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Por que temer a morte?

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Mensagem por Wolfgang em Qui 11 Out 2018, 14:51
Enfim, eu não sei se isso vai render ou ir para frente. Abaixo está um trecho sobre Epicuro de um livro que estou lendo no momento. O foco da pergunta é mais "por que muitos ateus temem a morte?", pois de certa forma, religiosos poderiam ter medo racional da morte pois poderiam ser punidos após ela. Não precisa de ler o texto todo, eu coloquei em negrito o questionamento e argumento principal. Mas ler tudo seria top.

Discutindo o desespero que assola os seres não-religiosos à não-existência, ou morte, para Epicuro: 

Então, voltando à pergunta que Epicuro fez, por que temer a morte? A morte não é algo que acontece a nós. A ideia aqui é que os acontecimentos são coisas que experimentamos, mas a morte é a remoção da possibilidade da experiência, e não alguma coisa da qual poderíamos ter ciência, ou algo por que passaríamos de alguma maneira. Epicuro sugeriu que, quando imaginamos a nossa própria morte, a maioria de nós comete o erro de pensar que alguma coisa de nós restará para sentir o que acontece ao corpo. Mas esse é um entendimento equivocado sobre aquilo que somos. Estamos ligados a um corpo individual, nossa carne e nossos ossos.

Para Epicuro, nós consistimos de átomos (embora o que quisesse dizer com o termo fosse um pouco diferente do que definem os cientistas modernos). Na morte, quando esses átomos se separam, o sujeito deixa de existir como indivíduo dotado de consciência. Ainda que alguém pudesse cuidadosamente reconstruir meu corpo juntando todos os pedaços e depois lhe devolvesse a vida, não teria nada a ver comigo. O novo corpo vivo não seria eu, apesar de se parecer comigo. Eu não sentiria as dores dele, pois, quando o corpo deixa de funcionar, nada pode trazê-lo de volta à vida. A cadeia de identidade teria sido quebrada.

Epicuro pensava que uma outra maneira de curar seus seguidores do medo da morte era apontando a diferença entre o que sentimos sobre o futuro e o que sentimos sobre o passado. Nós nos importamos com um, mas não com o outro. Pense no passado antes do seu nascimento. Houve todo um tempo durante o qual você não existiu. Esse passado não se refere apenas ao tempo em que você esteve no útero da sua mãe, ou ao ponto antes de você ser concebido e que, para os seus pais, era apenas uma possibilidade, mas sim a trilhões de anos antes de você surgir.

Em geral, não nos preocupamos por não termos existido durante todos esses milênios antes do nosso nascimento. Por que deveríamos nos importar com todo esse tempo durante o qual não existiremos? Então, se isso for verdade, por que nos importar tanto com toda a eternidade da não existência após a morte? Nosso pensamento é assimétrico. Todos nós temos a tendência de nos preocupar com o tempo depois da morte, e não com o tempo antes do nascimento, mas Epicuro considerava isso um erro. Quando entendermos esse erro, começaremos a pensar no tempo que sucede a morte tal como pensamos no tempo que a precede. Portanto, não seria uma grande preocupação.

Eu diria que muitos argumentam que o medo da morte é um instinto natural. Mas não é incomum humanos desconstruírem seus instintos, pois somos animais racionais, e eu diria que a morte é uma das coisas que mais pensamos complexamente. Então o questionamento não deixa de ser válido.


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Mensagem por Math em Qui 11 Out 2018, 15:03
Eu ia fazer um textão, explicando meu ponto de vista e tudo mais; Porém vou ser breve e direto e talvez mais pra frente a gente entre em um diálogo interessante. 

A realidade é que não interessa o que vivenciamos antes, nem o que vivenciaremos depois. [Alguns até se interessam] mas somos feitos de vivências, temer a morte é você ser esquecido. Como já falei em diversos tópicos, para mim; A solidão é pior que a morte. Pois você apaga sua existência, você não possui controle mais de sua vida e muito menos a sua vivência (ao qual damos importância) 

Então, temer a morte é temer o fim de sua vivência e de suas ações, é saber que você não irá mais viver, literalmente. Porque eu acredito fielmente que vivemos em função do momento e não do aguardo futuro. 

Não me interessa o que meus antepassados fizeram se eu não construí a minha vida. O maior medo da morte não é o aguardo do futuro, é do desprendimento da sua realidade atual e do que você construiu e vivencia.


 
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Mensagem por Moriarty em Qui 11 Out 2018, 15:07
O texto tem conexão com a inexistência do pós-vida. Epicuro faz uma explanação acerca do medo da morte e sintetiza que este mesmo temor não é ajuizado frente a realidade pelo fato de que antes nós não existido , não temos preocupação sobre isso. Não há razão para temermos nossa inexistência , pois segundo o mesmo nada é o que verifica-se após a morte. Porém penso que a explicação é apenas parcial e nada mais , não considera vertentes "religiosas" como as do céu e inferno , limbo etc. É uma formidável explicação para "seres não-religiosos à não-existência" , mas risível eu diria para os que creem em uma existência espiritual.


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Mensagem por Wolfgang em Qui 11 Out 2018, 15:17
@Math escreveu:A realidade é que não interessa o que vivenciamos antes, nem o que vivenciaremos depois. [Alguns até se interessam] mas somos feitos de vivências, temer a morte é você ser esquecido.

Bem, isso é a parte mais interessante do seu comentário. No mesmo livro, o autor reflete sobre a visão de Aristóteles sobre a felicidade: 

É algo que vai além das sensações de prazer que temos ao tomar sorvete de manga ou acompanhar a vitória de um time esportivo. A eudaimonia não diz respeito a momentos efêmeros de alegria, ou a como nos sentimos. Ela é mais objetiva do que isso. Tratase de um termo bastante difícil de compreender, pois estamos muito acostumados a pensar que a felicidade diz respeito apenas ao modo como nos sentimos. Pense numa planta. Se você regá-la, colocá-la para tomar luz e talvez adubá-la um pouco, ela vai crescer e florescer. Se negligenciá-la, a mantiver no escuro, deixar que insetos comam suas folhas ou que ela seque, ela vai murchar e morrer, ou no mínimo parecer uma planta nada viçosa. Os seres humanos também podem florescer como as plantas, embora nós, diferentemente delas, façamos escolhas sobre nós mesmos: decidimos o que queremos ser e fazer. Aristóteles estava convencido da existência da natureza humana e de que os seres humanos, como dizia, têm uma função. Há um modo de vida que combina mais conosco. O que nos distancia dos animais e de todas as outras coisas é o fato de podermos pensar e raciocinar sobre o que devemos fazer. A partir disso, ele concluiu que o melhor tipo de vida para o ser humano é aquele que usa os poderes da razão. Surpreendentemente, Aristóteles acreditava que as coisas sobre as quais não sabemos nada – inclusive os acontecimentos após a morte – poderiam contribuir para a nossa eudaimonia. Isso soa estranho. Supondo que não exista vida após a morte, de que maneira as coisas que acontecem quando não estamos mais por perto afetam nossa felicidade? Bem, imagine que você tenha filhos e que sua felicidade resida, em parte, nas esperanças para o futuro das crianças. Se, de forma lamentável, seu filho adoece seriamente depois de você ter morrido, a sua eudaimonia terá sido afetada por isso. Na visão de Aristóteles, sua vida terá piorado, mesmo que você realmente não saiba sobre a doença do seu filho e não esteja mais vivo. Isso explicita bem sua ideia de que a felicidade não é só uma questão de como nos sentimos. A felicidade, nesse sentido, diz respeito à nossa realização global na vida, algo que pode ser afetado pelo que acontece com as pessoas que são importantes para nós. 

Então, seria uma resposta muito boa que, seguindo a visão de Aristóteles para com a felicidade, a não-existência futura nos assusta pois tira nossa possibilidade de estender nossa felicidade, que é a tendência natural para qual nós caminhamos. Isso ainda me parece muito preso ao instinto, mas algumas coisas mais pessoais como ajudar o mundo, vida profissional, filosofar, pensar e etc. me parecem desprender um pouco mais do que ver os filhos, prazer sexual, saciedade, etc.

Então, temer a morte é temer o fim de sua vivência e de suas ações, é saber que você não irá mais viver, literalmente. Porque eu acredito fielmente que vivemos em função do momento e não do aguardo futuro. 

Isso é apenas um instinto, e instintos nós contemos, mesmo que parcialmente, todo dia. Então não pode ser essa a razão.

Não me interessa o que meus antepassados fizeram se eu não construí a minha vida. O maior medo da morte não é o aguardo do futuro, é do desprendimento da sua realidade atual e do que você construiu e vivencia.

E sim, vivemos no momento, mas mesmo no final de suas vidas, muitas pessoas, mesmo vivendo bem, continuam com medo da morte, mesmo que elas já tenham construído tudo que queriam. Então vivemos no momento, mas a morte não faz parte da vida, então é bem estranho fazer esse tipo de relação.

@Moriarty escreveu:O texto tem conexão com a inexistência do pós-vida. Epicuro faz uma explanação acerca do medo da morte e sintetiza que este mesmo temor não é ajuizado frente a realidade pelo fato de que antes nós não existido , não temos preocupação sobre isso. Não há razão para temermos nossa inexistência , pois segundo o mesmo nada é o que verifica-se após a morte. Porém penso que a explicação é apenas parcial e nada mais , não considera vertentes "religiosas" como as do céu e inferno , limbo etc. É uma formidável explicação para "seres não-religiosos à não-existência" , mas risível eu diria para os que creem em uma existência espiritual.

Obviamente, desde o começo do tópico digo isso. Mas não é risível para aqueles que não têm certeza de uma existência espiritual ou não acreditam. Então discutir por que "seres não-religiosos à não-existência" sentem isso mesmo assim é bem pertinente.


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Mensagem por Gaius em Qui 11 Out 2018, 17:13
O medo de morrer deve ser o mesmo de não ter vida. Parece confuso ou óbvio, mas faz sentido. Deixaríamos de existir, deixaríamos de aprender,
de fazer, se sentir, de temer, etc. Acabaria. Não estamos preparados pra encerrar nossas experiências. Além de que a maioria das formas de morrer,
pra nós, jovens, é dolorosa. Não é uma experiência boa de se pensar.





Oriente as pessoas, e acredite nelas, pois é entre elas que virá quem vai carregar a próxima geração quando chegar a hora.
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Mensagem por NikyNeko em Seg 15 Out 2018, 00:16
Semelhante à visão de Epicuro sobre a morte, mas não exatamente, acredito que a razão pela qual ateus temem a morte seja, não o medo de não poder ter novas experiências não o medo de não mais existir, mas a agonia de desejar com todas as forças passar por outras experiências pelas quais ainda não passou, mas sabendo que, não importa o que aconteça, jamais será capaz de passar por elas. É a insatisfação por não ter alcançado tudo o que podia na vida. A insatisfação de não ter todas as respostas para todas as perguntas que a vida de trouxe. Como morrer num jogo antes de chegar no chefão, mas não poder jogar nunca mais. Bem, eu não sou atéia e não tenho esse problema, mas quando tento me colocar no lugar de alguém que não crê na vida após a morte eu penso que essa agonia faz muito sentido. Tanto que, mesmo nos filmes, frequentemente vemos representada a morte pacífica como a morte de alguém que atingiu todos os seus objetivos e está satisfeito consigo mesmo.



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Mensagem por Dante Sparda em Seg 15 Out 2018, 00:32
Morto não terei como tomar cerveja enquanto escuto um bom rock n' roll e mato demônios, logo é uma merda morrer :neves:




''With your first step you will burn
Can’t control the hate you have learned
Killing slow is the way I conquer
Until you know the meaning of suffer

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Pay homage to me with your last breath
Say goodbye to a life that you once knew
Along with every being that was before you ''

Sala no Dubtrack >>> Devil May Cry



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Mensagem por Karst em Seg 15 Out 2018, 01:17
Ninguém teme a morte; todos temem a dor.

O principal conflito é a capacidade ou incapacidade de ministrar o churrasco, e não se o churrasco acontecerá ou deixará de acontecer.
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Mensagem por Wolfgang em Seg 15 Out 2018, 02:40
Nada a ver mano, eu temo a não-existência trilhões de vezes mais que a dor. Tu tá completamente desconectado da realidade.


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Mensagem por Arima Kishou em Seg 15 Out 2018, 07:23
Esse medo é bobo, mas faz sentido para quem gosta de viver. remoção das experiências rs



Cada pessoa é fugitiva, de uma prisão chamada "si mesmo"-Cartão Mexicano-Desmotivaciones
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Mensagem por SKILLINE em Seg 15 Out 2018, 14:09
Outro ponto importante é que nós seres humanos temos o desconhecido, talvez por isso nós temos medo do escuro quando somos crianças.
Para min isso é algo natural do ser humano assim como a ganancia e o ego.


Daquele dia em diante ... meu braço mudou ... e uma voz ecoou: "Poder. Me dê mais poder!" E se eu me tornar um demônio, assim seja. Eu suportarei o exílio. Qualquer coisa para protegê- la .
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Mensagem por Ben Ikneg em Seg 15 Out 2018, 14:21
Não precisar puxar filosofia nesse assunto, temer a morte faz parte do nosso instinto de sobrevivência. :nietz: Perder essa capacidade de temer a morte é o mesmo que chegar mais perto da morte.


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