.  

“Eu sei, mas é que um colega meu conseguiu uma evidência ontem e eu ouvi boatos. Talvez ele seja … um rebelde” Winter avisou para todos na mesa de forma discreta.  

A menção sobre os rebeldes chama a atenção de todos os generais e Arthur.

“Parece mentira” Respondeu Kolli.

“Mas e se for verdade ?”Fal retrucou esse último.

“Mas e se não for ?” Laf questionou o seu irmão gêmeo.

“Mas não é” Respondeu Kolli.  

“É verdade, eu juro” Afirmou Winter.

“É mentira, não acreditem nele” Disse Olympia.

“Então é mentira ?” Mustang já estava confuso com a situação.

“Ninguém tem certeza ainda” Respondeu Fal.

“Ok, eu vou confiar mas só dessa vez, em …”  Drago decidiu acreditar na possibilidade do rigeliano ser um rebelde e ficar alerta.

“Para de mentir, mano” Respondeu Spaz.

“Impossível ser verdade” Respondeu Olympia.

“Parece verídico, porém tenho minhas dúvidas”  Respondeu Python.

“Talvez seja verdade, mas ainda precisa ser confirmado” Comentou Galil.

“Mas ainda há possibilidade” Respondeu Sally.

“Sei não, hein” Comentou Arthur ao ver toda a discussão.

Eventualmente o bate-boca cessa e todos continuam a sua refeição matinal, exceto Arthur, que chama Galil de forma discreta para perguntar sobre Drago e Kolli.

“Quem são os novos rostos, Galil ?” Perguntou Arthur.

“São os novos generais, Drago está substituindo o Mafas, e o Kolli … está substituindo o seu irmão William” Respondeu Galil.

“Então o Mafas também morreu ?! que pena” Lamentou Arthur.

“Sim, mesmo nos conhecendo a bastante tempo, temos que estar preparando para perdas repentinas assim” Respondeu Galil.        

“Não teríamos tantas baixas se você atuasse conosco” Comentou Sally.

“De novo isso ?” Perguntou Arthur incomodado.

“O seu pai pode ter decisões que fazem que nos fazem revirar os olhos, mas os resultados estão aí. Temos uma economia estável” Disse Fal.

“A que custo ? Vocês precisam invadir planetas e de trabalho forçado para sustentar o império” Questionou Arthur.

“Preferimos o termo “Colonizar”” Respondeu Fal.
 
“É mesmo, é ? quantas vidas vocês “arruinaram” ?” Perguntou Arthur.

Fal pensa em responder, questionando Arthur como um líder militar também, mas o príncipe fala antes.

“E eu não estou falando em campo de guerra, falo das vozes que vocês calaram” Disse Arthur, especificando a pergunta.

A maior parte dos generais começa a ficar pensativo sobre isso. Galil começa a encarar sua garrafa lembrando de coisas que aconteceram no passado.  

“Olha, eu não vou brigar por isso. Não vou mudar o que vocês acreditam, só tentem não serem monstros” Disse Arthur.

“Às vezes, para vencer de monstros devemos nos tornar monstros” Respondeu Olympia.

“Os rebeldes jogam sujo Arthur, não podemos ser brandos com eles. Você, como príncipe do império, que corre um risco maior do que nós de estar na mira deles, deveria saber disso” Disse Olympia.

Algum tempo depois:

Aberth, Lehmer, Maya e Barbieri sobem num veículo local para fazer uma excursão pela capital do império. Arthur e Elizabeth fazem questão de ir e também embarcam.

“Nossa guia está demorando um pouco, alguma ideia do que ela pode estar fazendo ?” Perguntou Lehmer.

“Sim, tenho uma ideia bem acertada” Respondeu Arthur.

Enquanto isso, numa sala:

O imperador Antélon estava dando ordens para Sally e uma outra mulher, uma dona de uma agência de influência bastante útil para o império.

“O rigeliano ainda recebe muitos maus olhares pelo que fez com o meu filho” Comentou o imperador Antélon.

“Devo estar pronta para alguma ofensiva, imperador ?” Perguntou Sally.    
 
“Não, Sally, apenas siga o caminho que eu indiquei” Respondeu o Imperador.

“Quanto a você, Lydia, vamos precisar de um pouco de influência social, quero que você pegue todas as informações e avise a sua agência de influenciadores. O objetivo é mudar a forma que as pessoas veem o rigeliano por hora” Ordenou o imperador à Lydia.  

Sally saiu da sala em alta velocidade para chegar até o veículo em poucos segundos.

“Estão todos aqui ? Bom, eu vou guiar vocês e apresentar o império” Disse Sally.

Ela começa a excursão, levando todos a vários pontos turísticos da capital. Sempre passando pelo caminho planejado.

“Vocês tem muitas estátuas do imperador. Veem ele como uma figura divina ou algo assim ?” Comentou Barbieri num tom de questionamento.  
 
“Não exatamente, humano. Vemos o imperador como um líder, uma figura a qual devemos nos inspirar, e  nos esforçar para chegar no mesmo nível, pelo bem do império. Se o imperador consegue algo, então todos nós também devemos conseguir” Respondeu Sally.

“E por falar nisso…” Disse a general.

Eles passam na frente de alguns templos religiosos.

“O que é aquilo ?” Perguntou Barbieri.

“É um templo para orações. Temos vários, de várias crenças diferentes “ Respondeu Sally.

“O império gosta de trabalhar de forma multicultural. inclusive com os costumes rigelianos” Explicou Sally.

“Uau! Sério ?” Aberth ficou animado com isso.

“Claro. Falando nisso, estamos indo para um lugar familiar à vocês” Disse Sally.

Eles estavam saindo de um bairro neutro e indo para um “bairro rigeliano”.

No planeta natal do império e em suas colônias existem bairros temáticos onde os tem uma maior concentração de certas raças e suas culturas, e bairros “neutros”, onde as populações são mais diversificadas.

A excursão começa a mudar de bairro e a estética das casas começa a mudar, o que conforta um pouco os rigelianos.

"Essas ruas parecem bem limpas" Percebeu Maya.

“Para que todos obedeçam as grandes leis, devemos obedecer as pequenas” Comentou Sally.

Nesse momento Arthur usa os seus poderes elétricos e desliga o carro, fazendo-o parar no sinal vermelho.

"Por que  fez isso ?"  Perguntou Sally.

"As pequenas leis, isso inclui até os membros de alto escalão como vocês " Respondeu Arthur sobre as leis de trânsito.

"Eu já ia parar" Respondeu Sally.

Enquanto ambos discutem, Aberth olha para o lado e percebe um rosto familiar, era a sua tia. Ela estava plantando uma árvore.

Continua ?          


Aqui estou eu trazendo mais um desenho, dessa vez eu desenhei o esquadrão classe S  (da esquerda pra direita, Rocamo, Mountblanc, Pentel e Bic)

O Refugiado 4 [Tópico Definitivo] - Página 2 EVhXbz9

Tentei fazer o desenho aos moldes do clássico meme me and the boys (eu e os rapazes):

O Refugiado 4 [Tópico Definitivo] - Página 2 Cover1


Esse desenho é relativamente antigo, fiz ele antes da obra voltar do hiato.

Minhas considerações finais: poderia ter ficado pior mas ainda preciso me esforçar mais pra desenhar

Link para a postagem não ficar no limbo: https://imgur.com/gallery/J1AqFyR




Artes dos fãs

Infelizmente não recebi nenhuma arte dos fãs dessa vez,mas caso queiram me enviar enviem pelo discord do fórum, mensagem privada ou pelo e-mail Omega38867950@gmail.com

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1-Gostaria de agradecer pelos +1420 vistos, obrigado pessoal.

2-Também gostaria de agradecer pelos +1050 vistos no tópico de Grim 2, obrigado pessoal.

3-Pessoal, percebi que estamos próximos dos 100 capítulos. Como comemoração ficaria contente se vocês me enviassem suas dúvidas e respostas da obra por mensagem privada no fórum ou para o e-mail: Omega38867950@gmail.com




Aviso: A história a seguir pode conter vários clichês e falta de originalidade.


O Refugiado

Capítulo 94

Eu realmente não posso reclamar

Aberth havia avistado a tia dele plantando uma árvore naquele lugar.

“Tia Bailey ?!” Aberth se surpreendeu ao ver ela alí.

O jovem rapidamente sai do veículo, o que chama a atenção de todos.

“Ei você não pode…”

Antes que Sally terminasse de falar, ela recebe umas mensagens de alguns atiradores.

“Está tudo sob controle, não precisa atirar nele” Disse Sally no comunicador.

Aberth abraça a sua tia, ela estava com uma roupa de jardineira e algumas pulseiras.

“Aberth ?! O que você tá fazendo aqui ?” Perguntou Bailey Dohtem.

“Tia Bailey, eu senti a sua falta” Disse Aberth emocionado.

Todos alcançam O rigeliano.

“Oi Tia Bailey, fico feliz de você estar bem” Comentou Lehmer.

“A nave em que eu estive acabou sendo interceptada pelas naves do império” Respondeu Bailey.

“E como está sendo morar aqui ?” Perguntou Aberth.

“Eu não posso reclamar” Respondeu Bailey.

“Então é bom ?” Perguntou Aberth.

Bailey percebe estar vigiada por um guarda do império durante a sua atividade e não responde.

“É bom, não é ?” Aberth perguntou de novo preocupado com o silêncio de sua tia.

Ela mente balançando a cabeça em sinal de aprovação, ela realmente não podia reclamar.

A conversa é cessada com um bater de palmas de Sally.

“Bem, parece que os reencontros acabaram, podemos voltar à excursão ?” Perguntou Sally.

A excursão é continuada e tudo ocorre como planejado até que Arthur tem uma outra ideia.

“Podemos parar para comer alguma coisa ?” Perguntou Arthur.

“Temos muita comida para vocês assim que terminarmos a excursão” Respondeu Sally.

“Mas tem um mercado ali perto, você não vai deixar os filhos do imperador ficarem com fome assim, não é, general Sally ?” Questionou Elizabeth.

“Não” Respondeu a general.

“Esses caras sabem ser sacanas quando querem” Pensou Sally.

Eles param e vão ao mercado para comprar alguma coisa.

“Tudo parece meio vazio” Comentou Aberth.

“Não parece ter muitas opções aqui” Percebeu Barbieri.

“Sim, mas … as opções que temos são bastante nutritivas e todos podem comer” Respondeu Sally.

Arthur compra uma fruta local e a excursão continua.

“Se vocês olharem a direita poderão ver o círculo neutro” Disse Sally.

O círculo neutro era uma pequena praça que fazia fronteira com sete bairros diferentes, não era tão impressionante quanto Sally fez parecer.

“Deixa eu adivinhar, o arquiteto, brigou com o cartógrafo da cidade ?” Perguntou Arthur.

“Eles brigam a toda hora” Respondeu Sally.

A próxima parada era uma biblioteca.

“E é aqui, onde documentamos toda a história do império, desde os seus primórdios há 120 anos atrás. Também temos livros de outras espécies também” Explicou Sally.

Maya pega alguns livros já conhecidos e começa a ler até que nota algumas diferenças.

“General Sally ?” Chamou Maya.

“Sim” Respondeu Sally.

“Tem conteúdo cortado e modificado nesse livro” Percebeu Maya.

“Tem, é ? Bem, fizemos isso porque certos conteúdos podem ser ofensivos a algumas raças aqui no império, afinal, todos vão ler essas obras, não é ?” Respondeu Maya.

“Sim, mas…” Disse Maya.

“Uma leitura convidativa é a melhor de todas” Disse Sally.

Enquanto isso:

Aberth, virava as páginas dos livros rapidamente em busca de figuras até que ele acha uma foto de Arthur mais jovem.

“Ei, Arthur!” Chamou Aberth com um grito.

“Estamos em uma biblioteca. Faça menos barulho, Aberth” Disse Barbieri.

Arthur se aproxima e verifica, aquela realmente era a foto dele.

“Pegaram um péssimo ângulo meu” Comentou Arthur.

Mais algumas paradas acontecem e a excursão termina.

Pouco tempo depois, numa sala do palácio, Aberth e os outros estavam discutindo.

"Esse lugar não é tão legal quanto o imperador disse" Comentou Aberth cabisbaixo.

Passos são ouvidos, o imperador estava se aproximando.

“Respondam com cautela, se o meu pai não os vir como uma ameaça ao império, talvez ele os deixe em paz” Avisou Arthur.

“Ameaça ao império ?” Perguntou Aberth.

“A velha narrativa do “nós contra eles”” Respondeu Arthur.

“Seja como for, preparem-se pra sair daqui correndo. Eu posso tentar segurá-lo um pouco” Avisou Arthur.

O imperador entra na sala e se senta mantendo a postura.

“E então… estão dispostos a fazer parte da nossa sociedade ?” Perguntou o imperador Antélon.

“Não” Respondeu Aberth.

A expressão do imperador muda para uma amuada.

“Eu… não me sinto seguro aqui” Meio nervoso, Aberth tentou melhorar a sua resposta de forma que não irritasse muito o imperador.

“Não se sentem seguros no império ? Logo nós que estamos sempre pensando em segurança contra forças externas” Perguntou o imperador.

“Sim, se nós participarmos ativamente do império, não vamos estar na mira desses tais rebeldes também ?” Perguntou Barbieri.

As palavras de Barbieri chamam a atenção do imperador, o humano tinha um ponto válido.

“Vocês tem certeza disso ? aqui podemos explorar todo o potencial de vocês” Disse o imperador.

“Aberth, seu incremento celular pode ser aperfeiçoado…” Disse o imperador

“ Lehmer, você pode aprender aquilo que o seu irmão fez e se tornar um “herdeiro de Durand” também…” Disse o imperador.

“Maya, seu conhecimento literário pode ser refinado e ensinado aqui…” Disse o imperador.

“E você, o terráqueo, Babieri … Você é o primeiro humano que foi trazido vivo aqui no império, você estuda seres vivos, nós estudamos você. Sinto que poderemos ter uma boa troca de informações entre as duas espécies” Disse o imperador.

Todos os quatro respondem não.

“A Terra é o meu refúgio, eu me sinto melhor lá” Disse Aberth.

“Então é assim… os três preferem brincar de casinha sendo bichinhos de estimação do terráqueo na Terra” Comentou o imperador decepcionado.

Ele fecha o seu punho chegando a estalar os dedos.

Lehmer coloca a sua mão debaixo da mesa e segura o braço de Maya, preparando-se para fugir.

“Que seja” Respondeu o imperador de forma despreocupada.

A resposta deixa Arthur e Elizabeth chocados.

“Que tal paz ?” Perguntou o imperador de forma irônica.

O imperador Antélon, aquele que conquistava planetas com suas próprias mãos estava pedindo paz ?

“Vocês simplesmente voltam para a Terra e vivem suas vidas de forma "medíocres"” Disse o imperador colocando ênfase na hora dizer medíocres.

Nicolau Antélon odiava a mediocridade.

“É só não procurarem briga conosco e nós não procuramos com vocês” Disse o imperador.

“O que acham, hein, filhos ? Deixamos o garoto em paz, sem invadir o refúgio deles pra explodir o satélite e prendê-los numa caixa, quebrar o ciclo de vingança ” Comentou Antélon

“Antes de ir quero que levem isso” Disse o imperador

Ele chama alguns empregados, que entram na sala e se aproximam de Aberth e seus amigos.

“Eles não vão machucar vocês” Disse o Imperador.

Os empregados colocam alguns adornos e joias nas roupas deles, o que confunde a todos.

“Considerem isso um pequeno presente de despedida” Disse o Imperador.

“A nave para levar vocês a Terra ficará pronta ao amanhecer, até lá podem curtir o pequeno desfile que teremos hoje a noite” Disse o imperador.

Continua ?






Artes dos fãs


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O Refugiado

Capítulo 95

O f1lho 9ródi8o do império 4ntélon

Vários fogos de artifício são disparados. O desfile começa.

“O que esse desfile comemora ?” Perguntou Aberth.

“”Orgulho magnético”” Respondeu Elizabeth Antélon.

“O que ?” Perguntou Aberth sem entender.

“Os “magnéticos” nasceram com uma anomalia genética. Isso faz com que eles consigam ter certo controle de campos magnéticos” Explicou Elizabeth.

A anomalia genética a qual Elizabeth se refere afeta cerca de 1 em cada 10 milhões de pessoas, mas devido a algumas medidas do imperador as incidências desses casos tem aumentado nas últimas décadas.

“Que desfile legal” Respondeu Aberth.

O rigeliano ganha uma espécie de bússola e ela começa a ficar bagunçada por conta da passagem dos magnéticos, o que diverte o jovem.

“Será que vamos ter um desfile também ?” Perguntou Aberth sobre os rigelianos.

“Possivelmente” Respondeu Elizabeth.

“Todos ganham desfiles ?” Perguntou Aberth.

“Só os grupos que são convenientes para o império” Respondeu Elizabeth.

“O velho pão e circo que o meu pai faz. Simplesmente uma forma de controlar o povo com uma falsa liberdade” Explicou Elizabeth.

Aberth percebe alguns rigelianos ajudando no desfile.

“Que estranho, nós rigelianos nunca ouvimos falar desses tais “magnéticos” como é que tem tanta gente participando ?” Aberth questionou.

“Só devem estar tentando melhorar a confidência imperial deles” Respondeu Elizabeth.

“Confidência imperial ?” Perguntou Aberth.

Nas palavras do império, o sistema de confidência imperial tem como objetivo gerar oportunidades e reduzir desigualdades sociais e econômicas, com ações de inclusão social das famílias, por meio de mecanismos de suporte financeiro, profissionalizante e empreendedorismo.

“Sim, aqueles com um crédito alto tem suas vantagens e aqueles que não, ficam na mira do governo” Respondeu Elizabeth.

Apesar do dito, era bastante difícil ascender socialmente no império, o melhor jeito de aumentar a sua confidência imperial era participar de serviços voluntários para a comunidade regulados pelo império, tal qual a tia de Aberth fazia ao plantar uma árvore, seguir a carreira militar e colocar seus talentos à serviço do império, do mesmo jeito que Mathurine e Telbol faziam ou nascer com bastante dotes genéticos para melhores encaminhamentos, igual a maioria dos generais do império.

“Tem muitas formas de controle aqui no império Aberth…” Elizabeth começou a explicar mais sobre o império, assustando um pouco Aberth.

Enquanto isso, no palácio:

“Maldito seja, aquele rigeliano…” Resmungou o imperador Antélon.

Ele estava mexendo e assinando alguns documentos em sua mesa.

“Se o Arthur e a Elizabeth não estivessem tão colados nele, eu acho que teria conseguido convencer o garoto” Pensou o imperador.

“Seja como for, posso utilizar os adornos na roupa deles espioná-los, e com isso, posso pegar os rebeldes assim que eles fizerem contato com o rigeliano” Planejou o imperador.

“”Aquele que derrotou o príncipe”, sem dúvida os rebeldes vão atrás dele cedo ou tarde” Comentou o imperador.

“Aquele garoto vai me pegar pelo que me tirou…” Disse o imperador chegando a quebrar a esmigalhar a sua caneta de tanto ódio.

13 anos atrás:

O jovem príncipe Terrabyta segurava o jarro com as cinzas de sua mãe, ele estava sentado como passageiro numa nave entrando em órbita para o planeta Jayaci.

“Me diga, o que uma criança como você faz viajando sozinha pela galáxia ?” Perguntou um dos passageiros.

“Estou apenas em busca de respostas” Respondeu o príncipe.

“Espera um momento, essas cinzas. Não pode ser…” O passageiro reconhece as cinzas.

Ele tenta se aproximar mas o príncipe o afasta.

“Para trás, ou fatio você!” Ameaçou o príncipe.

A nave é derrubada quando estava prestes a pousar, e alguns soldados do império começam a revista.

“Ei, isso é meu!” Disse o príncipe ao ter a jarra pega.

“Será que isso é ?” Se perguntou o soldado.

“General!” Chamou o soldado.

Nesse momento o general Python chega e analisa.

“Essas cinzas… será que esse garoto ?” Python ficou em dúvida.

O general faz um sinal e os soldados rapidamente colocam uma sacola na cabeça do príncipe Terrabyta e selam seus poderes com algemas especiais.

Já no palácio, o assistente do imperador vai correndo até os aposentos dele e bate na porta, o chamando com extrema urgência. A porta se abre, e dela sai uma mulher. O assistente espera que o imperador seja o próximo a sair, mas surpreendentemente saem mais três mulheres, o que o deixa meio sem graça.

“Como ousa interromper o meu momento de lazer ?” Disse o imperador Antélon saindo do quarto de roupão.

“É um assunto urgente, imperador…” Disse o assistente.

Ele explica a situação no ouvido de Antélon e o entrega o jarro de cinzas de Annalee.

“Não pode ser… ” Comentou o imperador.

Pouco tempo depois, o príncipe acorda numa mesa e com um pouco de desconforto, alguém havia coletado o sangue dele enquanto dormia.

“Alguém tire a maldita sacola da cabeça dele” Disse o imperador.

Python retira a sacola da cabeça do príncipe.

“Vai, libera ele” ordenou o imperador.

As algemas são tiradas, mas o jovem príncipe Terrabyta ainda estava confuso com a situação. Do lado direito da mesa, estava o mesmo homem da nave, do lado esquerdo estava o general Python e na frente do príncipe, estava o imperador Antélon.

“Peço minhas sinceras desculpas, isso é bem diferente do que eu tinha em mente” Disse o imperador se desculpando pelo mal entendido.

“Permita-me fazer as apresentações, o homem do lado esquerdo da mesa é o Python, o homem do lado direito é o sujeito que deve ter te acompanhado aqui, eu acho“ O imperador Antélon os apresentou de forma educada.

“E eu, sou o imperador Nicolau Antélon” Se apresentou o imperador.

“Você não parece muito familiarizado com o meu nome” Percebeu o imperador pela expressão do jovem.

“Não” Respondeu o príncipe Terrabyta.

“Você não se lembra de mim, não é ?” Perguntou o imperador.

“Eu deveria lembrar ?” Perguntou o príncipe Terrabyta.

“Dado o pouco tempo que tivemos contato, a tendência é que não” Respondeu o imperador Antélon.

Nesse momento um soldado chega na sala e entrega os resultados dos exames para o imperador.

“É ele mesmo” Comentou o soldado.

“Como eu esperava” Comentou o imperador ao ler o resultado do exame.

“E então o seu irmão já mencionou algo sobre o seu pai ?” Perguntou o imperador.

“Ele disse que o meu pai está morto, mas eu acho que isso é mentira” Respondeu o príncipe.

“Certamente ele deve ter aprendido isso com a mãe” Comentou o imperador enquanto abria a jarra de cinzas.

“Annalee Terrabyta…” Disse o imperador começava a descrever Annalee.

“...Como guerreira, formidável…”

“... Como mãe, questionável …”

“... Como governante, péssima…”

O imperador coloca o dedo mindinho no jarro e prova um pouco das cinzas.

“... Mas, pelo menos ela tinha uma boa retaguarda” Comentou o imperador se referindo as curvas de Annalee.

“Retaguarda essa que vocês deveriam proteger!” Disse o imperador mudando o seu tom para um mais agressivo.

Ele rapidamente usa seus fios de mana para imobilizar o homem à direita, Python vai até ele e tira um comunicador, o homem estava enviando mensagens pelas costas.

“Não acredito que vocês não revistaram eles” Comentou o imperador.

“Olha só a mensagem, imperador “Estou com o filho da Annalee, em breve eu o levarei para o esconderijo”” Python leu a mensagem num tom de deboche.

“Então eles tem um esconderijo aqui perto ? Vamos ver o que podemos tirar desse engraçadinho” Disse o imperador.

Eles levam o espião dos rebeldes para fora da sala.

“Garoto, peço para que fique bem aqui e coma o almoço, volto em exatos, 13 minutos e 32 segundos” Disse o imperador antes de sair.

O jovem príncipe com fome não pensa muito no que vai acontecer e começa a comer.

13 minutos e 32 segundos depois:

O imperador retorna no tempo exato em que ele prometeu.

“Vejo que você atacou o banquete” Comentou o imperador chegando na sala.

“Venha, eu tenho muito o que te contar” O imperador chamou o príncipe.

O príncipe Terrabyta pega a jarra de cinzas e se aproxima dele, o imperador não deixa de dar um riso de felicidade. O garoto já começa a ligar os pontos do que estava acontecendo e não parece sentir mais temor do imperador.

“Parece que o filho pródigo enfim retornou” Disse o imperador.

“Me diga, qual o seu nome, garoto ?” Perguntou o imperador.

“Me chamo Liam Terrabyta, mas meus amigos me chamam de William” Disse o príncipe estendendo a mão para um aperto.

O imperador se ajoelha para ficar na altura da criança.

“Então Liam, é o seu nome ? É pra um prazer te conhecer, meu filho” Disse o imperador apertando a mão dele.

O imperador começa a andar pelo palácio seguido de seu filho, até que o garoto pergunta.

“Se você é o meu pai, então por que matou a minha mãe ?” Perguntou o príncipe Antélon.

“A sua mãe e eu acreditávamos em coisas diferente, isso nos colocou um contra o outro, e no final eu venci” Respondeu o imperador.

Eles chegam na porta de um quarto.

“Devido a natureza inesperada da sua chegada, eu não tive um tempo de preparar um quarto para você, mas até lá pode ficar no do seu irmão, Arthur” Disse o imperador mostrando o quarto para o príncipe.

O príncipe Antélon guarda a jarra de cinzas no quarto e logo sai dele.

“E então ? Já absorveu toda a informação ?” Perguntou o imperador.

“Maravilha, agora vamos, temos muito que trabalhar, vou te ensinar geopolítica usando jogos de tabuleiro” Disse o imperador.

O príncipe Antélon ri pelo inusitado método de ensino.

Tempo atual:

Aberth solta um grito de tanto ouvir as coisas que Elizabeth falou, ele estava surtando com o tanto de informação por trás daquele governo e rasga a capa da armadura que ele estava vestindo.

“Olha só o que você fez“ Reclamou Barbieri.

“O garoto vai precisar saber a verdade” Respondeu Elizabeth.

“Ele é só uma criança” Retrucou Barbieri

“Eu também era jovem quando comecei a perceber essas coisas” Respondeu Elizabeth.

“A propósito, Aberth. Assim que chegarmos na Terra eu gostaria de fazer uma proposta para você” Disse Elizabeth chamando a atenção de Aberth.

“Que tipo de proposta ?” Perguntou Aberth.

“Quando chegarmos, eu te conto” Respondeu Elizabeth.

Aberth começa a se afastar.

“Onde você vai ?” Perguntou Elizabeth.

“Vou tirar essa armadura, não quero nada que venha do império” Disse Aberth.

Ele rapidamente chega no palácio e vai até o quarto do príncipe, no momento em que ele começa a tirar a armadura, ele sente umas batidas que vinham do andar de cima. A curiosidade toma conta de Aberth e ele decide investigar.

Ao esgueirar-se na virada de um corredor ele encontra o imperador saindo de uma sala, seus passos eram firmes e fortes como de alguém com extrema raiva.

“Aquele rigeliano tem uma dívida impagável com o império, vou começar com a seleção da raça dele” Comentou o imperador.

Aberth decide investigar a sala de onde o imperador saiu, ele entra e acaba encontrando alguns documentos.

“A inserção dos rigelianos no sistema de confidência imperial ocorreu com êxito, mas vários rigelianos ainda estão tendo dificuldade em se adaptar à gravidade local depois desses meses, que pena. Está na hora de aplicar a próxima fase e fazer um controle de natalidade, preciso separar os melhores indivíduos para que procriem e acabar com os fracos” Dizia o documento.

Aberth fica chocado ao ler isso e decide sair, mas na hora em que ele sai da sala o imperador entra pela porta.

“Acho que eu fui bem claro, quando disse que queria você só no andar de baixo” Disse o imperador.

“Explique-se” Ordenou o imperador.

“Eu já sei dos seus planos, Antélon. Não vou permitir que faça mal aos rigelianos e nenhuma outra raça que o império conquiste” Respondeu Aberth enfurecido.

“Então está dizendo que quer parar o império ?” Perguntou o imperador.

“Sim, vou parar o império, e dar a liberdade para eles” Respondeu Aberth.

O sorriso sarcástico do imperador logo muda para uma expressão de raiva, ele estava cansado de bancar o bonzinho.

Rapidamente, Antélon pega Aberth pelo pescoço e o eleva até a sua altura.

“Eu já aturei você demais, sua ingrata e egoísta criatura rebelde” Disse o imperador.

“Você entra na minha casa!” Disse o imperador enquanto batia Aberth no chão.

“Põe suas mãos gosmentas nos meus filhos!” Gritou o imperador novamente batendo Aberth contra o chão, chegando a rachá-lo.

“E ainda, profana os bens deles!” Gritou o imperador novamente batendo Aberth.

A última batida é tão forte que chega a quebrar o chão e fazer todo o palácio tremer, fazendo Aberth cair até o porão do lugar.

“É melhor que você se prepare, rigeliano. Porque eu vou te caçar, você é a minha presa!” Gritou o imperador para Aberth.

“Pode vir, vem com tudo” Respondeu Aberth.

Continua ?






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Aviso: A história a seguir pode conter vários clichês e falta de originalidade.


O Refugiado

Capítulo 96

A caçada

Aberth abre silenciosamente a porta do porão, por sorte ele havia caído perto da escada que dava acesso aos andares de cima.

O jovem rigeliano olha em volta, tudo estava muito silencioso no palácio, o único som que ele ouvia era do relógio marcando as horas e de um trovão que acaba de acontecer.

“Tenho que sair daqui antes que ele me encontre” Pensou Aberth.

Ele vai para a janela para pular e voar, mas no momento em que ele se aproxima ele vê dezenas de soldados do lado de fora do palácio, garantindo que o rigeliano não fuja.

“O Antélon me prendeu aqui, acho que vou ter que encontrar uma porta dos fundos” Comentou Aberth.

Uma tempestade começando a acontecer. Ele começa a andar com cautela pelo palácio, totalmente sozinho e com um perseguidor atrás dele, essas condições faziam Aberth olhar para aquele lugar de outro jeito agora. Ele parecia estar num jogo de survival horror naquele momento.

Aberth anda até achar algumas armaduras na paradas num corredor.

“Nunca parei para ver, esse lugar tá cheio de armaduras, estátuas e bonecos estranhos” Comentou Aberth.

Ele dá alguns passos, até ouvir um barulho de movimento. Rapidamente o rigeliano se vira e ataca a armadura com tudo, a esmigalhando no processo.

“Se tem algo que eu aprendi com os videogames e filmes bizarros dos humanos é que as armaduras sempre se movem primeiro” Disse Aberth.

Nesse momento ele começa a sentir um cheiro estranho, ele olha para o lado e vê um espelho, parecia um espelho comum mas um pouco alto considerando que o dono tinha mais de 2 metros. Aberth se aproxima um pouco e flutua para conseguir ver o seu reflexo. Ele sentia o cheiro ficando mais forte, o cheiro… vinha do espelho ?

Logo o espelho é quebrado e Aberth se afasta. Da passagem secreta atrás do espelho, sai a marionete de um homem segurando um gancho e correntes, de sua boca saía uma fumaça negra, responsável pelo cheiro.

O rigeliano rapidamente lança uma esfera elétrica mas ela simplesmente atravessa a marionete, o que confunde Aberth. A marionete começa a correr para atacar o rigeliano, Aberth consegue reagir a muito custo mas por algum motivo é atingido nas costas pelo gancho, o que deixa ainda mais confuso.

“Mas… mas como ?!” Pensou Aberth.

Graças a armadura ele não havia se ferido no ataque.

“Será que esse lugar é assombrado ?” Se perguntou Aberth.

A marionete avança contra Aberth mas ele começa a usar as esferas elétricas de forma defensiva enquanto desviava da marionete, ele era golpeado de várias direções diferentes mas as esferas o defendiam.

“Qual é dessa marionete, ela está me atacando de tudo que é lado menos de frente“ Pensou Aberth.

Eles passam por todo o corredor, chegando a passar pelos lustres e descer várias vezes.

“Isso não vai funcionar para sempre, essa marionete tá me seguindo pra tudo que é lado” Pensou Aberth.

Nesse momento ele passa por debaixo do lustre e sente algo, era um fio.

“Um fio invisível ?!” Pensou Aberth.

“Espera um pouco…” Pensou o rigeliano.

Ele faz uma descarga elétrica no fio revelando a localização da marionete verdadeira. Aberth rapidamente a destrói com um chute.

“Essa fumaça negra tava me dando alucinações” Percebeu Aberth ao olhar a marionete destruída.

Aberth anda até a porta aberta daquele corredor mas se surpreende ao bater nela e quebrá-la. A porta estava na realidade fechada. Ele ainda estava sob efeito da fumaça.

“O efeito da fumaça alucinógena vai ficar no organismo dele por mais uns 5 minutos. Talvez eu consiga brincar com os “amigos” dele enquanto isso” Pensou o imperador Antélon com um sorriso.

Ele usa fios de mana de quatro de seus dedos.

Enquanto isso, Aberth já estava andando num ritmo maior com um pouco menos de medo.

“Vamos ver, o Antélon mora num castelo, castelos geralmente tem uma saída própria para o lixo, seu achar essa saída eu posso sair sem ser visto ou me esconder até aparecer o gari” Planejou Aberth.

Ao passar pelo próximo corredor ele vê uma pessoa familiar agachada, era Maya.

“Ai meu Deus, Maya ?! “ Disse Aberth se aproximando.

“Temos que sair daqui, o Antélon quer acabar com a gente” Disse Aberth.

Maya se levanta e segura as mãos de Aberth, em seguida ela dá um sorriso bizarro, como se sua boca estivesse completamente vazia.

Aberth fica confuso com isso, mas antes que ele possa fazer algo, alguma coisa o atinge na perna, fazendo-o reclamar de dor. Ele levanta a perna e tira um projétil em forma de folha de papel, extremamente afiado.

“Parece que está em desvantagem, Aberth Dohtem” Comentou o imperador Antélon atrás de Aberth.

“O que… o que você fez com a Maya ?” Perguntou Aberth com raiva.

“Você transformou ela em uma marionete ?” Perguntou Aberth.

“O que você acha ? usei minha super velocidade para capturar todos no meio de uma multidão, voltei ao castelo e fiz experimentos antes de você chegar aqui ou talvez… você ainda esteja alucinando” Comentou o imperador.

Nesse momento o efeito do alucinógeno começa a perder efeito e Aberth vê a marionete de Maya de uma forma diferente, a marionete na realidade tinha menos de um metro de altura e atirava projéteis em forma de papel.

“Acabou garoto, agora vamos ver o que o império pode aproveitar de você” Disse o imperador Antélon.

Aberth levanta as mãos, parecendo se render, mas logo ele rapidamente atira uma esfera elétrica para cima, acertando as luzes e causando um curto circuito naquela área do palácio.

“Não pode fugir para sempre, Aberth” Disse o imperador.

Ele ativa uma opção do seu rastreador que dava acesso às câmeras implantadas em suas marionetes.

Enquanto isso, do lado de fora do palácio:

“Parece que aconteceu um blackout na casa do imperador. Devemos avançar ?” Perguntou um soldado.

“O imperador mandou ficarmos do lado de fora e não deixar o rigeliano sair, não vamos desobedecer” Ordenou um oficial de alta patente.

"Mas está chovendo " Reclamou o soldado.

"É uma chuva passageira" Respondeu o oficial de alta patente.

De volta ao palácio, Antélon estava andando pela sala de jantar, ela estava totalmente escura.

“Apesar de ser uma criança, tenho certeza que você prefere a parte escura do palácio para ficar” Comentou o imperador.

Um raio passa e ilumina a sala por um instante, revelando Aberth, que estava com seus dedos cravados na parede para não utilizar o mana, por sorte dele o imperador não o viu. Antélon tenta rastrear a Aberth mas o rastreador não encontra nenhuma leitura do nível de poder dele.

“Vejo que ele está escondendo a assinatura de mana de alguma forma” Percebeu Antélon.

“Seja como for eu sei que está aqui, Aberth. eu sinto o seu cheiro” Pensou o imperador com um sorriso no rosto.

Ele anda até aparentemente sair da sala de jantar.

“Ufa, agora é só chegar na cozinha, estou bem perto“ Pensou Aberth.

Ao olhar para o lado, Aberth vê uma pequena versão dele mesmo em marionete, o que o assusta. A marionete dispara arpões eletrificados mas Aberth pula para longe. Ao aterrissar, Aberth percebe uma versão em marionete de Lehmer, essa marionete começa a disparar dardos tranquilizantes do seu peito.

Devido ao escuro, Aberth tem bastante dificuldade em desviar e decide voltar para uma área mais iluminada do palácio.

“Lehmer, Maya e eu… a próxima marinete provavelmente vai ser uma A.L.E.X em miniatura” Pensou Aberth.

Ao chegar num corredor iluminado ela dá de cara com uma versão marionete de Barbieri, igualmente pequena como as outras.

O rigeliano grita de susto, mas logo para para pensar.

“Espera, o que o Barbieri faz ?” Perguntou Aberth.

“Acredita que eu não sei, não tenho tantas informações do terráqueo…” Respondeu o imperador.

Nesse momento, a marionete se modifica, ficando com quatro braços, as duas mãos dos braços superiores se transformam em canhões e dedos dos braços inferiores também estavam prontos para disparar lasers. A câmera da marionete vinha com um leitor de sinais vitais.

“... Então me dei uma liberdade criativa” Respondeu Antélon.

A marionete atira com os braços superiores, como se fosse uma metralhadora, Aberth consegue desviar de tudo e se aproximar da marionete, mas antes que ele possa golpeá-la a marionete usa um mecanismo da palma de suas mãos inferiores para criar uma onda de choque e afastar Aberth.

As outras três marionetes aparecem e Aberth é obrigado a ter que desviar de todas atacando ao mesmo tempo. A marionete de Lehmer atira um dardo mas Aberth consegue agarrá-lo, nesse momento, a marionete de Maya atira projéteis nas pernas de Aberth, fazendo-o tombar. Antes que ele possa se levantar, a réplica marionete dele o atinge com um arpão e começa a eletrocutá-lo. A marionete de Barbieri também o ataca com lasers, causando muita dor em Aberth.

O rigeliano não se rende, ele rapidamente pega o fio do arpão da sua réplica marionete e gira, jogando-a em cima da marionete de Barbieri e obtendo uma brecha para se afastar.

aberth observa uma espada em uma das armaduras naquela sala de jantar e a rouba, com isso ele rapidamente se defende dos projéteis com mais facilidades e destrói a marionete de Maya, Lehmer e dele mesmo com cortes simples.

“Agora só falta uma” Pensou Aberth.

Ele arremessa a espada, que é defendida pela onda de choque da marionete de Barbieri, no entanto Aberth aproveita a brecha para desmontar a marionete com um soco.

“Essa é mais reforçada que as outras” Percebeu Aberth ao ver que a marionete não havia se quebrado totalmente.

Nesse momento, ele vê as peças da marionete começando a se mover por conta própria, o que o confunde.

“Mas como ? eu não vejo os fios do Antélon” Disse Aberth confuso.

Ele procura até perceber um pequeno núcleo, sendo puxado para longe pelos fios de Antélon. Intuitivamente Aberth presume que ele iria remontar a marionete e o destrói com a palma da rajada de vento.

“Acho que deveria ter usado as cinco marionetes de uma vez. Hookman é uma ótima marionete de se usar em lugares fechados” Comentou Antélon.

“Apareça Antélon e lute como homem!” Gritou Aberth.

Aberth começa a ouvir passos dos andares de cima, e logo dos outros cômodos. Antélon estava vindo rápido, mas o rigelianos estava alerta, Aberth prepara sua técnica olhando para um lado e para o outro.

“Droga, ele deve estar se movendo tão rápido que superou o som” Pensou Aberth.

O imperador estava atrás dele, assim como a marionete hookman, ele saiu de uma das várias passagens secretas do palácio.

“Isso é pelo Liam!” Disse o imperador.

Ele acerta um forte tapa que arremessa Aberth por várias paredes do palácio, chegando a destruir o memorial de Annalee.

“Desculpa pelo memorial, Annalee. Sua calhorda” Comentou o imperador.

Aberth se levanta bastante dolorido e rouba uma espada de outra armadura na sala.

“Ora, ora, agora está roubando minha propriedade ?“ Perguntou o imperador num tom debochado.

“Acho que bati um pouco forte demais, o que acha de se transformar para vencer essa luta ? Vamos lá, Aberth, mostra pra mim” O imperador pediu para que Aberth se transformasse.

“É isso que você quer ? pois saiba que não, não vou te ensinar o meu segredo” Disse Aberth.

Aberth avança contra o imperador, ele planejava uma estocada para conseguir uma brecha e fugir. No entanto, Antélon utiliza uma técnica de bloqueio para desviar a espada e deixar Aberth exposto. Rapidamente, o imperador utiliza uma sequência de cinco golpes no peito de Aberth, parando o coração dele.

“Mas o que é isso ?!” Aberth estranhou a sensação.

O rigeliano vai cada vez mais perdendo força e começa a cuspir um pouco de sangue, sua respiração começa a ficar difícil e ele cai. Tudo o que Aberth vê antes de sua visão apagar é o imperador sorrindo de forma sádica.

Aberth Dohtem morreu.

Continua ?


Por suposto, o palácio Antélon tem muitas passagens secretas, algumas levando para uma rota de fuga e algumas outras que dão nos laboratórios da cidadela.





Artes dos fãs


Infelizmente não recebi nenhuma arte dos fãs dessa vez,mas caso queiram me enviar enviem pelo discord do fórum, mensagem privada ou pelo e-mail Omega38867950@gmail.com
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