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Como viram no "teaser" que eu postei no tópico de O Refugiado 2 dessa vez eu apareço com uma nova obra, um tanto "diferente" e "igual" em comparação a O Refugiado (por falar nisso já leu O Refugiado: https://www.forumnsanimes.com/t90793-o-refugiado-2-topico-definitivo?highlight=refugiado ).

Também digo que essa história é um pouco mais adulta então não recomendo pra galera abaixo de 16.




Aviso: A historia a seguir pode conter vários clichês, falta de originalidade e críticas sociais.


Carmesim Lilás

Capítulo 1

Um despertador começa a tocar e um homem o desliga,esse homem era Napoleão,ele se levanta com facilidade apesar de sua magreza e começa a se trocar,ele passa pelos cômodos de sua casa e por vários objetos que indicavam que ele havia tentado e fracasso em várias carreiras. Ao sair de casa ele se encontra um dia comum no planeta Xandria.

O planeta Xandria é conhecido por ter muito vulcões e pelo seu povo ter evoluido para aguentar temperaturas mais altas que as da Terra embora as erupções ainda sejam mortais para boa parte deles, Napoleão havia chegado como imigrante para esse planeta há vários anos atrás e nunca havia presenciado uma erupção do vulcão próximo a sua cidade.

Napoleão começa a andar pela vizinhança enquanto observa seus vizinhos, até que ele é chamado.

"Naporeão!" Chamou uma pessoa.

Era Tenag, uma aldeã local que Napoleão havia tentado conquistar por vários anos,eventualmente ele acabou desistindo.

"É Napoleão" Disse Napoleão corrigindo.

"Tanto faz,eu estive pensando,já que você é transportador de carga bem que poderia saber alguns atalhos para outras grandes cidades,você sabe ?" Perguntou Tenag.

"Não,eu não conheço nenhum atalho,aliás por que quer saber sobre isso ?" Perguntou Napoleão.

"É que eu estou planejando sair de férias com meu novo namorado" Disse Tenag apontando para um homem que estava cuidando das flores da casa dela.

"Ele parece ter a idade do seu filho" Comentou Napoleão.

"Tenho que ir" Disse Napoleão.

Ele pega o transporte público para ir ao trabalho, enquanto estava lá refletindo sobre a vida e contando o tempo para tomar os remédios, várias pessoas passavam, algumas olhavam para ele até que Napoleão olhe de volta e simplesmente se afastavam, ao menos ele tinha mais espaço por não ter ninguém sentado ao seu lado. Chegando no seu emprego ele assina alguns documentos e e entra no veículo da empresa para fazer o transporte. Napoleão trabalha como transportador num subemprego, o dinheiro era gasto em grande parte nos remédios para Napoleão controlar suas crises alérgicas e outros problemas de saúde.

"E lá vamos nós para mais um dia" Pensou Napoleão enquanto dirigia.

Ele dirige por poucas horas até chegar numa região de clima mais seco do planeta, Napoleão começa a ter uma crise alérgica ao ponto de ter que parar o veículo para ter que tomar o remédio e impedir que aquilo vire uma febre, Napoleão sai do veículo para tentar tomar um pouco de ar e quando ele se vira para voltar para o veículo ele da de cara com a ponta de uma arma de raios, era um assalto.

"Passa as chaves do veículo mané" Disse o Assaltante.

"Tá bem, tá bem, mas posso ao menos pegar os meus documentos ?" Perguntou Napoleão.

O assaltante bate nas perna dele fazendo Napoleão tombar, ele rouba as chaves e joga a carteira antes de sair com o caminhão, Napoleão se estressa com isso e tenta chutar uma pedra mas apenas consegue machucas o pé e grita de dor.

Algum tempo depois:

"Mas que droga!" Gritou o chefe de Napoleão.

"Não da pra continuar assim, o meu departamento tá perdendo muito dinheiro em comparação aos outros" Explicou o chefe.

"Não da pra rastrear o a carga roubada ?" Perguntou Napoleão.

"Não, não temos esse tipo de tecnologia aqui" Respondeu o chefe.

"Por que não ligamos pro seguro ?" Perguntou Napoleão.

"O seguro não cobre esse tipo de situação" Mentiu o chefe de Napoleão.

"Escuta vou deixar passar dessa vez, mas vou descontar tudo do seu salário entendeu ?" Perguntou o chefe.

"Sim" Respondeu Napoleão.

Assim que ele sai da sala Napoleão ouve um comunicador tocar, o chefe dele atende.

"Alô gerente-geral ?" Disse o chefe.

O Gerente geral começar a perguntar.

"Não, nós não tivemos nossa carga furtada e ... sendo sincero tivemos sim" Explicou o chefe.

O Gerente geral sugere chamar o seguro

"Seguro ? não, não é necessário, acabaria saindo mais barato descontar do salário do transportador responsável por alguns meses, confie em mim eu fiz alguns cálculos e seria mais lucro pra empresa" Disse o chefe.

"Aliás, você está próximo de se aposentar e eu queria saber, como está a vaga de gerente geral ?" Perguntou o chefe.

O Gerente geral explica sobre a situação

"Já foi preenchida !?"

O chefe de Napoleão ouve um pouco mais

"O sobrinho do CEO foi indicado, entendi" Disse o chefe.

Ele desliga o comunicador.

Napoleão que havia ouvido tudo simplesmente vai embora guardando um pouco de rancor e um pouco de satisfação em ver o seu chefe também se dando mal.

"Mas que porra!" Gritou o chefe dele com toda aquela situação.

Algum tempo depois:

Napoleão estava voltando para casa num transporte público, estava bem vazio além dele havia apenas uma moça e dois guerreiros que faziam parte da guarda policial da cidade.

"Onde estavam esses incompetentes quando eu fui assaltado ?" Resmungou Napoleão vendo eles rirem.

Eles começam a fazer piadas enquanto olhavam para a moça até ela se ofender e olhar pra eles irritada, eles se aproximam cada vez mais da moça.

"Percebeu isso Ibur ela não curte as nossa piada" Disse um dos guardas tocando no cabelo dela.

"E acho que devíamos contar outra piada, do que você tem graça gracinha ?" Perguntou Ibur rindo.

Napoleão percebe como isso iria acabar e tenta impedir.

"É, com licença!" Chamou Napoleão.

Os guardas olham para ele.

"Sim vocês mesmos, eu gostaria de saber se vocês tem técnicas médicas ?" Perguntou Napoleão.

"Técnicas médicas ? para quê ?" Perguntou Ibur.

"Eu pensei, já que vocês conseguem curar feridas em batalhas poderiam curar minhas alergias e problemas cardíacos ?" Respondeu Napoleão.

"Não é assim que funciona, eu não curo doenças apenas curo feridas" Disse Ibur começando a se irritar.

"Ao menos tentei tratar o meu problema" Disse Napoleão pegando o seu remédio para tomar.

De repente o outro guarda pega o remédio da mão de Napoleão.

"Ei você não pode fazer" Disse Napoleão.

"É mesmo é ? Vai fazer o que ?" Perguntou Ibur.

Napoleão tenta pegar o remédio de volta mas o guerreiro é mais rápido e o empurra.

"Sabe, pra um cara alto você é bem frágil" Comentou o outro guarda.

Ele derruba Napoleão e ambos começam a espancá-lo. enquanto isso a moça sai do veículo na primeira oportunidade e o mais rápido possível. Os guardas pisam na caixa do remédio e vão embora.

Algum tempo depois:

Napoleão acorda no hospital,era o dia seguinte e ele estava cheio de hematomas e pequenas fraturas.Nesse momento Um médico entra.

"Olá Napoleão..." Disse o médico.

Continua ?

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O computador do Omega deu problema pessoal,os próximos caps podem atrasar um pouco.

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Anda logo !!!!


Aliás, não dá pra ser + 18, hein hein ? Hihihi

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@Comando Omega qual o tema da história?

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Esse título aí tá meio... Meio que um... plágio?

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Eu tenho 16, ou seja, posso ler heheh

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@Inosuke escreveu:
Anda logo !!!!


Aliás, não dá pra ser + 18, hein hein ? Hihihi



não,até porque não é algo tão explícito


@Ulysses escreveu:
@Comando Omega qual o tema da história?


pior que nem eu sei classificar mas colocaria como drama,misturado com crítica social e um pouquinho de ação

@SenjuIchizoku escreveu:
Esse título aí tá meio... Meio que um... plágio?


O título foi intencional,acredite.




1-gostaria de agradecer pelo +100 vistos logo de cara

2-pelo que ficou óbvio meu pc foi consertado e eu voltei.





Aviso: A historia a seguir pode conter vários clichês, falta de originalidade e críticas sociais.


Carmesim Lilás

Capítulo 2

"Olá doutor " Disse Napoleão.

"Pelo que mostraram os exames você sofreu várias pancadas" Disse o médico.

"Sim eu sofri, mas me diga como está a garota ?" Perguntou Napoleão.

"Garota ? não tinha nenhuma garota, você foi achado pelo pessoal que ia pro trabalho de madrugada" Respondeu o médico.

Napoleão fica em silêncio por um momento e repensa suas ações.

"Vou direto ao ponto Napoleão, sua situação é ... bastante complicada" Disse o médico.

"Eu quebrei algum osso importante ?" Perguntou Napoleão.

"Não, você tem alguns hematomas e uma pequena fratura na costela mas isso não é grave, o problema é que, nos exames que fizemos detectamos um tumor no seu fígado" Disse o médico.

Nesse momento Napoleão entra em choque, várias emoções passam pela cabeça dele mas mesmo assim ele tenta ver o lado positivo.

"Bem, pelo menos eu ainda posso me inscrever na Saúde Solidária para me tratar, não é doutor ? " Disse Napoleão.

Saúde Solidária ou S.S era um programa de saúde pública local.

"Ouvi coisas sobre a programa S.S Napoleão, infelizmente vão criar um novo programa de transferência de renda, baseado na quantidade de filhos, com isso o orçamento dos outros programas vai diminuir e com isso alguns médicos podem ser mandados embora, teremos menos equipamentos e as filas podem aumentar muito" Disse o médico.

"Essa vai ser minha última semana aqui antes de ser transferido" Disse o médico.

Napoleão se desanima. O médico dá a ele 4 dias de folga e uma lista de remédios para tratar os ferimentos.

Algum tempo depois:

Napoleão estava pensando enquanto andava de volta para casa, ele raramente tinha dinheiro o bastante para investir e agora teria que arranjar mais para tentar a saúde privada "como ele iria conseguir se tratar ?" uma das coisas que Napoleão sempre quis foi ter uma saúde perfeita, sem precisar de remédios, sem ter ataques de alergia ou outros problemas genéticos, poder correr sem sentir os efeitos dos problemas cardíacos ou simplesmente mais força física para fazer suas tarefas. Ele vira a rua e bate de frente com um sem-teto local, as anotações de ambos caem.

"Qual é a sua ?" Perguntou Napoleão.

"Eu sinto muito senhor" Disse o sem-teto.

"Está bem, todos podem errar" Disse Napoleão.

Ambos pegam os documentos no chão.

"Sabe eu gostaria te recompensar por esse mal entendido" Disse o sem-teto.

"Você ? bem eu não acho que você tenha muita coisa para me dar" Respondeu Napoleão.

"Bem, eu tenho isso" Disse o sem-teto mostrando uma bolsa cheia de moedas.

Algum tempo:

Após arrumar um pouco de confusão para entrar o sem teto e Napoleão conseguem entrar num restaurante e pedem tudo o que conseguem comer, Napoleão olhava para ele de forma séria e afrontosa apesar de agradecer por aquilo.

"E então como conseguiu todo esse dinheiro ? achou um tesouro ou algo parecido ?" Perguntou Napoleão.

"Não, essas foram minhas economias, fiz dinheiro com o máximo de trabalho que eu pude no último ano, sabe...ajudando em obras, carregando coisas, pedindo esmolas, esse tipo de coisa" Respondeu o sem-teto.

"E pra quê tudo isso ?" Perguntou Napoleão.

"Isso ? Tenho que conservar o máximo de energia possível, afinal, eu vou me tornar o homem mais forte desse mundo" Respondeu o sem-teto.

"O homem mais forte do mundo !?" Disse Napoleão soltando um pequeno riso.

"Eu, Adonibisa me tornarei o senhor das chamas e do magma" Respondeu Adonibisa.

"Que ótimo, mais um sem-teto maluco, pelo menos ele me pagou o almoço" Pensou Napoleão.

"E como vai fazer isso ?" Perguntou Napoleão.

"Com a fruta Carmesim Lilás" Respondeu Adonibisa.

"Fruta Carmesim Lilás ?" Perguntou Napoleão.

"Sim, a fruta Carmesim Lilás é uma fruta mágica enviada pelos deuses para esse planeta" Respondeu Adonibisa.

"Isso é impossível, os deuses não intervêm em nada relacionado aos mortais, eles não interferem nos vários impérios ditatoriais pelo universo, eles não interferem para nos salvar das erupções dos vulcões que acontecem nesse planeta" Respondeu Napoleão.

As vezes, quando os deuses estão entediados ele lançam algumas migalhas de poderes em forma de artefatos e desafios para nós mortais, enquanto os mortais brigam por isso eles se divertem.

"De tempos em tempos uma árvore cresce em algum canto desse planeta, dizem ela da alguns frutos mágicos, esses frutos podem fortalecer o consumidor a um nível maior do que até ele imagina, dizem que ele é induzido a controlar uma estranha energia além de manipulação livre das chamas" Explicou Adonibisa.

"Fortalece ? então, supondo que uma pessoa doente e fraca comesse essa fruta, ela iria se curar ?" Perguntou Napoleão.

"Talvez, ouvi dizer que o seu corpo passa por uma transformação ao consumir a fruta Carmesim Lilás, definitivamente deve ficar nas melhores condições possíveis" Respondeu Adonibisa.

"E como é que você vai achar essa árvore em todo o planeta ?" Perguntou Napoleão antes de tomar mais um gole de bebida.

"Eu li, pesquisei muito sobre os registros das árvores e as localizações anteriores da fruta, e então notei um padrão dos astros nesses períodos, por meio disso eu usei a astronomia para calcular e tentar prever o lugar onde a árvore vai nascer dessa vez" Respondeu Adonibisa.

"E por que você está me contando isso ? sabendo dessa fruta eu também poderia ir atrás dela ?" Perguntou Napoleão.

"Não tem muitos problemas se 2 pessoas chegarem lá, geralmente a árvore dá mais do que 1 fruto por vez, e quando a transformação estiver completa comer uma 2º fruta já não tem mais efeito " Explicou Adonibisa.

Alguns minutos depois:

Napoleão agradece pelo almoço e ambos saem, ao sairem ele veem algumas naves sobrevoando a cidade.

"Droga, eles devem ter vindo atrás da fruta Carmesim Lilás, tenho que me apressar" Disse Adonibisa.

O sem teto corre para tentar alugar algum veículo. Enquanto isso Napoleão volta para casa para respirar e pensar um pouco, após isso ele tenta ver a lista de remédios mas quando vê são apenas alguns cálculo indicando uma coordenada, ele havia pego o documento errado. Napoleão se enfurece um pouco, mas após pensar ele olha novamente as coordenadas.

"E se for verdade ?" Pensou Napoleão.

Se ele conseguisse o suposto poder da fruta a transformação corrigiria quase todos os seus problemas, inclusive o tumor em seu fígado. Em seus 52 anos Napoleão sempre teve uma vida de dificuldades mas sempre conseguia se livrar deles, mesmo que ficasse doente por causa das crises alérgicas e da baixa imunidade ele ainda sobrevivia, mesmo que ele tivesse tentado tirar a própria vida quando teve depressão ele ainda sobrevivia e conseguiu seguir em frente, mas parecia que dessa vez ele realmente morreria se não tratasse essa doença logo.

"Essa fruta,ela realmente pode me salvar ?" Pensou Napoleão.

"Esse é uma lenda que eu preciso acreditar" Pensou Napoleão.

Após passar várias emoções pela cabeça de Napoleão ele toma uma decisão, ele iria atrás da fruta Carmesim Lilás. Ele começa a arrumar suas coisas e parte para fora da cidade com todo o dinheiro que tinha em seus bolsos e todos os remédios que ele tunha para se manter.

3 dias depois:

Napoleão estava andando por um vale enquanto via um mapa, ainda estava escuro e ele já havia consumido todos os remédios, ele vê uma espécie de templo em ruínas e confere as coordenadas. Napoleão começa a subir o templo empolgado, ele sente seu coração disparando a cada movimento e a diminui um pouco o ritmo até chegar. chegando no topo ele dá de cara com ela, a pequena árvore cujos frutos eram de cor Carmesim Lilás.

"Caramba e não é que era verdade!" Exclamou Napoleão ao ver a pequena árvore.

Haviam 4 frutas, ele observa por alguns segundos e se aproxima, quando ele toca a árvore sente pequenas vibrações vindo dela, como se estivesse emitindo um sinal para facilitar sua procura. De Repente, parte do chão começa a ceder e Napoleão cai junto com alguns galhos da árvore e 3 frutas.

Continua ?



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1-Falei lá no discord do fórum que iria postar os caps todos os dias,e é isso que eu farei

2-Gostaria de agradecer pelos +135 vistos aqui





Aviso: A historia a seguir pode conter vários clichês, falta de originalidade e críticas sociais.


Carmesim Lilás

Capítulo 3

Napoleão cai na parte subterrânea do templo e agoniza de dor por alguns segundos por causa da queda, mas logo ele ignora ao ver os frutos na frente dele, Napoleão estava eufórico e logo come um dos frutos.

"Agora,venham poderes!" Gritou Napoleão ofegante.

"Que estanho" Comentou ele ao ver que nada havia acontecido.

Num ato de desespero Napoleão come os outros dois frutos para ver se funciona.

"Não, não pode ser" Pensou Napoleão.

"Meu corpo está ficando estranho" Percebeu Napoleão.

Ele sente uma pontada em seu coração.

"Droga, deve ser problema de pressão, se pelo menos eu tivesse um remédio para controlar isso" Pensou Napoleão.

Ele se senta um pouco para tentar tomar um ar e resistir a isso.

"Então a lenda era falsa ?" Pensou Napoleão.

"É assim que eu vou terminar ? sou um idiota, toda a minha vida não passa de uma grande instrumento descartável com defeito" Se lamentou Napoleão enquanto começava a chorar.

"Merda, merda, merda" Pensou Napoleão.

A sensação em seu coração se intensifica, é como se ele estivesse se partindo em 3 mas ao mesmo tempo permanecido o mesmo.

"Sinto frio, quase não enxergo, é assim que eu vou morrer ?" Pensou Napoleão enquanto sentia febre.

Ele fecha os seus olhos e os abre novamente com um brilho azul neles.

Enquanto isso:

Uma nave se aproximava do templo.

"É um belo lugar para a árvore nascer dessa vez " Comentou uma dos tripulantes.

Ambos os tripulantes, eram Draconianos, uma raça de humanoides que havia evoluído de dragões tanto que se assemelhavam mais a outras raças mais humanizadas do que seus ancestrais.

"Consegue estacionar sem mim ? diferente de você eu não tenho poderes fogo e vou precisar de uma roupa especial" Disse a tripulante.

"Claro Turi, coloca o seu traje que eu me viro aqui" Disse o outro tripulante.

A nave pousa e ambos saem dela.

"Seguir a frequência de vibrações que estava vindo daqui foi uma boa ideia" Disse o outro tripulante.

"Um templo deveram alto não acha Yroi ? " Perguntou Turi.

"É sim, vou escalar ele enquanto você vai pelo subterrâneo" Responde Yroi.

Ela se concentra por uns instantes e pula para cavar, Turi estava usando técnica para se locomover com facilidade por debaixo da Terra, tão fácil que parecia que estava nadando. Nesse momento outras naves começam a chegar e algumas pessoas começam a sair delas, todos também eram draconianos.

"Kayapo, Kyra e Naurú, todos guerreiros consideravelmente conhecidos " Analisou Yroi.

"Parece que todos chegaram ao mesmo tempo" Comentou Kayapo com um tom irônico.

"Seria realmente uma pena termos que decidir quem vai ficar com a fruta lutando, é exatamente isso o que os deuses querem" Disse Kyra.

"Senhores, não é necessário brigarmos abruptamente assim tenho certeza que a árvore dará frutas o bastante para todos nós" Disse Yroi.

"Só preciso enrolar eles até a Turi pegar a fruta" Pensou Yroi.

Enquanto isso, no subterrâneo:

Turi chega para investigar e acha pegadas, mas não eram pegadas normais, eram como seu um pé literalmente tivesse derretido o solo, ela segue as pegadas e vê uma figura nas sombras, Turi se assusta com aquilo.

"Suas roupas, são aprova de fogo ?" Perguntou a figura.

De volta a Superfície:

"Talvez esteja certo, realmente bem poucas pessoas conseguiram achar o fruto dessa vez" Disse Naurú.

Enquanto eles conversavam, alguém da nave de Kayapo estava usando um equipamento para ver o templo e acaba encontrando a árvore encima dele. Em seguida Kayapo recebe uma mensagem dessa pessoa.

"Meu sobrinho disse que a árvore só tem uma fruta" Disse Kayapo.

"Bem, nesse caso..."

Yroi da um soco na cara de kayapo e começa a correr, todos se apressam para alcança-lo, Naurú arremessa uma faca em Yroi fazendo fazendo tombar.

"Cacete!" se queixou Yroi de dor.

Kyra consegue passá-lo e usa uma técnica para criar lama e fazer os outros escorregarem, ele sobe um pouco mais porém é atingido por uma flecha de energia, era o sobrinho de Kayapo, ele havia saído da nave e estava mirando desde que avisou seu tio sobre a árvore.

"Toma essa gordão" Comentou o Jovem.

Kayapo começa a voar para ir até o topo mas ele observa correntes vindo até ele e desvia por pouco precisando pousar, Kayapo observa em volta e ouve passos, rapidamente ele desvia de mais um ataque com corrente e destrói o equipamento de invisibilidade revelando mais um interessado na Fruta.

"Paiaxi,é melhor rezar pra que a sua regeneração aguente quando eu cremar você vivo" Disse Kayapo irritado.

Paiaxi tenta atacar Kayapo mas ele desviar e contra ataca quebrando o nariz de Paiaxi, que simplesmente o coloca no lugar e cicatriza sua ferida.

"Já não basta conseguir uma imortalidade, ele ainda vem pegar mais poder" Pensou Kayapo.

Nesse momento Yroi parte em alta velocidade para atacar os dois, ele quebra o pescoço de Paiaxi com um chute e afasta Kayapo com uma bola de fogo.

"Estou tão perto, eu e minha esposa não viemos de outra galáxia só pra voltar de mãos vazias" Pensou Yroi enquanto subia as escadas

Ele estava perto, faltava apenas mais uns poucos degraus até que ele pego pelas correntes de Paiaxi, mesmo assim Yroi tentar subir, Kyra se alia a Paiaxi temporariamente só para puxar Yroi e ele não conseguir a fruta. Yroi junta o máximo de suas forças e se estica, ele estava quase encostando na fruta. De repente ela é pega por outra pessoa, nesse momento também começa a amanhecer revelando que era Napoleão quem havia conseguido a fruta, Mas ele estava diferente. Ele estava coberto por um manto que lembrava chamas azuis, seu porte físico estava muito mais avançado, quase todos os seus problemas que poderiam atrapalhar seus rendimentos em combates sumiram, ele também parecia ter rejuvenescido.

"Sinto lhes informar mas eu cheguei primeiro" Disse Napoleão.

Ele come o fruto que havia acabado de pegar e todos quebram a cara.

"Seu fominha, a fruta não tem efeito depois que a transformação está completa, agora vamos ter que esperar 5 anos pra que a próxima árvore cresça" Disse Kayapo irritado.

"Tanto faz" Disse Napoleão.

"Quem é esse cara ?" Pergunto Kyra.

"Quem eu sou não importa, o que importa é que eu nunca me senti tão bem desde que comi essa fruta" Disse Napoleão.

Yroi percebe a roupa a prova de fogo que Napoleão estava vestindo.

"Essa é a roupa da Turi, o que você fez com ela ?!" Perguntou Yroi.

"Estou usando as roupas dela, o que você acha que eu devo ter feito ?" Provocou Napoleão com um sorriso malicioso.

"Seu filho da puta, vou acabar com você!" Gritou Yroi com ódio.

"Hora de testar esse meu novo corpo" Pensou Napoleão.

Yroi golpeia ele com toda a sua força o arremessando para longe, ele o segue rapidamente e continua o golpeando com socos e chutes, Yroi o golpeava tanto que suas mãos já estavam pegando fogo, mas mesmo assim ele não parava, enquanto estava sendo golpeado Napoleão se lembrava das vezes que seu pai o colocava para brigar com seu irmão na infância, mesmo o atacando com tudo seu irmão permanecia ileso, ele o achava invencível naquela época. Yroi o chuta para onde estava um rio raso e começa a se concentrar.

"Não vou mentir,esses golpes machucaram um pouquinho,mas essa dor não é nada comparada a dor dos golpes daqueles guardas" Pensou Napoleão enquanto se levantava com um sorriso.

Ele cospe um dente e quando ele vê Yroi percebe ele carregando uma estranha energia, ele já havia ouvido falar na época em que era obrigado a treinar mas ainda não se lembra ainda, Yroi carrega uma poderosa rajada de energia, logo é essa energia pura é transformada em energia é transformada em energia elemental de fogo.

"Tio Kayapo" Chamou o sobrinho de Kayapo que havia acabado de chegar no topo do templo.

"Sim ?" Respondeu Kayapo.

"Se tudo o que você disse da lenda for verdade,então..."

"Eu sei o que vai acontecer, Yroi está furioso, não está lutando com a cabeça, temos que torcer pra que ele controle bem a área desse ataque ou toda esse hemisfério pode ser afetado" Disse Kayapo.

"Maldição, odeio ter que admitir mas o Yroi é o mais forte daqui, se nem ele consegue dar conta desse cara então teremos que ter um plano" Pensou Kayapo.

Yroi lança uma poderosa rajada de fogo em forma de uma dragão oriental, Napoleão é atingido em cheio causando uma pequena explosão, todos os que viam o combate ficam aliviados. Yroi vai até Napoleão que estava deitado, toda a água ali fervia e estava começando a causar uma neblina.

"Eu vou te mandar pro inferno" Disse Yroi.

"Eu,eu..."

Napoleão começa a se levantar lentamente sem usar as mãos,ele queria sentir seus ossos se estalando devido a melhor mobilidade e a facilidade em levantar seu próprio peso. após se lentar ele golpeia Yroi de volta o arremessando numa montanha e fazendo sangue sair de seu nariz.

"Eu não senti nada com esse último ataque!" Gritou Napoleão.

Napoleão era imune a ataques de fogo.

Continua ?

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1-gostaria de agradecer pelos quase 150 vistos aqui, obrigado pessoal.




Aviso: A historia a seguir pode conter vários clichês, falta de originalidade e críticas sociais.


Carmesim Lilás

Capítulo 4

Yroi ainda estava furioso mas havia se acalmado para pensar melhor em como vencer aquela luta.

"Ele é imune a ataques de fogo e seu manto tem um calor absurdo a ponto de colocar fogo nos punhos em contatos prolongados, então de acordo com a lenda ele também deve ser capaz de controlar as chamas e a lava com a mente" Analisou Yroi.

Napoleão faz uma investida contra Yroi, os olhos do draconiano brilham e ele olha diretamente para Napoleão, ele desvia no último momento e o portador da fruta colide com a montanha. Quando Napoleão olha de volta ele percebe que estava vendo Tenag.

"Tenag ?" Disse Napoleão.

"Sim,sou eu " Disse Tenag.

Enquanto isso os outros guerreiros viam a luta.

"Pelo que parece o Yroi conseguiu pegar ele numa técnica ilusória" Analisou Paiaxi.

Napoleão estava sem entender o que estava acontecendo.

"Napoleão, apenas desative o manto e vamos para casa" Disse Yroi disfarçado de Tenag.

"Eu não sei desativar o manto" Respondeu Napoleão.

"Está bem, nesse caso apenas vire-se de costas, eu vou pressionar pontos de pressão para desativa-lo" Mentiu Yroi.

Napoleão se vira e Yroi se aproxima para tentar golpeá-lo na nuca.

"Espere um momento, a Tenag nunca faria questão de tocar em mim" Disse Napoleão.

"Merda!" Pensou Yroi.

Napoleão se vira com um chute que arremessa Yroi de volta para o templo,o golpe faz Yroi se desconcentrar e a ilusão acabar.

"Acho que esse cara não controla o mana, nem um guerreiro ele deve ser também" Disse Yroi para os outros.

Napoleão pula para atacá-lo mas ele desvia.

"Desativar o manto !?" Pensou Napoleão.

Ele levanta a sua mão e tenta se concentrar.

"O que ele está fazendo ?" Perguntou o sobrinho de Kayapo.

"A fruta Carmesim Lilás foi feita para aqueles que controlam o mana, como ele ainda não está habituado com o poder ele nem pode usufruir completamente, ele está tentando controlar o mana" Disse Kayapo.

Napoleão continua movendo o seu braço esperando que algo saia.

"Como aquele cara fez isso mesmo" Disse Napoleão.

Ele levanta a mão pro alto e começa a sair fogo, Napoleão aponta suas duas mãos para o chão e mais fogo saem delas, ele pensa por alguns segundos e tenta fazer isso para ganhar propulsão e simular um voo. Em seguida ele tenta fazer outra investida contra Yroi, que desvia por pouco, Napoleão tenta mais investidas fazendo com que Yroi tenha que se afastar e ambos pousam numa montanha próxima do templo.

"Agora vou fazer um para destruir" Disse Napoleão.

Ele começa a concentrar um esfera de energia flamejante em sua mão.

"Pessoal, se esse cara não controla o mana então ele também não tem controle da área de destruição, vamos todos pros ares " Disse Kyra.

"Essa não" Pensou Paiaxi.

Napoleão atira a esfera, Yroi tenta parar ela com as mãos, o draconiano estava utilizando bastante esforço para tentar conter o ataque.

"Tio, o que ele está fazendo ?" Perguntou o sobrinho Kayapo.

"Yroi é um dos melhores usuários da manipulação de fogo que eu conheço, ele está tentando infundir o seu mana para controlar a bola de fogo do outro e assim devolver o ataque" Respondeu Kayapo.

"Da pra fazer isso ?" Perguntou o garoto.

"Sim, mas é bem difícil e requer um controle incrível de mana" Respondeu Kayapo.

Yroi consegue com muito esforço controlar a bola de fogo lançada nele, ele rapidamente mira em Napoleão.

"Isso é pela Turi" Disse Yroi.

Ele lança a bola de fogo de volta para Napoleão, que é arremessado para longe com o impacto .

"O portador da fruta é uma ameaça a todos com essa falta deecontrole, precisamos ajudar o Yroi" Disse Paiaxi começando a voar.

Todos começam a voar até Napoleão, Paiaxi ataca com as corrente mas Napoleão as pega e o puxa,em seguida acerta um tapa nele que deixa uma queimadura. Naurú o ataca em seguida com uma espada, mas ao entrar em contato com o corpo de Napoleão a espada rapidamente derrete.

"Droga, esqueci do calor do manto" Pensou Naurú.

Napoleão observa uma oportunidade e acertas costas dele fazendo-o cair no chão.

"Essa não" Disse Kayapo.

O guerreiro ativa um técnica que aumentava o seu poder de forma temporária e acerta Napoleão e o derruba antes que ele atacasse o espadachim de novo. Após isso todos se agrupam.

"Peguei ele distraído" Comentou Kayapo.

"Ele forte, mas não é invencível, se pudermos usar uma boa estratégia poderemos derrotá-lo" Disse Paiaxi.

Napoleão se levanta e ele expira uma pequena aura azul da boca, Napoleão levanta sua cabeça.

"O que ele está fazendo ?" Perguntou Kyra.

"Sinto um concentração de mana na boca dele, ele vai atirar" Disse Yroi.

Kyra tenta fazer a sua técnica que consistia em sugar a concentração de mana antes da técnica ser feita e transformar em calorias para o seu próprio corpo. A boca de Napoleão começa a ficar cheia.

"Droga, agora é tarde demais" Disse Kyra.

Napoleão solta uma poderosa rajada flamejante neles, Yroi tenta levantar uma parede de fogo para se defender e Kayapo lança o seu sobrinho para longe da mira do ataque, o ataque atinge a parede e a supera causando uma grande explosão. Dela, Apenas o sobrinho de Kayapo e Kyra conseguiram fugir, Yroi e Naurú estavam derrotados, Kayapo estava um pouco ferido por ter sido pego por parte da explosão e Paiaxi esta mutilado, precisando forçar a sua regeneração para voltar ao combate, boa parte das montanhas próximas foram destruídas também.

"Isso poderia ter destruído muito mais, tivemos sorte" Disse Kayapo.

"Acho que acabamos aqui" Disse Napoleão.

Nesse momento ele é preso por corrente.

"Ativar modo bodybreaker" Disse Kayapo ativando sua técnica.

Kayapo o golpeia algumas vezes e o chuta antes que pudesse se queimar com o manto de calor,Kyra consegue encaixar um chute com as duas pernas o arremessando para longe.

"Não o afastem demais ou as correntes de energia vão se soltar" Disse Paiaxi.

O sobrinho de Kayapo mira com seu arco para atirar na cabeça de Napoleão, ele vê isso e rapidamente quebra as correntes para golpeá-lo, o garoto cai no chão de dor e Kayapo tenta mais uma vez atacar Napoleão, o portador da fruta desvia e acerta a cara de Kayapo com toda a sua força o arremessando para longe. Antes que pudesse fazer outra coisa, Napoleão é envolvido e preso numa prisão de lama que o esmagava.

"Ele é muito forte, não vou segurar ele por muito tempo" Disse Kyra.

A lama enrijece e quebra por causa do calor e Napoleão consegue sair de lá com facilidade, enquanto ele se aproximava Paiaxi tenta o acertar com as correntes mas ele desvia, Napoleão se aproxima e golpeia Kyra para longe, graças as seu físico Kyra consegue resistir um pouco melhor a ataques físicos e ele consegue levantar.

"Então, você se regenera" Comentou Napoleão.

Paiaxi fica em silêncio.

"Me diga, você ainda quer continuar com essa luta ?" Disse Napoleão com um tom de arrogância.

Paiaxi fecha seu punho e tenta golpeá-lo. Quando Kyra chega, ele vê Paiaxi sem os braços e com metade do corpo partido, além de diversas queimaduras.

"Pronto para mais um round ?" perguntou Napoleão.

Kyra se concentra, de repente suas calorias começam a queimar fazendo-o ficar magro, seu cabelo e unhas crescem, Napoleão fica confuso com isso e Kyra o ataca.

"Ele está mais forte e bem mais rápido agora" Percebe Napoleão enquanto se defendia.

Kyra pula para trás dele e golpeia suas costas o fazendo tombar.

"Esse cara deixa muitas brechas, talvez ele realmente não seja um guerreiro" Pensou Kyra.

Napoleão se irrita e intensifica o manto de calor fazendo com que Kyra tenha que recuar, Napoleão o segue e antes que Kyra possa executar outro ataque ele é golpeado na barriga fazendo-o cuspir sangue e tombar, Kyra da uma rasteira em Napoleão em tenta fugir mas o portador da fruta atira uma bola de fogo em Kyra e o derrota, Kyra desativa a sua técnica, seu cabelo diminua e sua barriga começa a crescer de novo, ele já estava quase inconsciente. Napoleão se aproxima dele e ameaça golpeá-lo mas desiste ao ver o medo e o terror no rosto de Kyra. Napoleão olha em volta e simplesmente vai embora lançando fogo pelas mãos.


Continua ?

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Aviso: A historia a seguir pode conter vários clichês, falta de originalidade e críticas sociais.


Carmesim Lilás

Capítulo 5

"Aquele desgraçado" Disse Yroi enquanto se levantava.

Kyra vai até Paiaxi.

"Você vai sair dessa ?" Perguntou Kyra.

"Sim, as queimaduras são graves mas não carbonizaram, só preciso de tempo pra regenerar, e talvez novas roupas" Respondeu Paiaxi.

"Estão todos bem ?" Perguntou Kyra.

"Sim, mas acho que vou precisar de outra espada" Disse Naurú.

Kayapo acena simbolizando que sim apesar dos ferimentos

"Não, não está tudo bem !" Gritou Yroi.

"Ele fez sabe-se lá o que com minha esposa e depois matou ela, isso não vai ficar assim, eu juro que depois de 5 anos quando a próxima árvore nascer eu comerei o fruto dela e depois vou atrás dele" Disse Yroi jurando vingança.

"Yroi ?" Chamou Turi.

"Turi, você está viva" Disse Yroi.

Ele se aproxima dela.

"Ele fez alguma coisa com você ?" Perguntou Yroi.

"Não, ele pediu minha roupa a prova de fogo e depois ele simplesmente foi embora" Explicou Turi.

"Entendo" Disse Yroi.

"E então vamos contar sobre o que ocorreu aqui ?" Perguntou Naurú.

"Diremos o necessário, ele chegou primeiro que a gente, pegou o fruto e vazou enquanto nós estávamos lutando entre si" Sugeriu Kayapo.

Enquanto isso:

Napoleão pousa numa colina longe dali para respirar um pouco e tentar absorver tudo o que havia ocorrido. Napoleão se apoia numa árvore que estava ali mas esta logo começa a entrar em combustão, Napoleão se desespera e tenta apagar o fogo mas apenas queima mais a árvore e ainda queima parte do chão.

"Droga, não me acostumei com esses poderes que ganhei" Pensou Napoleão.

Ele para de tentar apagar o fogo e olha para as suas mãos.

"Eu tenho poderes" Pensou Napoleão.

Ele sorri e começa a rir, logo começa a dançar de felicidade, com uma mobilidade que nunca seria possível com seu físico antigo. Napoleão se desequilibra e cai da colina.

"Nem doeu" Disse Napoleão enquanto se levantava.

Várias horas depois:

Napoleão chega nos arredores da cidade de uma viagem, que na ida demorou dias e na volta foram apenas algumas horas e paradas para perguntar o caminho e comer. Havia anoitecido a pouco tempo, e Napoleão se prepara para dar mais um passo até que ele sente uma fraqueza e tomba, seu manto se desativa e ele fica confuso com isso mas logo ignora e continua seu caminho. Ele chega até sua casa sem chamar muita atenção toma um banho, e se prepara para dormir.

"Deus, espero que acorde amanhã e que isso não seja um sonho" Disse Napoleão.

Poucas horas depois ele acorda e percebe sua cama pegando fogo, seu manto havia se reativado, ele corre para o chuveiro tentando se apagar mas as chamas do manto eram mais fortes, Napoleão se desespera por um momento mas logo se acalma.

"Pensa Napoleão, por que isso tá acontecendo ?" Se perguntou Napoleão.

Ele logo lembra dos guerreiros terem citado o mana. Napoleão tinha vagas recordações do mana pelas vezes que seu pai o obrigava a treinar na infância, ele nunca foi bom nisso, o mana que ele nunca conseguiu acessar após tantos anos agora teria que ser controlado pelo bem dele.

Napoleão começa a respirar fundo e meditar, liberar e suprimir a sua aura até o seu manto se desativar, em seguida ele repete o processo até o amanhecer.

De manhã:

Napoleão estava dormindo no banheiro até que ele acorda e vai ver a hora.

"Droga, tô atrasado pro trabalho" Pensou Napoleão.

Ele rapidamente se veste e saiu com a comida ainda na boca esperando conseguir pegar a condução, ela passa direto por ele e Napoleão tenta alcança-la, mas ao ver que ele facilmente supera a velocidade do veículo ele prefere ir ao trabalho a pé.

"Tô atrasado ?" Perguntou Napoleão.

"Não, pra falar a verdade chegou na hora" Disse um dos colegas de setor.

Napoleão entrega a carta do Médico explicando o motivo dele faltar 4 dias ao seu chefe.

"Você parece um pouco diferente Napoleão" Notou o chefe de Napoleão.

"Cortou o cabelo?" Perguntou o Chefe.

"Meu cabelo ? eu acho que ele até cresceu um pouco" Respondeu Napoleão enquanto via seu cabelo.

Pouco tempo depois:

Toda a frota estava pronta para enviar os suplementos que chegaram antes, Napoleão começa pensar enquanto estava pilotando:

"Espere um momento, eu cruzei praticamente todo um continente em algumas horas, poderia ir e voltar do destino em menos de uma hora" Pensou Napoleão.

Ele sai do veículo, ele hesita um pouco mas coloca as mãos embaixo dele e se impressiona enquanto o levanta.

"Tá bem, tá bem, agora é só manter o equilíbrio e ir lá" Disse Napoleão.

1 hora e 7 minutos depois:

Napoleão já havia voltado para o departamento, a velocidade da entrega compensou em um pagamento extra, tanto para a empresa quanto para o próprio Napoleão e ele estava pensando naquilo.

"Agora sim, com isso tudo vou conseguir comprar um cama nova em 3 dias" Pensou Napoleão.

Ele estava passando por perto da porta de seu chefe e acaba ouvindo uma ligação.

O que ele ouve o faz ficar alerta, e começar a procurar pistas.

8 Dias depois:

Napoleão já estava conseguindo controlar melhor os seu poderes, ele estava aprendendo a usar o seu mana para fazer objetos conseguirem resistir ao seu manto de calor, assim suas roupas ficariam inteiras em uma possível emergência.

" Bom dia pessoal" Disse Napoleão chegando no seu trabalho.

Ele vê que todos estavam de luto.

"O que houve ?" Perguntou Napoleão.

"O Louis do turno da noite sofreu Latrocínio" Respondeu um funcionário.

Latrocínio é roubo seguido de morte.

Napoleão se entristece um pouco com isso. Em seguida o chefe do setor chega de forma contente e presenteia todos do setor com cestas básica.

"Pra quê isso tudo ?" Perguntou um dos funcionários.

"Apenas um brinde pela grande eficiência de vocês ultimamente, o departamento lucrou muito nesses últimos dias" Disse o chefe.

Enquanto todos estavam abrindo as cestas, Napoleão se aproxima do seu chefe.

"O Louis morreu chefe" Avisou Napoleão.

"E…" Disse o Chefe.

"E a empresa vai pagar o funeral dele ? é direito dele já que morreu durante o trabalho" Perguntou Napoleão.

"Tenho certeza que uma cesta básica para toda a família dele vai ser mais útil a longo prazo" Respondeu o chefe.

"Será ? Ou será que é porque você está desviando todo o dinheiro extra que o departamento ganhou nesses dias usando essas cestas básicas ?" Perguntou Napoleão.

Ele joga na mesa uma pasta com várias provas que Napoleão reuniu.

"Droga Napoleão" Respondeu o chefe.

"Pensa comigo, eles não se importam com a gente da base da pirâmide, só eles estão lá e favorecem os seus próximos para também chegarem, eu dei o máximo de mim e sequer sou reconhecido" Disse o Chefe tentando se justificar.

"Do mesmo jeito que nós do setor temos nossos direitos negados por você e apenas algumas migalhas de cestas entregues quando lhe-convém, você sabe sabe que nós lucramos muito nesses último dias chefe mas o gerente geral não sabe do dinheiro extra que a gente fez, eu não me importo com o que você acha" Respondeu Napoleão.

"Você parece muito exaltado, quem sabe se eu te der um agrado você consiga dormir em paz sem se intrometer nisso" Disse o Chefe de Napoleão tentando barganhar.

Napoleão o empurra contra a parede, chamando a atenção de todos.

"Quer dormir paz ? tenha, consciência limpa" Disse Napoleão.

"Pessoal ?" Perguntou um funcionário.

"Chamem o supervisor, mostra isso pra ele e põe a cestas básicas na conta do chefe" Disse Napoleão entregando as provas.

O chefe de Napoleão se irrita e tenta acertar um soco nele mas Napoleão ativa o seu manto fazendo o seu chefe queimar a mão, todos se impressionam.

"Napoleão como conseguiu esse poder ?" Perguntou uma funcionária.

"A fruta Carmesim Lilás" Respondeu Napoleão

Continua ?

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Capítulo 6

O Vulcão próximo da cidade entra em atividade. Enquanto isso a história de Napoleão se espalha e logo ele começa a ficar conhecido, ser convidado a festas com celebridades e também convidado para entrevistas, ele até se demite do seu antigo emprego. Napoleão havia conseguido a saúde e força que sempre quis e ainda conseguiu a atenção do resto das pessoas.

5 dias depois:

Napoleão estava numa festa acompanhado de várias pessoas famosas e influentes naquela região. mesmo assim ele não parecia feliz ele estava sentindo que algo estava errado. Napoleão pede um espaço para respirar e vai até a sacada do prédio, ele observa alguma pessoas andando, outras sentadas, outras que eram sem tetos, e algumas recebendo ajuda e sendo melhor tratadas por causa de seus dotes. Em seguida Napoleão olha cima e vê o satélite natural do planeta refletindo em seus olhos, de repente ideias e uma reflexão começa a passar na cabeça dele, "As pessoas realmente estavam respeitando ele ? ou era apenas por causa dos seus poderes que poderia convenientemente salvar toda a cidade da erupção que futuramente iria ocorrer ? " , "E depois o que aconteceria ? era correto ajudar a sociedade que nunca o ajudou só porque ele tem o poder pra isso ? " , "várias pessoas estavam contando com ele por causa dos poderes mas era justo ?" ele estava tendo uma epifania. Napoleão simplesmente sai da festa o mais rápido possível, não antes de levar alguns petiscos nos bolsos. Na saída ele observa os guardas que o haviam espancado algumas semanas atrás, Napoleão os segue.


2 dias depois:

Napoleão estava se arrumando para uma entrevista ao vivo. Enquanto isso o apresentador estava noticiando as mortes de Ybur e seu amigo Corido num incêndio que ocorreu na casa de cada um.

"Senhor Napoleão !" Chamou um dos assistente.

"É a sua vez" Disse o assistente.

Napoleão vai ao palco de maneira séria e objetiva, era a chance dele de se exibir paro o mundo, pela 1º vez em Xandria ele existia.

"Bem, essa entrada foi bem rápida" Comentou o apresentador do programa, Quarotz.

"Pois é" Respondeu Napoleão.

"Vamos começar" Disse Quarotz.

"Como você conseguiu esse poder ?" Perguntou Quarotz.

"Simples, foi graças ao fruto Carmesim Lilás" Respondeu Napoleão.

"E como você conseguiu achar essa fruta ?" Perguntou Quarotz.

"Só dei sorte de achar a árvore no lugar certo, na hora certa" Mentiu Napoleão.

"Entendo, e você usa seus poderes para fazer alguma coisa diferente no dia-a-dia ?" Perguntou Quarotz.

"Sim, uso minha força e velocidade para tirar vantagem das situações, por que eu pegaria um veículo até o trabalho se eu posso chegar lá correndo em 1 minuto ?" Respondeu Napoleão num tom de piada.

"Quais são seus poderes exatamente" Perguntou Quarotz.

"O básico, manipulação das chamas, e do calor, eu ainda estou lendo sobre o que posso fazer com isso mas com certeza eu poderia impedir algumas coisas de serem queimadas num incêndio" Respondeu Napoleão.

"E como você pretende impedir a erupção do vulcão ? todos estão contando com você Napoleão" Perguntou Quarotz.

"Vejamos, eu vou infundir o meu mana na minha casa para faze-la resistir ao calor das chamas e da lava" Respondeu Napoleão.

"E depois ?" Perguntou Napoleão.

"Quem sabe eu vá para o terraço e fique aproveitando a vista com uns tampões de ouvido" Respondeu Napoleão num tom satírico.

Quarotz fica em silêncio.

"Eu não vou salvar ninguém" Completou Napoleão de forma séria.

Todos ficam chocados com isso, dos que estavam na plateia até os que estavam assistindo pelos televisores e rádios. Alguns começam a vaiar Napoleão.

"Vocês vai mesmo fazer isso ? por que não vai salvar ninguém ?" Perguntou Quarotz.

"E por quê eu deveria salvar ? eu não sou o herói de vocês" Respondeu Napoleão.

As vaias se intessificam.

"Eu tô de boa, o que eu queria já consegui"

"Mas não pensa em salvar ninguém mesmo ? até em outras situações como assaltos.."

"Nah" Respondeu Napoleão antes de deixar Quarotz terminar a pergunta.

"O conceito de herói é relativo sob os diferentes olhos que decidem, assim como vocês do sistema decidem o que é bom e o que é mau, quem é o herói ..." Disse Napoleão Apontando para o telão onde estava a imagem dos dois guardas mortos no incêndio.

"E quem é o Vilão" Completou Napoleão apontando para si mesmo.

"Você poderia impedir mortes com isso, inclusive a dos dois homens que morreram no incêndio em suas casas, pelo menos um daria tempo de você salvar" Questionou Quarotz.

"Eu nem entendo porque todo mundo está fazendo tanto barulho pela morte daqueles dois em específico, quando eu estava sofrendo com minhas condições físicas e psicológicas ninguém nem ligou para mim, quanto homens como eu estão aí largados a própria sorte e nem o básico o estado consegue garantir a eles mas só porque aqueles dois fazem parte da classe dos guarda policial, guerreiros da cidade e todo esse lenga lenga tem um melhor tratamento de vocês e ainda se safam da besteira que fazem" Disse Napoleão.

"Bem, eles nós protegem" Respondeu Quarotz.

"Como é ? se eles já os protegem, então porque eu deveria ?" Perguntou Napoleão.

Quarotz fica em silêncio.

"Não conseguiram proteger nem a si mesmos quando coloquei fogo na casa deles" Disse Napoleão.

As vaias se intensificam ainda mais, algumas pessoas da plateia o chamas de maluco, outras o chamam de psicopata.

"Você matou eles ?! " Perguntou Quarotz com um pouco de medo por estar perto de Napoleão.

"Aqueles caras eram péssimos com as pessoas, isso pode custar algumas virgindades e gerar traumas alheios" Respondeu Napoleão.

"Tá, acho que já entendi, você matou eles por serem abusadores ? " Perguntou Quarotz.

"Sim e não, eu matei eles por terem me espancado até eu quase morrer depois que eu fui dar uma de herói em impedir o abuso deles, no final quem se fodeu fui eu e a garota cujo rosto amedontado eu nem lembro mais deve ter colado com um cara pior " Respondeu Napoleão.

" Eu sinceramente nem sei o que dizer" Respondeu Quarotz.

"Simplesmente encerre o programa, quero ir para casa" Disse Napoleão.

Uma pessoa atira uma garrafa em Napoleão, mas ele é rápido o bastante para reagir e ativar o manto de calor, a garrafa de vidro começa a derreter em sua mão e ele a larga. Todos ficam em silêncio e Napoleão começa sair do lugar.

Ao sair do programa ele da de cara com as autoridades o rendendo.

"E lá vamos nós" Disse Napoleão.

Após muita dor de cabeça e depoimentos, conseguiram acessar as câmeras do transporte no dia, e viram o momento em que ocorreu tudo, as autoridades decidiram simplesmente liberar Napoleão mas fazendo o máximo para encobrir o caso de abuso para não manchar o nome da instituição.

Mais tarde, naquele dia:

Napoleão estava na sua casa queimando a corda a qual usou para tentar suicídio durante a época em que tinha depressão, quando ele se prepara para colocar fogo em mais alguma coisa alguém bate na sua porta, era Tenag.

"O que você quer ?" Perguntou Napoleão.

"Bem, quando você disse que não salvaria ninguém lá na programa, eu pensei que talvez você possa repensar pro pessoal mais próximos como amigos e etc" Respondeu Tenag.

"Mesmo assim não vou salvar você e nem o seu filho" Disse Napoleão.

"Tem certeza ?" Disse Tenag se insinuando para Napoleão.

"Tenho" Respondeu Napoleão.

"Ah qual é, esse não é o Napoleão que eu conheço" Disse Tenag.

"Você não me conhece, nunca quis me conhecer, sempre que veio até mim era pra pedir algum favor e eu, o idiota aceitava a grande maioria" Disse Napoleão.

"Lembro do tempo em que éramos mais jovens, você escolheu outro cara, um grande babaca mas ok, depois ele te abandonou, mas mesmo assim vi como você era uma mãe decente e mesmo assim não perdi as esperanças com você mas depois você ficou com aquele outro cara dono de umas transportadoras, se separou e não conseguiu manter a metade do patrimônio que ganhou dele. Depois disso tudo você ainda acha que eu tenho a obrigação de salvar você depois de tantas chances que a vida te deu ?" Perguntou Napoleão.

"Sim ... não,espera ..."

Antes que Tenag possa terminar Napoleão bate a porta.

"Napoleão, me dá mais uma chance antes não sabia desse seu lado, agora te enxergo com outros olhos" Disse Tenag.

"Eu também, hoje vejo que não é tão bonita, hoje você é a velha acabada" Respondeu Napoleão.

"Mas e as pessoas Napoleão ? somos adaptados para resistir ao calor mas a lava pura de uma erupção é demais até pra gente, sem contar a fumaça, pessoas podem morrer" Disse Tenag.

"Sabe, o meu irmão me dizia que a sociedade é como a natureza, os mais forte e inteligentes, aqueles que tem atributos especiais se destacam, em outras palavras sobrevivência da melhor genética" Respondeu Napoleão.

"Quem liga se os mais fracos e fracassados não vão sobreviver ?" Perguntou Napoleão.

Ele vai embora, Tenag tenta o chamar por mais alguns minutos mas logo desiste e vai embora também.

Um dia e meio depois:

O tempo passa, algumas pessoas tentam evacuar a cidade, outras não conseguem e são obrigadas a se virar com a própria sorte. Membros da guarda policial se preparam para seu poderes para tentar parar a erupção e diminuir os efeitos. Enquanto isso Napoleão estava no telhado de sua casa observando todos até conseguir ver o prefeito da cidade sendo evacuado.

"Que incompetente, se olhasse as atividades sísmicas de tempo em tempos igual ao último prefeito ao invés de ficar de populismo quem sabe poderia organizar melhor isso" Pensou Napoleão.

O prefeito antes de embarcar no veículo olha para Napoleão com um certo rancor.

E Assim começa, as 9:30 daquele dia o vulcão entra em erupção, Napoleão coloca um tampão de ouvido para por causa do auto som, e vai para frente de sua casa, ele ativa o seu manto e concentra o seu mana em suas mão e o infunde em todo o seu terreno.

"É isso gastou mais energia do que eu esperava" Comentou Napoleão.

Em seguida ele volta para o telhado e começa a sentir os efeitos da fumaça.

"Droga esqueci disso" Lembrou Napoleão.

Ele rapidamente volta para pegar uma máscara e depois se senta numa cadeira, enquanto Napoleão estava lá no telhado bebendo um suco que estava fervendo por causa do calor, o caos se instalava na cidade, vários estavam perdendo suas casas e se ferindo por causa da lava, e das pedras que estavam voando na cidade.

"Não, isso não está certo" Disse Napoleão.

Ele volta em casa e pega um taco, para rebater as pedras que estavam voando para perto dele.

"Agora vou acertar direto na lava" Disse Napoleão se preparando para o taco.

A pedra é arremessada para perto dele e ele rebate mas acaba errando a lava.

"Nunca fui bom nesse esporte mesmo" Pensou Napoleão.

Ele olha para o lado e vê Adonibisa correndo da lava, ele é encurralado e chega numa parede, o Xandriano parece aceitar o seu fim e fecha os olhos, mas ao abri-los vê que estava no alto de um prédio que estava significativamente longe da lava, o bastante para que suas chances de fugir sejam boas, ele olha para trás e vê Napoleão, Adonibisa pula para trás pelo susto.

"Esse mapa é um pagamento justo pelo salvamento" Disse Napoleão entregando o mapa a ele.

"Parece que a lenda é realmente verdade, não é Napoleão ?" Comentou Adonibisa.

"Sim" Disse Napoleão.

"Sei quando sou derrotado, afinal eu acabaria naquela situação de qualquer jeito se a lenda fosse falsa" Disse Adonibisa.

Napoleão vai embora.

"Hora de calcular e economizar pros próximos anos" Pensou Adonibisa.


Continua ?

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Capítulo 7

Após 4 dias e 3 noites a erupção acaba e a fumaça cessa, no dia seguinte o noticiário passa as informações pelos meios de comunicação. Dos 808.000 habitantes da cidade-estado Tullenhisk 46.697 ficaram com ferimentos sérios devido a erupção e complicações devido a fumaça e 689 morreram, desses 68% eram moradores de rua e 13% faziam parte da guarda real. O prefeito Dinomad decidiu fazer uma reunião.

Enquanto isso:

Napoleão estava andando para a reunião até que ele avista um homem segurando uma placa que indicava onde ficavam os abrigos, Napoleão o reconhece, era o homem que havia o assaltado vários dias antes. O Xandriano olha para o lado e vê Napoleão apontando seus dedos para ele.

"Olha cara, eu não quero confusão" Disse o Homem com medo de Napoleão.

Napoleão bate na perna dele fazendo-o cair e bate com a placa nele algumas vezes.

"Não é bom prejudicar o sustento alheio, otário ?" Disse Napoleão enquanto roubava os sapatos dele como forma de vingança.

"Para de fazer corpo mole e levanta, o prefeito esta chamando todo mundo pra uma reunião" Disse Napoleão ao homem.

Napoleão chega um pouco atrasado, todos os que estavam lá olha para ele, muitos com ódio pelo que aconteceu.

"Maldito Napoleão" Pensou o Prefeito.

"Podemos continuar ? ou todos vão ficar olhando para mim ?" Perguntou Napoleão.

"Claro, como eu estava dizendo a atividade vulcânica do vulcão próximo a cidade pode acabar desencadeando ativação nos outros vulcões próximos, casos esses também entrem em erupção os estragos seriam menores por estarem mais longe, mas ainda sim podemos ser muito afetados" Disse o Prefeito.

"Caramba que trágico" Comentou Napoleão.

"Napoleão" Chamou o Prefeito.

"Sim" Respondeu Napoleão.

"Depois do que vimos não temos dúvida de que seus poderes são efetivos, então, o governo de Tullenhisk gostaria de terceirizar a proteção dos estabelecimentos e casas a você, aceita ?" Perguntou o Prefeito.

"Interessante, prefeito Dinomad ainda mais considerando que estou desempregado" Respondeu Napoleão.

"Qual é o seu preço ?" Perguntou o Prefeito Dinomad.

"130.000 créditos galáticos por casa + um acréscimo dependendo do tamanho do terreno" respondeu Napoleão.

"130.000?! isso é um absurdo !" Gritou um homem que estava na reunião.

"Você não tem coração ?" Gritou uma mulher que também estava lá.

Vária pessoas começa a reclamar por causa disso.

"Não culpem a mim, os alimentos vão ficar mais caros depois das terras que perdemos na erupção eu só quero garintar a comida na mesa" Disse Napoleão.

Dinomad o encarava.

"O que ? não me olha com essa cara, gasto muita energia para proteger uma casa então a oferta é limitada" Disse Napoleão.

A indignação da pessoas cresce a as vaias aumentam.

"Podem espernear mas não podem me prender, sou responsável pelo meus poderes, não por fenômenos naturais" Disse Napoleão.

As pessoas reclamam ainda mais, muitos atirariam coisas se pudessem.

"Silêncio !" Gritou Dinomad.

"Infelizmente ele está no direito dele de recusar" Disse Dinomad de hesitante.

A Reunião termina e todos vão embora. Dinomad pensa sobre como poderia resolver aquela situação. Os dias se passam e por sorte os vulcões mais próximos se estabilizam e não entram em erupção, Napoleão vive sua vida normalmente enquanto tenta achar outro emprego, mas todos os dias ele percebe um padrão nos noticiários, várias notícias tentam ligar traços da personalidade dele com criminosos e desastres que aconteceram como se quisessem transforma-lo num perigo da sociedade, estavam praticamente ostracizando ele.

Até que um dia:

Napoleão abre a geladeira procurando algo para comer.

"Oba condimentos, de novo" Disse Napoleão num tom de desanimado.

Ele vai pegar as correspondência e acaba observando uma carta diferente do comum, ele a abre.

"Caro Napoleão, a notícia de seus poderes acabou se espalhando para mais partes do planeta, nós da cidade-estado de Ravenheart gostaríamos de contratar os seus serviços em uma de nossas empresas estatais, mas antes precisamos de uma demonstração de seus poderes" Leu Napoleão.

"Caramba, vou ter que ir pra outro país amanhã" Comentou Napoleão.

Ele vê coordenadas e uma data que datava do dia seguinte no horário do 13:00 horas. A data chega e Napoleão aparece lá, ele estava há vários quilômetros de Tullenhisk numa floresta com muita sombra devido as várias árvores.

13:04:

"Não vejo ninguém, será que eles se perderam ou estou no lugar errado" Pensou Napoleão.

Ele olha para a carta para ter certeza. Nesse momento várias rochas começas a crescer o cercando e formando uma cúpula.

"Ué ? será que isso faz parte da demonstração ?" Perguntou Napoleão.

De repente as sombras que estavam naquela cúpula começam a mudar de forma, Napoleão fica confuso e as sombras o atacam tentando o esmagar mas Napoleão Ativa o seu manto gerando luminosidade e acabando com as sombras.De repente a cúpula se retrai para tentar esmagá-lo também.

Enquanto isso do lado de fora:

Uma mulher e um homem estavam do lado de fora usando seu mana no chãos, eles eram Anga e Itá, dois caçadores de recompensa que foram contratados para matar Napoleão.

"Ele acabou com minhas sombras, sem dúvida o que o cliente contou sobre a fruta carmesim Lilás é a verdade" Disse Anga.

Napoleão começa a derreter as rochas formando uma espécie de lava, Napoleão sai da armadilha e vê os dois.

"Droga" Pensou Itá.

Napoleão começa a correr até eles mas Itá coloca as mãos no chão e tenta usar seus poderes, rochas começas a se elevar do solo mas napoleão consegue desviar delas, ele estava se aproximando cada vez mais até chegar neles, quando estava prestes a golpear Itá sombras começam a agarrá-lo.

"Vai Itá! não posso segurá-lo por muito tempo a luminosidade do manto está enfraquecendo as sombras" Gritou Anga enquanto se concentrava ao máximo.

Itá cria uma espécie de luva de rocha para conseguir bater em Napoleão, ele golpeia o portador da fruta várias vezes.

"Essas rochas vão derreter uma hora ou outra mas ainda são melhores para acertar o manto dele do que minhas mãos" Pensou Itá.

Napoleão cospe fogo atingindo Itá e fazendo com que ele tenha que se afastar. Em seguida ele vai atrás de Anga, mas a caçadora de recompensas desvia no último instante, Napoleão tenta segui-la mas ele cria uma dúzia de clones vindo da sombra da floresta, Napoleão começa a ser acertado por eles até que ele se irrita e atira uma bola de fogo, a bola de fogo destrói o clone faz uma árvore cair revelando o sol e fazendo os clones que estavam na luz enfraquecerem, Napoleão tem essa idéia e começa a destruir os clones com fogo. Anga vê isso e saca duas machetes para atacar Napoleão ela faz um corte que de energia que é transformado em energia da sombras mas Napoleão vê isso e desvia, Anga tenta fazer vários cortes para acertar Napoleão, que além de se preocupar com os clones ainda tinha que desviar dos cortes.

"Esse garota é rápida, quase tão rápida quanto aquele outro que atacava com fogo " Disse Napoleão se referindo a Yroi.

Napoleão vê oportunidade e chuta Anga para longe quebrando várias árvores no processo.

"Mas com certeza não é tão resistente quanto"

Itá vai até Anga para se reagrupar.

"Ele é muito forte, não da pra cortá-lo com aquele manto ativo" Comentou Anga.

"Ataques de água ou de energia pura seriam úteis nessa hora, ainda consegue fazer "aquela técnica" ? " Perguntou Itá.

"Não sei se tenho mana o suficiente mas acho que posso conseguir se usar as sombras da floresta" Disse Anga.

"Certo,vou ganhar tempo contra ele" Disse Itá.

Enquanto isso:

Um clone de sombra golpeia Napoleão o arremessando para uma árvore, ele consegue pousar mas percebe a Terra se mexendo e se afasta, espinhos surgem da Terra mas Napoleão atira chamas para destruir aquilo, o mesmo clone de antes tenta atacá-lo por trás mas ele o destrói lançando chamas pela boca.

"Esse clone foi o último" Pensou napoleão.

Vários espinho surgem da Terra atingindo o braço de Napoleão, o prendendo e causando pequenas fraturas.

"Droga me distrai" Pensou Napoleão.

Antes que ele possa tentar tirar o braço dali com força bruta Itá o chuta fazendo Napoleão cair. Napoleão percebe as sombras se mexendo, como se tivessem sido sugadas e fica alerta mas prioriza ir atrás Itá. o caçador de recompensas foge atraindo Napoleão para fora da floresta num campo.

"Ué já anoiteceu ?" Pensou Napoleão ao ver o quão escuro estava aquele campo.

Ao olhar para cima ele vê que não era noite, era Anga fazendo uma espécie de tormenta de sombras, o ataque não tinha calor, pelo contrário, isso significa que o manto não diminuiria o dano do ataque, Napoleão faz uma pose de defesa com os braços e Anga libera toda aquela energia numa poderosa rajada de energia. Uma explosão de grande escala acontece, tão grande que os moradores de Tullenhisk que não conseguiam ver a floresta por causa da curvatura do planeta veem a explosão.

Ao Baixar a fumaça lá estava Napoleão, bastante ferido e enfraquecido, seus braços haviam sido explodidos.

"Nã...o da pra ga...nhar deles,não de...sse jeito" Disse Napoleão.

Antes que ele possa fazer algo Anga o decapita com os machetes e Itá começa a esmagar o seu corpo com rochas para garantir que morra. Napoleão havia morrido.

Continua ?

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Já leu O Refugiado ?


Carmesim Lilás [Tópico definitivo] +16 5ov6ln

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AS CONQUISTAS ALI DO PERFIL DEVEM FICAR AQUI!
1-Agradeço pelo quase 215 vistos pessoal,obrigado.

2-Lá vamos, para o último capitulo da história. Gostaria de agracer pelo feedback aos membros:

@Inosuke

@Ulysses

@SenjuIchizoku

@TyeYona

@Mugetsu

E principalmente @Crimson Lilac pela inspiração do título




Aviso: A historia a seguir pode conter vários clichês, falta de originalidade e críticas sociais.


Carmesim Lilás

Capítulo 8

"Gastei tudo o que tinha naquele ataque Itá" Disse Anga.

"Pelo menos o serviço foi concluído" Disse Itá.

"Concordo, vamos levar a cabeça dele para o cliente" Concordou Anga.

"Se as lendas estiverem certas a alma dele vai liberar a fruta Carmesim lilás do corpo" Disse Itá enquanto tirava as pedras de cima do cadáver de Napoleão.

"Anga você fica coma fruta" Disse Itá.

Nesse momento o corpo de Napoleão começa a entrar em combustão fazendo com que Anga largue a cabeça.

"Mas que merda, ele está pegando fogo se não sobrar nada dele como vamos provar que ele morreu ?" Comentou Anga.

Itá rapidamente vai pegar algo para documentar o cadáver de Napoleão antes que ele vire cinzas, ele vai até sua nave e volta em 10 segundos. Enquanto isso Anga tentava imaginar o que estava acontecendo.

"Ouvi dizer que uma vez consumido, o fruto não se conectar apenas fisicamente mas espiritualmente com o usuário " Pensou Anga.

Nesse momento 3 chamas surgem do corpo de Napoleão, Anga e Itá pensam ser a fruta Carmesim Lilás prestes a ser liberada mas uma das chamas se apaga deixando apenas duas, enquanto isso uma chama surge atrás deles sem que ambos percebam, essa chama vai se personificando até tomar a forma de Napoleão, ele havia ressuscitado ! as duas chamas desaparecem e os caçadores de recompensa ficam confusos.

"E então ? sem fruta pra gente ?" Disse Itá.

Nesse momento Anga Percebe um ataque sorrateiro e desvia mas Itá não tem a mesma sorte e é atingido pelas chamas, era Napoleão.

"Mas que caralho !?" Pensou Anga.

"Como você está vivo !?" Gritou Anga.

"Pra falar a verdade, nem eu sei explicar " Disse Napoleão.

"Nós matamos você ! seu corpo queimou até desaparecer ! e você aparece assim do nada, e ainda com a roupa rasgada do mesmo jeito que estava quando morreu !" Disse Anga indignada.

"Sim" Respondeu Napoleão.

"E saiba que eu não vou perdoar essa tentativa de assassinato" Disse Napoleão.

Ele parte para cima de Anga que consegue de defender e tenta se afastar, Napoleão atira uma bola de fogo e ela se esquiva por pouco mas é acertada por um soco dele em seguida.

"Ele renasceu mais fraco mas ainda é perigoso" Percebeu Anga.  
   
Ela tenta fugir e corre o mais rápido que puder mas é seguida por Napoleão.

"Tenho que levá-lo para uma área escura e que eu possa me esconder, quem sabe eu ainda consiga derrotá-lo" Planejou Anga.

O Planeta Xandria era maior que a Terra, mas não muito. Após acelerar, Anga percorre em 10 segundos cerca de 32.500 Km , comparado aos  67.060 Km de circunferência do planeta chega a perto do outro extremo do ponto em que havia se iniciado a luta. Anga sorri ao ver que estava de noite e esconder entre as árvores daquela região, Napoleão chega logo em seguida, ele anda calmamente até que Anga o ataca com machetes, Napoleão ativa o manto mas mesmo assim recebe um corte e cai, Anga consegue se esconder d enovo.

"Como suspeitei, o manto dele também está mais fraco, isso é bom para ataca-lo com as machetes por alguns instantes antes que elas derretam" Pensou Anga.

Napoleão perde a paciência e voa para o alto.

"Ele aprendeu a voar !?" Pensou Anga.

Napoleão com atira chamas de suas mãos causando uma grande explosão na floresta, Anga consegue fugir por pouco mas Napoleão a segue e tenta golpeá-la, ela tenta se defender com um machete mas Napoleão o agarra com a mão e com a outra ele segura o braço de Anga os queimando e causando uma grande dor a ela, ele da uma cabeçada nela e quebra uma das pernas com um chute para que ela não possa fugir. Napoleão concentra o seu manto de calor na mão para furar o coração dela e finalizá-la.

"Espere, espere um momento!" Disse Anga.

"Fale" Disse Napoleão.

"Fomos contratados para te matar" Disse Anga.

"Quem contratou vocês ?" Perguntou Napoleão.

"Não posso dizer o nome, questão de código dos caçadores de ..."

Napoleão ameaça finaliza-la.

"O prefeito de Tullenhisk ! foi o prefeito de Tullenhisk! " Respondeu Anga.

Napoleão se levanta e pega um dos machetes dela.

"Se for mentira, volto para matar você e o seu parceiro" Disse Napoleão.

Ele vai embora em alta velocidade.

Pouco Tempo Depois:

Alguns jornalistas estavam esperando do lado de fora do palácio para um suposta entrevista que o prefeito havia agendado, nesse momento eles veem Napoleão chegando em alta velocidade.

"Caramba, gravem isso" Disse o Repórter.

O Prefeito da a ordem para que os guardas eliminem Napoleão mas ele vai derrotando os guardas um por um, enquanto isso o prefeito estava vendo tudo por por câmeras de segurança.

"Isso, ataque-os, já que aqueles dois não deram cabo de você o meu plano B vai ser bem mais efetivo" Comentou o prefeito.

Ele percebe nas câmeras que Napoleão atacava de forma violenta mas não fatal, isso era péssimo para o prefeito. Ele logo se desespera e começa a juntar um monte de dinheiro para sair dali.

Pouco Tempo depois:

O caos se formava dentro e fora do palácio, os políticos que estavam no palácio estavam apreensivos de medo, várias pessoas estavam reunidas e faltava pouco tempo para mais autoridades chegarem, Napoleão precisava agir rápido, ele estava bem cansado e relativamente ferido por ter lutado com vários guardas, ele cospe um pouco de sangue que derrete o chão de tão quente e entra no palácio procurando Dinomad, ele dá de cara com o dito cujo numa escadaria e arremessa o machete mas erra por poucos centímetros a cabeça de Dinomad, o prefeito começa a correr de Napoleão, ele se vê facilmente alcançado e tira uma arma de raios da bolsa.

"Sua aberração! Ameaça a sociedade!" Disse o Prefeito enquanto atirava em Napoleão.

Mesmo bastante fatigado, os tiros faziam danos mínimos em Napoleão mas geraram pânico nos que estavam dentro do palácio.

"Você tentou me matar, seu desgraçado!" Respondeu Napoleão.

Um dos tiros fura parte da orelha de Napoleão e ele arremessa Dinomad para outra sala com um tapa impressionando todos que estavam ali.

"Você tá frito Dinomad, vou te incinerar!" Disse Napoleão.

Dinomad consegue pegar uma arma de raios de gelo usada para apagar incêndios e atira contra Napoleão, o portador da fruta resiste os tiros e chuta Dinomad fazendo ele ir para outra sala. Dinomad bastante fraco tenta atirar mas Napoleão pega o seu braço e o quebra fazendo ele gritar de dor, Napoleão arremessa o prefeito na parede e antes que ele consiga se arrastar para fugir Napoleão pega a sua perna e torce seu tornozelo fazendo ele gritar mais uma vez Napoleão o arremessa num vidro que dava na sala do prefeito e o pega pelo pescoço, quando estava prestes a finalizar o prefeito Dinomad Napoleão olha para um televisor ligado e vê a notícia "massacre no palácio real ?" vários jornalistas estavam cobrindo aquele evento ao vivo. Nesse momento Napoleão começa a encaixar os pontos e olha para Dinomad com ódio.

"Então é nisso que você quer me transformar ? num maluco que sai por aí matando pessoas ? num vilão ? " Perguntou Napoleão.

Nesse momento Dinomad começa a rir.

"Vamos logo Napoleão, todo mundo já te odeia, 42% consideram você é um perigo pra sociedade nas estatísticas, e pelo que eu vi você quer muito me matar" Respondeu Dinomad.

O Plano original de Dinomad era simplesmente que Napoleão morresse pelos caçadores de recompensa mas ele imaginou que Napoleão poderia sobreviver e preparou todo o terreno para quando Napoleão fosse atrás do prefeito e matasse os guardas, Napoleão seria considerado uma ameaça pública, caçado, e morto, Dinomad sairia como grande herói com grandes chances de se reeleger por causa disso mas como Napoleão não matou ninguém o prefeito teve que tentar fugir.

"Que se dane o que eles acham o que eu sou" Disse Napoleão.

Ele larga Dinomad e começa a pisar nele.

"Escuta aqui, eu não ligo se quer ficar de populismo barato e pegando dinheiro para o seu próprio bolso, mas da próxima vez que me usar de forma política ou se esse sua gestão afetar a quantidade de comida no meu prato, vou pegar você e certamente não terá a mídia e o povo do seu lado da próxima vez" Explicou Napoleão.

Napoleão decide ir embora, ele poderia simplesmente ter matado Dinomad e tentado fugir do planeta depois mas ele não se importava mais, ele havia escolhido outra decisão.

"Aliás, meu voto você não tem" Disse Napoleão.  

Enquanto caminhava pelas salas do palácio, em meios a pessoas se escondendo dele e outras implorando para que ele não as machucasse ele acha a bolsa que Dinomad havia deixado cair e abre ele acha o contrato que  ele havia firmado com os caçadores de recompensa.

Enquanto isso:

Vários guardas estavam apostos para quando Napoleão saísse de lá, eles o veem mas decidem não atacar ainda. O chefe de polícia manda Napoleão se render e o portador da fruta pede para que ele se aproxime, o chefe de polícia se aproxima e Napoleão entrega o contrato para ele.
   
"Tenho que certeza que essa é uma justa causa suficiente para eu quebrar a cara do prefeito" Disse Napoleão enquanto entregava o contrato.

O chefe de polícia lê o contrato.

"Apenas peço uma coisa ..." Disse Napoleão.

O chefe de polícia presta atenção.

"Me deixem em paz, porra!" Disse Napoleão.

O chefe de polícia da o sinal para deixarem Napoleão passar e ao invés de ir pra casa ele vai até o outro lado do planeta.

Enquanto isso:

Itá já havia chegado e estava tentando imobilizar a perna de Anga com uma pedra plana, nesse momento Napoleão aparece.

"Veio acabar com a gente ?" Perguntou Anga.

"Não, quero trabalhar igual a vocês" Disse Napoleão.

"Vai virar um caçador de recompensar ?" Perguntou Anga.

"Sim" Disse Napoleão.

"Até mesmo nós caçadores de recompensar formais somos organizados, você tem que fazer todo um exame de caçador e ... não, espera isso está em hiato, mesmo assim ainda tem uma pequena taxa para de inscrição no sindicato mas da pra dar um jeito" Disse Itá.

"Eu gostei da sua faca" Disse Napoleão enquanto olhava para o machete de Anga.

Ele larga a faca no chão, e começa a flutuar com o pouco mana que lhe restava.

"Vamos sair do planeta em 3 dias, tenho que levar Anga no hospital" Disse Itá.

"Encontrarei vocês Em Ravenheart " Disse Napoleão.

O tempo passa, Napoleão começa a trabalhar como caçador de recompensas e se sustenta bem, Napoleão se muda para um pouco mais perto do vulcão, ele ainda era mal visto por grande parte da cidade mas não se importava muito, agora ele só tinha um objetivo, aprimorar melhor o seu poder para derrotar um certo alguém.  
 
Algumas semanas depois:

Napoleão estava num vulcão ativo aproveitando seu banho de lava, suas roupas e novas facas estavam penduradas em sua nave que estava há alguns metros dali. Ele medita por um tempo até que duas chamas aparecem sobre sua cabeça e uma terceira chama se acende logo depois.

"Spa de lama é pro fracos" Comentou Napoleão rindo muito logo em seguida.

FIM.




E assim termino essa história, não digo que esse é o fim para os personagens ou conceitos como um todo (não fiquei elaborando eles assim pra tão pouca aparição) até porque quem já percebeu essa série se passa no mesmo universo que O Refugiado.

Eu gostaria de fazer um tópico só pra falar de minhas inspirações no geral, mas como o último tópico assim ( https://www.forumnsanimes.com/t94964-o-refugiado-minhas-inspiracoes-parte-2?highlight=inspira%C3%A7%C3%B5es ) não rendeu eu desanimei, devo fazer um tópico de inspirações ?

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