Fórum NS Animes - Layout versão beta
Destaques do Mês [Novembro/2018]
User do Mês: @Heimdall
Staff do Mês: @Nobody
Os membros mais ativos do mês
596 Mensagens - 25%
346 Mensagens - 15%
242 Mensagens - 10%
205 Mensagens - 9%
195 Mensagens - 8%
173 Mensagens - 7%
168 Mensagens - 7%
165 Mensagens - 7%
140 Mensagens - 6%
129 Mensagens - 5%
Os membros mais ativos da semana
141 Mensagens - 35%
46 Mensagens - 11%
36 Mensagens - 9%
36 Mensagens - 9%
34 Mensagens - 8%
32 Mensagens - 8%
27 Mensagens - 7%
23 Mensagens - 6%
16 Mensagens - 4%
14 Mensagens - 3%
Parceiros


Compartilhe
Ir em baixo
avatar
Senpai Popular
Senpai Popular
Nível : 1
Medals : Nenhuma Medal, por enquanto!
Membro desde : 15/06/2017
Número de Mensagens : 1963
Sexo : Masculino
Idade : 23
Reputação : 141

Pontos :
100 / 100100 / 100


Ver perfil do usuário

Ficter 05 x Ficter 06 — [VOTAÇÃO]

em Dom 30 Set 2018, 15:14
Ficter 05 x Ficter 06 — Votação


Informações procedimentais:
Tema: por sorteio de 1 a 5 a partir dos temas expostos abaixo.
Tema sorteado: 4– SongFic (mínimo 600 palavras sem valor máximo): é uma fanfic que se relaciona intrinsecamente com uma música, podendo se basear inteiramente nela e/ou utiliza-la como elemento para enriquecer o texto.
Gênero: por sorteio de 1 a 6 a partir dos gêneros expostos abaixo.
Gênero sorteado: 5– Terror: a criação do texto deve envolver um terror, o autor ainda poderá envolver gêneros secundários para prosseguir o texto.
Prazo da entrega: (22/09 a 29/09; no mesmo horário da postagem de hoje) por Mensagem Privada ao organizar do evento.
Prazo da votação: (30/09 a 05/10)



Ficter 05:

NATUREZA HUMANA


Notas do Diário – 55# Dia na Cidade do Porto.
“Ainda me lembro das luzes na catedral. A cidade não era mais a mesma, o frio consumia minha alma e congelava os meus pensamentos, mas eu ainda estava ali, mesmo com todas as mudanças que um dia eu jurei destruir.  A água não era mais a mesma, o céu havia se rasgado em tristeza dando espaço para as lágrimas das nuvens. Ainda pensei em algum dia que algo podia mudar, talvez seja esta o motivo para eu permanecer na cidade. Não há mais tempo para escrever esta carta, as badaladas acontecem em poucos minutos e estarei adentro da catedral para mais uma horrenda missa ao deus que agora é o nosso diabo. Ainda questiono porque estamos fazendo isso, o que nos assegurava nos abandonou a muito tempo, mas parece que todos fingem que ele ainda está entre nós”
Notas do Diário: 62# Dia na Cidade do Porto.
“Acredito que este foi o tempo mais longo que fiquei sem escrever, sinto minhas memórias desaparecem aos poucos, mas ainda me mantenho em pé. Antes de ontem, fui à igreja novamente, todos estavam lá; as mulheres, os homens e as crianças. Não faltava ninguém, o arcebispo da cidade chegou logo após a aquietação de todos ali dentro, segurava a mão de uma criança que amordaçada estava entrelaçada entre correntes de ferro — Algo que uma criança nunca deveria estar. — Todos observavam em silêncio a criança choramingar, até mesmo os anjos feitos de estátua lamentavam a situação da criança. Ainda lembro perfeitamente das palavras daquele homem, no silêncio absoluto ele fitou a todos, como se lesse a mente de cada um em conjunto. Ele largou a criança ao chão, as correntes eram pesadas demais para que ela conseguisse se locomover. Ele proferiu em pura calmaria, uma calmaria doentia.
— Irmãos... A praga chegou a nós. Deus falou comigo — Poucos acreditavam nas palavras dele, mas a situação, o medo era maior e suas ações eram consentidas — Deus ordenou que um sacrifício humano seja feito, um sacrifício puro.
A criança parecia não entender onde estava, devia ser alguma criança de um pobre coitado que ao momento já deveria estar apodrecendo entre as lacunas do chão de sua velha casa. Com um assentimento, ele olhou de relance para os homens ao qual utilizavam máscaras horrendas, máscaras feitas de pele. Deus queira que aquelas peles não fossem humanas, ao qual eu duvidaria muito. Mas a cena ao qual eu vi a seguir, até mesmo o mais frio e sórdidos dos homens deveria sentir agonia e desespero, algo que aquele arcebispo não transpareceu.
Os homens levantaram a criança e puseram-na sobre a mesa a frente do arcebispo, à visão de todos, alguns tamparam os olhos a seguir, outros.... Choravam em silêncio. Eu queria impedir aquela atrocidade, mas covardemente desejei a minha vida e os olhos dela pedia socorro. O arcebispo empunhava uma coroa de ferro ao qual, encaixou com certa dificuldade naquele pequeno crânio e proferiu uma reza ao qual ninguém poderia entender. Da coroa à um instrumento de tortura. A coroa mecanicamente apertava cada vez mais o crânio da menina e ela gritava em desespero. Eu podia ver, sentir o que ela sentia; seus olhos ficavam amarelos e depois vermelhos, seu corpo tremia em desespero, tentando debater-se; mas as correntes a impedia, no fim.... Com mais um giro na alavanca, ouviu-se um barulho; não era alto, mas o silêncio o ecoou. O olho da garota saltou para fora de seu rosto enquanto suas têmporas sangravam em deformidade, eu gostaria de esquecer o que vi, mas nunca mais aquele olho fora de sua caixa iria me abandonar. ”
Notas do Diário: 64# Dia na Cidade do Porto.
“O frio aumenta cada dia mais, a fome aumenta e sinto algo vindo do oceano, só não sei o que seria. O arcebispo proferiu mensagem a toda a cidadela, para que ficássemos calmo que Deus havia plano para nós. Mas suas palavras foram somente justificativas para empunhar no centro da cidadela corpos estendidos ao alto, pendurados através do dorso e da cavidade anal, ao qual era destronada e colocada a exposição enquanto ainda vivos. Porque ainda permitem isso? Nessas notas, transparece que estou no inferno e sinceramente, estou a acreditar nisto. Boa parte da cidadela já havia morrido de fome, o arcebispo continuamente proferia que devíamos ficar unidos, porque Deus estava chegando logo. A pouca alimentação que havia na cidade, era destinada aos ricos. Eu observava tudo ir embora, tudo desaparecer e ficarmos a mercê da neve que começava a cair as noites. Mães abraçavam seus filhos, enquanto na surdina seus pais eram mortos e lançados a valas pelo círculo comandado do Arcebispo. Não havia esperança, sinto que até mesmo o diabo nos abandonou. Uma criança hoje me viu com um pedaço de pão velho enquanto eu ia para casa, usufruir do pouco carvão que eu ainda tinha e das folhas velhas de papiro. Ele abordou-me, estava faminto: Sua barriga estava inchada, não havia um músculo sequer. Era um cadáver vivo. Dei-lhe o pão, mesmo sabendo que eu passaria fome a noite. Ele sorriu e pegou o pão como se pegasse em seu próprio coração e correu em disparada ali, dobrando a esquina.
Antes que eu pudesse ir embora para a minha velha casa mofada, vi de relance alguns guardas trocarem olhares e adentrarem na mesma esquina. Fiquei estático, já sabia o que aconteceria, mas desta vez eu devia olhar, era responsabilidade minha: Olhei furtivamente através da esquina e os guardas já não estava mais lá. Mas havia um pequeno corpo caído ao chão, era ele e seu pedaço de pão ensanguentado, esmurrado a sua garganta abaixo, me virei e deixei que os abutres aproveitassem a carcaça, não havia mais nada a que ser feito, nada. ”
Notas do Diário: 68# Dia na cidade do Porto.
“Sinto que desta vez as coisas chegaram longe demais, havia sangue por todo lugar, os guardas arrastavam os corpos à praia, lançando-os como se jogassem caixotes ao mar enquanto o Arcebispo trovejava como um raio que descia a terra.
— Hereges, lancem os desordeiros ao mar, no nosso santificado paraíso não há lugar para demônios em vestes de humanos.
Sinto que aqueles que foram mortos e jogados ao mar, estavam fugindo em liberdade, liberdade esta que custou as suas vidas. Um mar de sangue cobria as águas do porto, nunca senti tanto medo de homens como eu havia sentido na minha vida, ninguém mais estava salvo e a loucura daquele que devia ser uma fonte de esperança para nós, arrancava-nos a alma e dava a seus cachorros com pele humana. Eram muitos homens, mulheres e crianças, não havia mais nada a ser feito. Voltei para casa, em silêncio como muitos faziam, silenciosos e famintos, como pequenos dependentes de não sei o que de um homem que cada vez nos tirava ainda mais.
Minha casa era velha, mas não a pior. Meus demônios era a solidão e um pedaço de carvão para escrever, ao menos eu sabia escrever. Sentei-me a velha poltrona, em silêncio e minhas reflexões demoníacas surgira em mim como um pecado. Porque aquilo tudo? O que temíamos? O mundo já não era o mesmo, mas porque deveríamos nos tratar como bestas, porque tudo não acaba? ”
Nota de Suicídio: 72# Dia na cidade do Porto.
“Acredito que se chegou ao fim o pesadelo. Enquanto a neve cai, o mundo se mistura com a fuligem dos corpos que voam, carregados ao vento. Escrevo esta carta temendo o que a cidade se tornou. Ela queima como se não houvesse amanhã e é mais provável que não tenha. Crianças queimando dos pés à cabeça, animais correndo em desespero a procura de salvação enquanto o arcebispo observa os pobres e ricos serem queimados por sua insanidade. Sinto que a dor chegou ao fim, sinto que o desespero não existirá mais e que talvez o esperado Deus veio até nós: Através da morte ao qual todos aguardavam, anseios e temerosos. Os corpos não apodrecerão desta vez e nós, iremos partir, mas não darei o desejo daquele homem ser o arquiteto deste plano. Escrevo esta última página com pesar e não nego que temo o que a morte me espera, mas no fim, acredito que tudo deva ser melhor que o que passamos aqui”


Música escolhida pelo autor como base para a fic:
Spoiler:
https://www.letras.mus.br/fire-department-club/human-nature/traducao.html

Ficter 06:

“Estamos reunidos aqui esta noite para enterrar Lyana LaFey a quem sabemos agora está morta no dia 7 de Julho de 1938. Lyana deve ser pregada em seu caixão com 7 estacas de prata, 1 em cada braço, mão e joelho e que a última seja cravada em sua boca para que ela nunca possa se levantar e causar o mal novamente”.

 
Essas foram as palavras do padre Adrian, no dia 7 de Julho de 1938 no enterro secreto de Lyana. Só algumas pessoas sabiam da verdade. Padre Adrian era um deles que proferiu palavras fortes e convincentes, e ainda cometeu tais atrocidades. As lembranças que eu tinha de Lyana estavam embaralhadas em minha mente. A um ano atrás, neste mesmo dia 7, eu e Lyana estávamos discutindo sobre quem iria cuidar dos cavalos no celeiro. Meu pai, Gareth, já estava acostumado com essas brigas, e se divertia com isso. Minha mãe, Carolina, reclamava sempre com ele por não tomar as rédeas. Ela achava que essas brigas não resolviam nada, pois no final das contas nós sempre tínhamos que cuidar do celeiro juntos. Mas essas lembranças eram uma das poucas lembranças boas que tinha dela. Não por não ter vivido momentos bons com ela, mas por não se lembrar. Talvez minha mente esteja bloqueando as memórias boas, para acusar de que ela era uma má pessoa. Isso é o que as pessoas boas diriam, pelo menos.


Alguns meses mais tarde, começou tudo justamente como a única memória boa que tinha dela – uma briga para ver quem cuidaria do celeiro neste dia. Este dia, diferente do outro, ela foi sozinha para lá. Meus pais e eu estávamos em casa, quando escutamos os cavalos se alvoroçarem. Lyana tinha seus 16 anos, mas era bem resolvida e se virava bem. Sabendo disso, não ligamos muito, pois os cavalos logo se acalmaram. Mas eu notei que ela estava demorando muito para voltar – algo que não é normal em se tratando dela, pois ela não gostava de ficar muito tempo no celeiro, apesar de gostar dos cavalos. Fui ver o que tinha acontecido e tinha sangue. Um dos cavalos estava caído e todo ensanguentado. Lyana estava no canto balbuciando palavras estranhas e sem nexo. Não conseguia entender muito bem o que ela estava falando. Ela disse “você pode se juntar a mim, Avaloch”. Fiquei confuso e perguntei o que tinha acontecido, e ela continuava dizendo aquilo e balbuciando outras palavras estranhas. Tirei-a de lá de dentro, e quando cheguei, meus pais ficaram assustados, pois as mãos de Lyana estavam cheias de sangue. Expliquei a eles o que tinha acontecido – mentindo falando que um dos cavalos a tinha atacado, e ela teve que o matar. Meu pai chamou o padre Adrian, mas minha mãe, apesar de religiosa, não achou certo, pois preferia chamar um médico. Pela primeira vez em muito tempo meu pai tinha ganhado uma discussão com minha mãe. Justo nesse dia. O padre Adrian chegou e logo começou a olhar por todos os cantos da casa, assustado. Parecia que estava vendo algo, ou tendo alucinações. Ele pegou sua água benta e começou a rezar o pai nosso e se benzendo.


O estado de Lyana só piorava. Quando ele foi rezar o pai nosso e enchendo a cabeça de Lyana com água benta, ela se contorcia. Ela continuava balbuciando as palavras. Meus pais estavam assustados, mas já imaginavam o que poderia ser aquilo que estava afligindo Lyana; Ela estava possuída. A medida que Lyana balbuciava mais alto, o padre também subia o tom. O padre tentou uma nova abordagem; conversar com Lyana para saber o que estava acontecendo com ela. Durante a conversa, Lyana começa a alterar sua voz, falando hora com uma mais grave, outra com uma mais aguda, e depois volta ao normal. O padre sugere que a deixemos descansar em seu quarto. Ela ficou no quarto por quase 1 mês seguido, com seu estado piorando. Era raro os momentos em que ela ficava tranquila. O psiquiatra indicado pelo padre Adrian, Dick Halloran, fazia visitas constantes. Ele ficou fascinado pelo estado dela, mas segundo ele, era no bom sentido. Ele dizia que o transtorno por qual ela passava, era um tipo raro, mas que poderia ser curado. O que lhe restava saber era a causa daquilo tudo.

O psiquiatra chegou a conclusão de que algo a afligia. Ele sugeriu que a deixássemos sozinha na casa. Não concordamos com isso, porque a explicação dele para tal não foi muito satisfatória. Mais 1 mês se passou e tivemos que começar a amarrá-la na cama. Lyana havia ferido nosso pai e mãe durante a noite, enquanto dormiam em seus quartos. Dessa vez, ela pronunciava as seguintes palavras enquanto os batia e arranhava
– “Avaloch não nos deixará. Ele não nos deixará!!!!”

Não sabíamos mais como lidar com isso, e padre Adrian nos disse que estava sem escolhas. Ninguém conseguiria resolver tal problema. Mas o padre me disse algo – em particular, longe de meus pais, o que me deixou alerta. O padre disse que “Ele” é muito poderoso, e que nada poderia ir contra. Perguntei a mim mesmo quem ou o que seria “Ele”? O que o padre Adrian quis dizer? Algum tempo depois, Lyana conseguira se soltar das amarras da cama, mas desta vez matou o outro cavalo que restou no celeiro. Depois de muito tempo, ela teve um momento de clareza – pelo menos em suas palavras. Ela ainda estava toda roxa, com olheiras profundas e cabelos estavam bagunçados, mas deu para notar o seu momento de clareza. Era como se algo houvesse a iluminado. Algo sobrenatural. Talvez fosse Deus. Ela sorriu, e me pediu desculpas por tudo aquilo que havia causado. Eu não sabia o que falar. Ela teve outros momentos de clareza, mas só comigo. Eu disse uma vez ao padre Adrian e a Halloran, mas durante 2 semanas, eles não obtiveram essa mesma experiência. Dick Halloran me disse que eu poderia estar pensando demais, pois estava triste com o que Lyana estava passando. Um semana antes das palavras fortes que padre Adrian proferiu no enterro de Lyana, ela conseguiu se soltar das amarras, e estava na cozinha abalada e confusa. Não sabia o que estava fazendo ali. A saúde de nossos pais havia se deteriorado bastante durante esse tempo, então eu cuidava dela na maior parte do tempo. Ela me olhou e disse:
– Avaloch, porque faz isso comigo?! Você não me ama? Não, Avaloch!!!!”


Sua voz se alterou de novo, e as lâmpadas começaram a explodir, sem explicação. Ela pegou a faca e tentou me matar. Ela estava gritando, e sua voz estava alterada, com a mesma voz grave e aguda. Dick Halloran estava alugando uma casa perto da nossa, e foi verificar o que estava acontecendo. Ele estava batendo na porta. Eu o vi de relance, mas Lyana o percebeu também. Ela foi atrás dele e escutei um grunhido alto. Poderia ser ela, mas não tive certeza. O psiquiatra estava morto, e logo depois, minha mãe desce as escadas, e avista Lyana arrastando Dick Halloran morto para dentro de casa. Ela se desespera e pega seu terço, e começa a rezar. Lyana a degola em minha frente. Meu pai não havia descido as escadas, pois ele já estava morto a pelo menos 1 dia. Agora só restava o padre Adrian. Mas Lyana, infelizmente não o conseguiu achar. O covarde pediu ajuda para a polícia. Talvez já tenha descoberto que matamos nosso pai, e que a incitei a matar a todos. Só não esperava que ela tentasse me matar. Parece que “Avaloch” não fez o efeito esperado. O padre Adrian talvez estivesse falando de “Deus” naquela hora, mas Avaloch é muito poderoso também. Ele irá me ajudar.


- E isso é tudo que tem no diário, chefe.
- Bom, não descobrimos quem é esse Avaloch do qual Gregory LaFey estava falando. E por favor, não me chame de “Chefe”, policial Bonhan. Eu sou um Detetive. Bem, vamos embora. Gregory é o culpado de tudo afinal. Se não fosse por sua falha em matar o padre também, não conseguiríamos descobrir. O padre Adrian também é culpado, pois sequestrou e matou uma menina inocente com problemas psicológicos. Ele será preso, se não fizer besteira igual ao Gregory – O detetive estava ao lado do corpo de Gregory LaFey, irmão de Lyana, que fora morto pelo detetive.
- Sim. Detetive Brufford, me diga, e se Avaloch estivesse do seu lado agora...o que o senhor faria?! – Diz o policial Bonhan segurando o diário de Gregory LaFey.
- Bom, eu não acredito nisso. Acredito que Gregory, ou talvez Lyana, possam ter inventado tudo isso. – Ao fitar o corpo de Gregory, o detetive Brufford mostra sua descrença.
- Ele é muito real, detetive. E eu garanto que ele está entre nós nesta sala!
Brufford confuso com as palavras do policial Bonhan, olha o corpo de Gregory, as janelas, a porta, e olha novamente o corpo de Gregory. Quando o detetive finalmente percebe que a única pessoa além dele presente na sala é o próprio Bonhan, ele começa a sentir se aproximando.
- Muito prazer detetive, eu sou Avaloch! Quer dizer, desde o momento em que matou Gregory, na verdade. Eu poderia possuí-lo, mas parece que você não tem grandes ambições, ou desejos. Me diga, nem mesmo riqueza, ou ser bonito? HAHAHAHA, brincadeira, detetive. Você parece uma pessoa vazia. Não gosto de pessoas assim. – Avaloch pega o detetive pelo pescoço e o levanta. Avaloch estava possuindo Bonhan que tinha 10kg e 13 cm a menos do que Brufford, e mesmo assim consegue o levantar com somente uma das mãos. Brufford percebeu que isso não poderia ser algo normal. Apesar de seu ceticismo no começo, agora já começava a levar em consideração o sobrenatural. O detetive sente sua vida ir embora por entre os dedos de Avaloch, que o apertava mais e mais enquanto discursava.
- É uma pena detetive. Você solucionou o caso, mas para isso teve que morrer. – Avaloch vai embora e deixa para trás Gregory LaFey, junto com seu diário e o detetive Brufford jogado no chão, morto, mas com os olhos abertos. Seus olhos indicavam que havia descoberto toda história por trás do diário e sobre a única coisa que lhe restava saber; sobre a entidade, Avaloch.


Música escolhida pelo autor como base para a fic:
Spoiler:
https://www.youtube.com/watch?v=iJABB8Yihr8

Modelo de voto:
Código:

Voto:
Justificação:
Comentário:





avatar
Senpai Estrela
Senpai Estrela
Nível : 1
Medals : Nenhuma Medal, por enquanto!
Membro desde : 30/09/2017
Número de Mensagens : 2670
Sexo : Masculino
Idade : 19
Reputação : 162

Pontos :
100 / 100100 / 100


Ver perfil do usuário

Re: Ficter 05 x Ficter 06 — [VOTAÇÃO]

em Dom 30 Set 2018, 15:25

Voto: Ficter 5
Justificativa: Foi muito bem escrita, nota-se um uso de recursos para prender o leitor, recursos que saem do papel, como imagem e fonte.
Comentário: Parabéns a todos.





Spoiler:
Big man, pig man, ha ha, charade you are
You well heeled big wheel, ha ha charade you are
And when your hand is on your heart
You're nearly a good laugh
Almost a joker
With your head head down in the pig bin

avatar
Mestre do Dojo
Mestre do Dojo
Nível : 1
Medals : Nenhuma Medal, por enquanto!
Membro desde : 22/12/2014
Número de Mensagens : 6014
Sexo : Masculino
Idade : 18
Reputação : 719

Pontos :
100 / 100100 / 100


Ver perfil do usuário

Re: Ficter 05 x Ficter 06 — [VOTAÇÃO]

em Dom 30 Set 2018, 17:57
Voto: Ficter 05
Justificação: Gostei bastante da proposta da fic, abordando um tipo de terror diferente do que é mais costumeiro em obras que envolvam o gênero fugindo de alguns clichês que eu, particularmente, não costumo gostar. Acredito que o autor poderia ter utilizado algumas partes do texto para construir um 'chão' melhor para o enredo da mesma, ainda que rapidamente, citando por exemplo a razão do local em questão estar em uma situação como essa, algo que me deixou bastante curioso mas não fora citado, no entanto, não é algo que tenha afetado tanto o desenvolvimento da história. A carga dramática do texto explorando os sentimentos do protagonista diante de algumas situações aterrorizantes enquanto gradativamente perdia as esperanças diante delas ao seguimento de cada uma das 'notas' do diário foi um ponto muito positivo. Em comparação com a outra fic, essa me pareceu mais original e bem desenvolvida, resumidamente.
Comentário: Parabéns a ambos os autores, plus ultra.



Última edição por Batman em Seg 01 Out 2018, 17:09, editado 2 vez(es)




Prêmios:

avatar
Sensei
Sensei
Nível : 1
Medals : Nenhuma Medal, por enquanto!
Membro desde : 15/01/2018
Número de Mensagens : 4469
Sexo : Masculino
Idade : 18
Reputação : 157

Pontos :
100 / 100100 / 100


Ver perfil do usuário

Re: Ficter 05 x Ficter 06 — [VOTAÇÃO]

em Dom 30 Set 2018, 19:36
Voto: Ficter 5
Justificação: Amei a ambientação e a imagem que a fic projetou na minha mente, a mais gélida e crua desolação, desespero, falta de esperança e sofrimento.
Comentário: Tanto o Ficter 5 como o Ficter 6 fizeram ótimas fics, eu diria que de qualidades equivalentes. Por questão de gosto à temática, eu preferi a Fic 5, mas eu acredito com veemência que a Fic 6 tem muitos pontos fortes também.


---
Seeing more, and feeling less...
avatar
Sensei
Sensei
Nível : 1
Medals : Nenhuma Medal, por enquanto!
Membro desde : 16/07/2014
Número de Mensagens : 4979
Sexo : Feminino
Idade : 25
Reputação : 940

Pontos :
100 / 100100 / 100


Ver perfil do usuáriohttp://www.scielo.org

Re: Ficter 05 x Ficter 06 — [VOTAÇÃO]

em Seg 01 Out 2018, 13:33
Voto: Fic 5.
Justificação: Bastante objetiva nos detalhes e sensações do personagem principal, gostei bastante do ambiente que o autor explorou. Mostrou tortura, desespero, horror, angustia, medo, enfim os principais sentimentos que uma boa história de terror deve possuir. E o mais importante: A Song Fic encaixou-se perfeitamente na letra da música. O final da songfic era o que estava esperando, um fim trágico.
Comentário: A Fic 6 foi muito bem escrita e os detalhes foram bem apresentados. Foi bastante complicado deixa-la de fora. Parabéns aos autores!!












avatar
Otaku Superior
Otaku Superior
Nível : 1
Medals : Nenhuma Medal, por enquanto!
Membro desde : 23/01/2018
Número de Mensagens : 688
Sexo : Feminino
Idade : 20
Reputação : 58

Pontos :
100 / 100100 / 100


Ver perfil do usuário

Re: Ficter 05 x Ficter 06 — [VOTAÇÃO]

em Ter 02 Out 2018, 22:22

Voto: Ficter 5
Justificação: A forma como descreveu os sentimentos do protagonista e caracterizou os cenários e os personagens secundários foi superior, acho que encarnou bem a vibe terror, coisa que o Ficter 6 também fez, mas no Ficter 6 faltou alguns elementos que o Ficter 5 conseguiu usar melhor.
Comentário: Parabéns a ambos! As fics ficaram maravilhosas, foi difícil escolher. Não se desmotivem! Continuem melhorando e escrevendo!



Prêmios:


avatar
Mestre do Dojo
Mestre do Dojo
Nível : 1
Medals : Nenhuma Medal, por enquanto!
Membro desde : 22/02/2009
Número de Mensagens : 6563
Sexo : Masculino
Idade : 24
Reputação : 119

Pontos :
100 / 100100 / 100


Ver perfil do usuário

Re: Ficter 05 x Ficter 06 — [VOTAÇÃO]

em Sex 05 Out 2018, 04:23
Voto: Ficter 5;
Justificação: É um texto descomplicado, bem escrito e descrito. Devo frisar que a história é interessante a medida que passa. No entanto, dava pra detalhar mais algumas partes do enredo.
Comentário: Como disse, a fic 5 não desenvolveu tanto a história, é como se pegasse um texto apenas no epílogo. A fic 6 teve algumas alternâncias de passagem de narrador em primeira e terceira pessoa do nada, apesar de ter conseguido entender a história, que se assemelha bastante a um Invocação do Mal 2 em que no final o demônio sai vitorioso, ainda assim é confuso. Quanto ao remeter das músicas, as duas são bem discretas ao fazerem.




Spoiler:


Spoiler:




Out of rhyme or reason
Everyone's to blame
Children of the season
Don't be lame
Sorry, you're so sorry
Don't be sorry

Man has known it
Now he's blown it
Up-side down and hell's the only way
We did an awful job
And now we're just a little too late






avatar
Senpai Popular
Senpai Popular
Nível : 1
Medals : Nenhuma Medal, por enquanto!
Membro desde : 15/06/2017
Número de Mensagens : 1963
Sexo : Masculino
Idade : 23
Reputação : 141

Pontos :
100 / 100100 / 100


Ver perfil do usuário

Re: Ficter 05 x Ficter 06 — [VOTAÇÃO]

em Sex 05 Out 2018, 23:27
# Votação encerrada.

O Ficter 05 foi o vencedor do duelo!

Agradeço aos que votaram.


O evento fará um pausa em razão do decorrer de eventos do Festival de Halloween. Retomaremos o funcionamento do evento após o término do festival: dia 01/11/18, com o duelo Ficter 07 x Ficter 08.





Conteúdo patrocinado

Re: Ficter 05 x Ficter 06 — [VOTAÇÃO]

Voltar ao Topo
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum