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A solidão e depressão de Deus

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Mensagem por Math em Sex 24 Ago 2018, 09:33
Primeiramente antes de analisarem a frase com teor pessoal, vamos o questionamento e as "regras" 
Esse tópico é fazer justamente o que não se faz mais; Filosofar, hoje somente reproduzimos ideais de outros autores objetivadamente. Então tentem ao máximo desapegar de outras ideias de forma direta, tentem questionar com si mesmo (mesmo que indiretamente tenha referencia a outrem) 


Dois filósofos, que eu não lembro o nome por ser muito difíceis, disse que Deus criou os seres porque não aguentava sua solidão; Outro fala também que Deus é um obsessivo por poder. 

Então aí ta o questionamento.  Deus é um cara solitário com necessidade de atenção? Podemos presumir então que o maior problema social (A perspectiva filosófica) é a solidão, se até mesmo o criador é solitário?
Questionem, refutem, discutam, qual a opinião "filosófica" de vocês.


E por favor, tentem ao máximo não levar isso pro lado não questionável. 


dante



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Mensagem por Wolfgang em Sex 24 Ago 2018, 13:37
Como Deus sempre existiu, não há como corroborar que Ele criou o universo por ser solitário, pois já havia passado a eternidade ou um período indefinível pela nossa compreensão de tempo solitário, sem ter criado o universo antes. E claro, uma das características mais comuns da relação entre Deus e os humanos é a incompreensão do segundo para com os motivos e razões do primeiro. Portanto, creio que qualquer raciocínio filosófico humano na racionalidade das ações de Deus sempre cairá por terra ou será repleto de incertezas e contradições.


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Mensagem por Math em Sex 24 Ago 2018, 14:39
Mas onde que a filosofia prega por certezas e não contradições? 
A ideia é justamente não observar deus como um outrem, mas de forma igual. Mesmo com sua existência longa e indefinida, qual foi o motivo para a criação de seus seres? Em algum momento ele sentiu a necessidade de criar seres para contemplá-lo, então, neste caso ele se sentia sozinho? 
Porque se formos parar e analisar, quando falamos "eternidade" e aplicamos a solidão de deus, muitos vão dizer que ele nunca se sentiu só, mas aí estaria negando a existência humana, outrora; Caso tenha a existência humana, mas não a solidão. Então, essa eternidade é presa em um ciclo do agora?

Compreende?

:jerry:



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Mensagem por Wolfgang em Sex 24 Ago 2018, 14:45
Mas onde que a filosofia prega por certezas e não contradições?
A ideia é justamente não observar deus como um outrem, mas de forma igual.

A falha nessa observação é atribuir a Deus essência humana, algo que Ele por definição, não possui, não nas religiões abraâmicas.

Mesmo com sua existência longa e indefinida, qual foi o motivo para a criação de seus seres? Em algum momento ele sentiu a necessidade de criar seres para contemplá-lo, então, neste caso ele se sentia sozinho?

Não acredito que é possível responder essas perguntas sem justamente entrar em uma base frágil e especulativa, pois Deus nunca nos respondeu qual foi seu motivo. O que eu afirmo como impossível é justamente ter sido por "solidão", pois ele já havia passado o infinito na "solidão", então não haveria motivos para subitamente a "solidão" fazer alguma diferença nas ações de Deus.

Compreende?

Mais ou menos, a parte final não fez sentido algum na minha cabeça. Não por eu negá-la, por que não entendi mesmo.

Espera só o Snake ver esse tópico. :nietz2:


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Mensagem por Math em Sex 24 Ago 2018, 15:05
Então, vou explicar com calma. Você não ta captando o sentido da filosofia; Mesmo que ele seja um Deus, olhar por perspectiva humana, vai querendo ou não ter uma base frágil para estudo. Mesmo caso da morte, estudamos a morte, filósofos passam décadas estudando sobre algo que está fora da essência deles e nem por isso é deixado de estudar, entende? 

Mesmo que não possamo compreender ou mensurar, a ideia é fingirmos por um momento que podemos mensurar suas motivações. Atribuir a essência humana é essencialmente necessário para sequer ao menos estudá-lo. Tu meio que respondeu a tua dúvida;

O que eu quis dizer é: Deus passou muito tempo sozinho, se podemos presumir isso, já que ele é eterno. Mas quanto tempo de eternidade há entre no nada e a gente? Entende? 

Se Deus consequencialmente nos criou por se sentir sozinho, foi por sua longa passagem pela solidão, mas se não atribuirmos a solidão, porque deus sempre foi eterno, então, não há tempo, não há eternidade, a eternidade começa só quando existirmos.
Vou simplificar mais pra ti: Vamos lá, abstenha por um momento esse pensamento de outrem, seja mais antropólogo e entre no meu argumento pra compreender o que digo.

Deus nos criou por se sentir sozinho, ok? Então ele é afetado pela solidão (da mesma forma que ele possui senso de compaixão, por isso a humanização não pode ser desvencilhada totalmente.) Mas se ele não nos criou para contemplá-lo por se sentir sozinho, então, Deus tomou só ciência de sua existência, quando nós(seres) passamos a existir? Então ele não seria tão eterno assim, já que a atribuição da sua benevolência e existência só da a partir do momento em que ele nos criou. 

Ou seja, o cara só existe quando ele pensa em nós. Então, ele não passou ciente por tanto tempo assim de solidão. Sei que é difícil entender, mas aos poucos acho que vai compreender o que digo.



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Mensagem por Wolfgang em Sex 24 Ago 2018, 15:31
Deus nos criou por se sentir sozinho, ok? Então ele é afetado pela solidão (da mesma forma que ele possui senso de compaixão, por isso a humanização não pode ser desvencilhada totalmente.) Mas se ele não nos criou para contemplá-lo por se sentir sozinho, então, Deus tomou só ciência de sua existência, quando nós(seres) passamos a existir? Então ele não seria tão eterno assim, já que a atribuição da sua benevolência e existência só da a partir do momento em que ele nos criou.

Agora entendi o seu propósito criando o tópico. Achei suas ideias top, mesmo que seja, como você disse, a filosofia tentando explicar "coisas que não são de sua área" (pois a filosofia é justamente explicar tudo).


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Mensagem por Lipert em Sex 24 Ago 2018, 15:42
Qualquer tentativa de chegar a uma conclusão sobre algo que não temos como saber não levará em nada. É como você tentar chutar como uma pessoa está se sentindo sem ter qualquer forma de saber, seria um mero chute. Tudo o que temos como saber é aquilo que se encontra na Bíblia Sagrada. De resto, são meras suposições que as pessoas criam ao tentar atribuir algo humano como se fosse algo universal.

Sobre as citações, elas meio que são exatamente um dos pontos que critico na maioria dos filósofos. Eles falam muito sobre coisas intangíveis, têm muita vontade de criar novas ideias, e acabam perdendo a a ideia daquilo que é ou não tangível para eles filosofarem. É como ficar discutindo o sexo dos anjos.


Brasil acima de tudo e Deus acima de todos .

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Mensagem por Math em Sex 24 Ago 2018, 16:07
Mas é justamente esse o ponto. Atribuir uma perspectiva no contexto, se podemos presumir que Deus é criação nossa (não no sentido literal) então, subjetivamente temos sim um ponto alvo de estudo, já que somos a imagem dele, temos referência subjetivas de fragmentos para estudá-lo. Essa ideia de tratar o ato de filosofar como uma matemática é meio problemático. Porque não estamos tratando de uma situação física, sociológica. 

É mais uma razão da nossa existência, por isso se chama filosofar. A ideia é termos algo pra estudar com referencias que temos da nossa perspectiva. A filosofia consequencial de Sócrates, não pode simplesmente ser criticada porque ele não ta estudando um pedaço de pedra, mas sim a ideia imaterial, que por incrível que pareça, foi o ponto alvo para compreendemos praticamente nós e a sociedade.

Mas eu não quero levar o ponto da discussão a outro.

Continuando, eu acho muito mais humanizado essa questão, um questionamento que eu faço agora, se o amor de deus é gigante, seu senso de justiça também, sua ira também, porque não podemos associar sentimentos de "dependência" a ele? Se todos os demais estão incluso ao cara? 

:jerry:

Edit: Transcendam e tente participar do debate. :facepalm: 
E não repetir algo que é a primeira coisa que eu avisei lá em cima.



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Mensagem por Dante1 em Sex 24 Ago 2018, 21:09
Anh, vi os posts. Tentar colocar fraquezas em um Ser absoluto por definição é uma contradição, mas ignorando isso:

Estava com um tédio demoníaco e criou um ser com livre arbítrio. Pra ver até onde iria.
Acho que é por aí. :guei:

Estou certo que sou uma de suas melhores criações.
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Mensagem por Math em Sex 24 Ago 2018, 21:13
Se ele é tão perfeito, porque manda matar criancinhas? :leo: 
E ele não poderia estar com tédio, já que ele é perfeito. Ele ta mais pra um robocop, isso sim.

:fera: 

Mas entrando na sua onda, se ele estivesse com tédio, então ele tinha outros concorrentes? Ou sua existência total foi um completo tédio? Então, logicamente sua ciência só passa a existir quando nós existirmos.

:neves:



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Mensagem por Dante1 em Sex 24 Ago 2018, 21:21
Eu disse que eu estava sendo contraditorio por que a pergunta só pode levar a uma resposta contraditória. Sua pergunta já foi imbecil: "vamos discutir os angulos de 90 graus de um círculo?"

Eu respondo: "porra se ignorarmos a contradição o circulo deve ter um montão kkk"

"Se tem tantos ângulos de 90 graus como é um círculo?"

Enfim, você deve estar sob efeitos de drogas psicoativas.

E não estou falando do Deus Cristão, mas da definição da palavra Deus que é ato puro, absoluto de existência necessária e irrefutável.

(Apesar de o Deus cristão ser Deus verdadeiro mesmo).
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Mensagem por Gaius em Sab 25 Ago 2018, 02:24
Quê porra de tópico é esse?

Tipo, é que nem falar: como seriam os aviões se eles não voassem? Não dá pra responder porque por si só a definição de avião já implica num
veículo que voa.
Sou ateu e não vejo como discutir as ideias de Deus de uma forma """lógica""", sem usar a religião no meio. É como querer discutir leis sem falar
de moralidade ou de princípios. Fica raso, abstrato e sem embasamento algum.





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Mensagem por 02snake em Qui 11 Out 2018, 11:49
@Math escreveu:Primeiramente antes de analisarem a frase com teor pessoal, vamos o questionamento e as "regras"
Esse tópico é fazer justamente o que não se faz mais; Filosofar,
Sabe, aprendi com o tempo que isso é algo muito perigoso... Não que seja ruim parar e meditar nas coisas. Pelo contrário! Meditar nos ajuda a entender melhor as coisas. Mas este “filosofar” é muito antigo, e é “recheado” de imperfeição, inclinação, erros, orgulho, por vezes ceticismo, ateísmo, falta de conhecimento... e por aí vai, mas... BORA LÁ! Rei do Camarote


@Math escreveu: hoje somente reproduzimos ideais de outros autores objetivadamente. Então tentem ao máximo desapegar de outras ideias de forma direta, tentem questionar com si mesmo (mesmo que indiretamente tenha referencia a outrem)

Dois filósofos, que eu não lembro o nome por ser muito difíceis, disse que Deus criou os seres porque não aguentava sua solidão; Outro fala também que Deus é um obsessivo por poder.
Antes, uma palavrinha do Deus Criador sobre os filósofos humanos, sobre a “sabedoria” deles. Em 1ª Coríntios 3: 18 ao 20, nosso Deus (por meio do apóstolo Paulo) nos ensina a seguinte lição:
- “Que ninguém engane a si mesmo: se alguém entre vocês pensa que é sábio neste sistema de coisas, torne-se tolo, para que se torne sábio. Porque a sabedoria deste mundo é tolice perante Deus, pois está escrito: “Ele apanha os sábios na sua própria astúcia.” E também: “Jeová sabe que os raciocínios dos sábios são fúteis.””

Ignorar isso, é ir por um caminho tortuoso... (eu disse tortuoso, ok?)

@Math escreveu:Então aí ta o questionamento.  Deus é um cara solitário com necessidade de atenção? Podemos presumir então que o maior problema social (A perspectiva filosófica) é a solidão, se até mesmo o criador é solitário?
Questionem, refutem, discutam, qual a opinião "filosófica" de vocês.
Não, Deus não é um “cara” e muito menos “solitário”. Você quer entender algo partindo de uma “base errada”. É até legal meditar sobre alguns assuntos, mas com a base errada, toda a soma seguinte estará sujeita ao erro. Para começo, vamos ver uma dica dada em Jó 9: 32, onde diz: “[Deus] não é homem igual a mim para eu lhe responder, para entrarmos juntos em julgamento.”
Não temos como relacionar nossas limitadas percepções (como sobre a “solidão”) com nosso Deus. A bíblia diz que Deus é o “Rei da Eternidade” e portanto, SEMPRE existiu. O seu primeiro “mover” ou “criação” foi Seu filho amado, Jesus. Após isso, incontáveis criaturas espirituais foram criadas, e isso há incontáveis eras atrás, muito antes da fundação das coisas físicas. Podemos dizer que o HOMEM é uma das últimas (se não a ultima) criação de Jeová, até agora.

Eclesiastes 11: 5 nos dá outra dica, ao dizer: “Assim como você não sabe como o espírito age nos ossos da criança no ventre da mulher grávida, assim também você desconhece o trabalho do verdadeiro Deus, que faz todas as coisas.”

Entretanto a bíblia nos lança uma luz sobre o assunto:

Sabemos que Deus É AMOR. Esta é a característica principal (por assim dizer) de nosso amoroso Deus. Ele também é JUSTO, SÁBIO e PODEROSO. Com base nisso, e também com base em alguns registros bíblicos, sabemos que Jeová Deus criou a humanidade como expressão do seu amor. E diferentemente do que mente “poluídas” querem filosofar, Ele não se sentiu “solitário” e quis criar, na verdade Ele quis compartilhar a vida e a felicidade com outros, com os humanos, por exemplo.

Sem dúvida, Deus sentiu muita alegria ao criar todo tipo de coisas físicas para que o nós vivêssemos cercados de beleza e fartura. Mas acima de tudo, com base neste propósito de Deus, nós humanos deveríamos ter uma relação achegada com o nosso Criador, conhecendo a Ele e se comunicando com Ele. Pena que o propósito Dele foi temporariamente adiado por nosso inimigo, mas em breve isso VAI se cumprir, pois Ele mesmo prometeu isso.

É relativamente simples, até... :HM*:


@Math escreveu:E por favor, tentem ao máximo não levar isso pro lado não questionável.
Tá, vamos tentar... :gorda:


@Wolfgang escreveu:Espera só o Snake ver esse tópico. :nietz2:
Ri muito aqui... Você fala como se eu fosse alguém... KKK :paola3:


@Dante1 escreveu:Estava com um tédio demoníaco e criou um ser com livre arbítrio. Pra ver até onde iria.
Acho que é por aí. :guei:
E o senhor, pelo visto, está a cada dia pior... falar de noss Deus estava com “tédio demoníaco” é um absurdo! Já lhe disse antes: Você (assim como todos aqui) pagará por suas palavra e ações. Cuidado!

É uma pena que hajas assim... Você ainda tem chance. Pense melhor! :pat:


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Mensagem por Gaius em Qui 11 Out 2018, 17:05
@02snake , nosso menino Dante já se foi. Foi julgado no reino dos humanos dentro desse fórum.





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No começo Deus não tinha face e então ele criou sua face e então após criar sua face ele criou o universo que é como um espelho pelo qual ele vê sua imagem refletida .


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Mensagem por NikyNeko em Dom 14 Out 2018, 23:26
Eu vou te fazer o favor de responder esse tópico como ele deveria ter sido respondido pra início de conversa antes de pessoas que não entendem a beleza da filosofia tentarem estragar.

Primeiramente, vamos considerar os fatos e as perguntas para chegarmos às suposições filosóficas. A primeira pergunta: Deus é solitário?

Pensando no sentido literal, que Deus era solitário é uma certeza que nem vale a pena discutir. O erro está nas pessoas que consideram a solidão humana e emotiva, mas a solidão não é meramente uma falha de autoestima. Entre os seres humanos, uma pessoa pode se sentir sozinha cercada por outras e isso a trará tristeza e aflorará sua carência, mas o mesmo não pode ocorrer com Deus, pois ele não tem tais características. Mas, a palavra solidão significa "estado de quem acha e que se sente desacompanhado ou só". Bem, Deus não achava nem se sentia, Deus ERA desacompanhado e só, literalmente. Afinal, era a única criatura existente. Solidão também significa "vasto espaço ermo, sem população humana". Bem, preciso dizer alguma coisa? "Ah, não, Deus não era solitário, Deus tava cheio dos amigos", MANO, pare de considerar a solidão humana. Ele não tinha outra escolha a não ser estar solitário, é um fato físico, não é uma questão de personalidade, fraqueza ou o que quer que você esteja pensando. Deus não se sentia solitário, Deus ERA solitário, inegavelmente, de acordo com o fato de que existiu antes de tudo, ou seja, sozinho. É um fato. "Ah, mas Deus não ligava para a solidão e não se rendia a ela", aí sim estamos começando a raciocinar.

Segunda pergunta: Deus criou os seres humanos para acabar com sua solidão?

Também, de forma alguma. Afinal, não é uma característica divina fazer algo apenas pelo próprio prazer. Deus não criaria nada apenas para suprir suas necessidades emocionais. Deus sequer teria a instabilidade emocional para se "sentir solitário" no errôneo sentido em que utilizamos a palavra atualmente, ou seja, "sofrer pela solidão". Ou seja, não faz sentido que a solidão tenha sido a causa primária para a criação do ser humano. Pode pensar na Bíblia, no Evangelho Segundo o Espiritismo ou qualquer livro sagrado que você quiser. Pense em como foram as reações de Deus durante a criação humana. Aliás, tem uma pergunta muito importante a ser considerada aqui e na qual se baseia boa parte de minha tese: Por que Deus criou o ser humano como um ser imperfeito?Por que criou um ser humano que se renderia às tentações? Se Deus foi o primeiro ser, de onde veio o diabo (no qual eu não acredito) se não criado por ele? Quem entende da bíblia pode, por favor, me explicar como o diabo surgiu? Como? Por quê? Deus foi o primeiro ser, Deus é o criador, então o diabo não poderia se criar sozinho, certo? No mínimo, se pensarmos no que sei de Lúcifer, o diabo foi um anjo que se rebelou, mas por que Deus criaria um ser imperfeito que não entendesse seus princípios? Que não entendesse sobre o amor que ele prega? Que desejasse o mal? Afinal, ele é onipotente, então deveria ser capaz de criar algo ao menos tão perfeito quanto ele. Mas por que não o fez?

Aí chegamos a uma pergunta consequente de tudo isso: Por que Deus criou os homens?

Para chegarmos a essa resposta precisamos entender porquê somos como somos. Por que somos imperfeitos? Por que fomos criado à imagem de Deus? Pense, se você fosse criar uma pessoa, criaria ela inspirando-se em você mesmo? Por quê? Então, é nesse momento que pego emprestado algumas crenças espíritas para basear meu argumento. Nós acreditamos na evolução. Ela é o mais importante para todo ser, ela é inevitável, ela é necessária. Minha crença pessoal é de que existem duas possibilidades do porquê fomos criados imperfeitos:

1 – Pois algo perfeito apenas não pode criar algo mais perfeito do que a si mesmo. Quando penso no porquê Deus criaria os seres humanos eu penso em qual poderia ser seu objetivo grandioso, que é o que combina com sua imagem. Não apenas uma razão simples, mas uma razão revolucionária. Por que não criar algo superior a si mesmo? Por que não criar algo que ultrapasse a perfeição? Se Deus foi a primeira existência, então quanta experiência ele teria? Não é uma pergunta interessante? Afinal, Deus é perfeito, mas experiência não deveria se encaixar nas exigências para ser perfeito? Mas como algo que existiu antes de tudo poderia ter experiência? Experiência em quê? Mas e se a experiência é um conceito criado por Deus? Algo que não existia junto com ele, como o amor, por exemplo? Uma característica nova, que tornaria nossa evolução eterna e nos tornaria capazes de ultrapassar até mesmo a perfeição divina, concluindo o suposto objetivo de Deus de expandir a perfeição. A evolução mesmo poderia ser um conceito criado por ele, que sempre existiu perfeito. E a empatia? É possível algo que existiu antes de qualquer outro ser sentir empatia para com esse ser se nunca, em sua vida, esteve em seu lugar? É possível sentir a dor do outro sequer sabendo o que é sentir dor? Empatia não seria outra característica que, hoje, aplicaríamos a um ser perfeito? Pense nisso. Se Deus é amor, imagine que belo o amor criando novas qualidades que se juntarão e darão origem a algo muito mais perfeito do que antes poderia existir. Para nós, é impensável pensar que Deus possa não ter características tão essenciais, por ele nos ser apresentado como perfeito, mas o que é o perfeito? O que significa a perfeição de Deus? Onipotência, onipresença e onisciência? É possível algo perfeito criar algo ainda mais perfeito e se tornar imperfeito? Faz sentido? Mas e se, com sua onipotência, Deus nos faz de ferramentas para conseguir por ele mesmo essa experiência, evolução e empatia que antes lhe seria impensável? Mas, nesse caso, rejeitaríamos a ideia de que Deus é imutável. Então nos vemos numa encruzilhada onde vemos a possibilidade de precisar negar ou a imutabilidade de Deus ou sua perfeição. A bíblia diz que Deus é o "caminho perfeito". Se assim o considerarmos, tudo volta a fazer sentido, pois ele não precisa ser a perfeição no sentido de ter tudo. Pode ser o caminho que nos levará a perfeição. Também vemos trechos que dizem que o amor é o elo perfeito, e se Deus é amor também faz sentido considerá-lo como um elo perfeito. Se considerarmos "perfeito" tudo aquilo que faz seu trabalho perfeitamente, não precisaremos negar a perfeição de Deus como um caminho ou elo que nos leva à perfeição. Também não precisaremos negar sua imutabilidade já que, não precisando mais de empatia, experiência ou evolução para se tornar perfeito, saímos da encruzilhada em que ele deveria ser, ou imperfeito, ou mutável. Mas, se perfeito é aquele que exerce sua função perfeitamente, qual seria a nossa função? Se o objetivo de Deus em nossa criação foi criar algo mais perfeito do que ele, teríamos então que ter uma função na qual precisássemos ser perfeitos. Se Deus é um caminho e um elo, o que seriamos nós? Na bíblia, diz-se que somos servos de Deus. A palavra usada significa etimologicamente "aquele que está preso". Se Deus é um elo, poderíamos dizer que somos aqueles presos por Deus. Atados pelo amor. Que trabalham pelo amor. Assim, nossa função possivelmente seria trabalhar para que o amor possa crescer acima de Deus. Evoluir. Adicionar a empatia e a experiência ao amor. Um amor mais profundo. É como se Deus fosse água pura e adicionasse gelo a si mesmo, e quer que esse gelo se purifique por meio do calor (evolução, empatia e experiência) e esquente. Quando esse gelo chegar à condição de água, tendo uma característica que a água pura não tinha (a de se esquentar) ele será capaz também de se tornar gás e se expandir muito mais do que a água o fez. Essa seria a primeira hipótese.

2 – Há ainda uma segunda hipótese, mas incompleta do que a outra, onde Deus seria a primeira criatura existente nesse universo, criado por ele mesmo, mas possibilitando a existência de novos universos, com outros deuses. Assim, seriamos parte de um ciclo, onde nos aperfeiçoaremos não além de Deus, mas até nos tornarmos como ele, e seríamos uma nova força para criarmos novos universos e continuarmos o ciclo, para expandir o mundo. Afinal, há um trecho na bíblia que diz que somos deuses. Se Deus é um criador, somos também criadores. Assim, repetiríamos, como ele, o ato de criação.



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Mensagem por 02snake em Qua 17 Out 2018, 18:13
@Gaius escreveu:@02snake , nosso menino Dante já se foi. Foi julgado no reino dos humanos dentro desse fórum.
Poxa... é sério? Mas tipo, para sempre? Ou é mais uma punição temporária como da outra vez?


@NikyNeko escreveu:Eu vou te fazer o favor de responder esse tópico como ele deveria ter sido respondido pra início de conversa antes de pessoas que não entendem a beleza da filosofia tentarem estragar.
...

@NikyNeko escreveu:Primeiramente, vamos considerar os fatos e as perguntas para chegarmos às suposições filosóficas. A primeira pergunta: Deus é solitário?

Pensando no sentido literal, que Deus era solitário é uma certeza que nem vale a pena discutir. O erro está nas pessoas que consideram a solidão humana e emotiva, mas a solidão não é meramente uma falha de autoestima. Entre os seres humanos, uma pessoa pode se sentir sozinha cercada por outras e isso a trará tristeza e aflorará sua carência, mas o mesmo não pode ocorrer com Deus, pois ele não tem tais características. Mas, a palavra solidão significa "estado de quem acha e que se sente desacompanhado ou só". Bem, Deus não achava nem se sentia, Deus ERA desacompanhado e só, literalmente. Afinal, era a única criatura existente. Solidão também significa "vasto espaço ermo, sem população humana". Bem, preciso dizer alguma coisa? "Ah, não, Deus não era solitário, Deus tava cheio dos amigos", MANO, pare de considerar a solidão humana. Ele não tinha outra escolha a não ser estar solitário, é um fato físico, não é uma questão de personalidade, fraqueza ou o que quer que você esteja pensando. Deus não se sentia solitário, Deus ERA solitário, inegavelmente, de acordo com o fato de que existiu antes de tudo, ou seja, sozinho. É um fato. "Ah, mas Deus não ligava para a solidão e não se rendia a ela", aí sim estamos começando a raciocinar.
Concordo contigo. Deus era solitário pelo simples sentido da palavra. Solitário é que está só. PONTO. É algo como: Ele não era solitário mas não sentia solidão...


@NikyNeko escreveu:Segunda pergunta: Deus criou os seres humanos para acabar com sua solidão?

Também, de forma alguma. Afinal, não é uma característica divina fazer algo apenas pelo próprio prazer. Deus não criaria nada apenas para suprir suas necessidades emocionais. Deus sequer teria a instabilidade emocional para se "sentir solitário" no errôneo sentido em que utilizamos a palavra atualmente, ou seja, "sofrer pela solidão". Ou seja, não faz sentido que a solidão tenha sido a causa primária para a criação do ser humano. Pode pensar na Bíblia, no Evangelho Segundo o Espiritismo ou qualquer livro sagrado que você quiser. Pense em como foram as reações de Deus durante a criação humana...
Até aqui, ok. Concordo também. É basicamente isso que Deus nos ensina por meio da sua palavra inspirada.


@NikyNeko escreveu:...Aliás, tem uma pergunta muito importante a ser considerada aqui e na qual se baseia boa parte de minha tese: Por que Deus criou o ser humano como um ser imperfeito?
Deus não criou o homem imperfeito. O relato da criação nos ensina isso claramente. Em Gênesis podemos ler: “Tudo que Ele criou era bom.” A perfeição foi perdida um bom tempo depois, devido o pecado.


@NikyNeko escreveu:Por que criou um ser humano que se renderia às tentações?
Novamente, ele não os criou assim. As tentações nos afetam desta forma “poderosa” por causa da imperfeição que herdamos. Entretanto, “tentações” existiam mesmo para as criaturas espirituais. E Deus nos fez assim, com ESCOLHAS, porque não queria que fôssemos robôs, sem sentimentos, sem escolha, sem decisão sobre os atos. É mais uma expressa do amor de Deus por nós.


@NikyNeko escreveu:Se Deus foi o primeiro ser, de onde veio o diabo (no qual eu não acredito) se não criado por ele?
O Diabo “se fez” tal. Lembro-me de já ter falado sobre isso aqui. Jeová criou um anjo perfeito, poderoso e com autoridade. Lembra do relato de Gênesis? TUDO o que Ele fez foi BOM. O problema foi que este anjo ESCOLHEU desobedecer e “se fez” diabo. A palavra “diabo” significa caluniador. Este anjo foi chamado assim por dizer calúnias contra Deus, desde o princípio.


@NikyNeko escreveu: Quem entende da bíblia pode, por favor, me explicar como o diabo surgiu? Como? Por quê?
Foi explicado acima.


@NikyNeko escreveu: Deus foi o primeiro ser, Deus é o criador, então o diabo não poderia se criar sozinho, certo?
A pessoa que passou a se tornar o Diabo realmente foi criada por Deus, mas a ação dela é quem a “criou”. É como “Pedro”. Pedro foi criado numa casa como uma pessoa boa, mas com o tempo, se voltou contra seus pais e assassinou seu semelhante num assalto. Daí pergunto: Os pais de Pedro criaram um assassino? Claro que não! O assassino se fez tal. Compreende?


@NikyNeko escreveu: No mínimo, se pensarmos no que sei de Lúcifer, o diabo foi um anjo que se rebelou,...
Lúcifer não é o nome dele. Isso é um “mito” criado sob uma tradução errônea de uma passagem do livro de Isaías, uma endecha com simbolismos sobre um rei humano. Também tem um tópico aqui só falando sobre isso... Não sei se é possível rastreá-lo.


@NikyNeko escreveu:...mas por que Deus criaria um ser imperfeito que não entendesse seus princípios? Que não entendesse sobre o amor que ele prega? Que desejasse o mal?  
Deus não criou seres imperfeitos. Todas as criaturas espirituais que foram criadas, foram criadas perfeitas e com total compreensão dos princípios justos do criador. Mas como tem livre-arbítrio, algumas escolheram o caminho contrário. O “mal” pode aparecer a qualquer momento para qualquer um. É uma questão de escolha dar vazão a ele ou não.


@NikyNeko escreveu:Afinal, ele é onipotente, então deveria ser capaz de criar algo ao menos tão perfeito quanto ele. Mas por que não o fez?
Você parece não fazer ideia do que significa onipotência. Perfeição não significa virar um robô. Acho que a sua percepção do que significa PERFEIÇÃO está distorcida por filosofia humana...


@NikyNeko escreveu:Aí chegamos a uma pergunta consequente de tudo isso: Por que Deus criou os homens?
De maneira BEM resumida (pois falei mais acima) Deus “criou” para que outros pudessem ter vida, como uma expressão do amor dele.


@NikyNeko escreveu:Para chegarmos a essa resposta precisamos entender porquê somos como somos. Por que somos imperfeitos?
Somos imperfeitos por causa do pecado herdado. Por inspiração divina, Paulo nos revela isso em Romanos 5:12... está lá.


@NikyNeko escreveu: Por que fomos criado à imagem de Deus?
Porque Ele achou bom morar em nós suas qualidades, como amor, alegria, satisfação...


@NikyNeko escreveu: Pense, se você fosse criar uma pessoa, criaria ela inspirando-se em você mesmo? Por quê?
Não, não o faria. Pois EU sou imperfeito.


@NikyNeko escreveu: Então, é nesse momento que pego emprestado algumas crenças espíritas para basear meu argumento. Nós acreditamos na evolução. Ela é o mais importante para todo ser, ela é inevitável, ela é necessária. Minha crença pessoal é de que existem duas possibilidades do porquê fomos criados imperfeitos:

1 – Pois algo perfeito apenas não pode criar algo mais perfeito do que a si mesmo. Quando penso no porquê Deus criaria os seres humanos eu penso em qual poderia ser seu objetivo grandioso, que é o que combina com sua imagem. Não apenas uma razão simples, mas uma razão revolucionária. Por que não criar algo superior a si mesmo? Por que não criar algo que ultrapasse a perfeição? Se Deus foi a primeira existência, então quanta experiência ele teria? Não é uma pergunta interessante? Afinal, Deus é perfeito, mas experiência não deveria se encaixar nas exigências para ser perfeito? Mas como algo que existiu antes de tudo poderia ter experiência? Experiência em quê? Mas e se a experiência é um conceito criado por Deus? Algo que não existia junto com ele, como o amor, por exemplo? Uma característica nova, que tornaria nossa evolução eterna e nos tornaria capazes de ultrapassar até mesmo a perfeição divina, concluindo o suposto objetivo de Deus de expandir a perfeição. A evolução mesmo poderia ser um conceito criado por ele, que sempre existiu perfeito. E a empatia? É possível algo que existiu antes de qualquer outro ser sentir empatia para com esse ser se nunca, em sua vida, esteve em seu lugar? É possível sentir a dor do outro sequer sabendo o que é sentir dor? Empatia não seria outra característica que, hoje, aplicaríamos a um ser perfeito? Pense nisso. Se Deus é amor, imagine que belo o amor criando novas qualidades que se juntarão e darão origem a algo muito mais perfeito do que antes poderia existir. Para nós, é impensável pensar que Deus possa não ter características tão essenciais, por ele nos ser apresentado como perfeito, mas o que é o perfeito? O que significa a perfeição de Deus? Onipotência, onipresença e onisciência? É possível algo perfeito criar algo ainda mais perfeito e se tornar imperfeito? Faz sentido? Mas e se, com sua onipotência, Deus nos faz de ferramentas para conseguir por ele mesmo essa experiência, evolução e empatia que antes lhe seria impensável? Mas, nesse caso, rejeitaríamos a ideia de que Deus é imutável. Então nos vemos numa encruzilhada onde vemos a possibilidade de precisar negar ou a imutabilidade de Deus ou sua perfeição. A bíblia diz que Deus é o "caminho perfeito". Se assim o considerarmos, tudo volta a fazer sentido, pois ele não precisa ser a perfeição no sentido de ter tudo. Pode ser o caminho que nos levará a perfeição. Também vemos trechos que dizem que o amor é o elo perfeito, e se Deus é amor também faz sentido considerá-lo como um elo perfeito. Se considerarmos "perfeito" tudo aquilo que faz seu trabalho perfeitamente, não precisaremos negar a perfeição de Deus como um caminho ou elo que nos leva à perfeição. Também não precisaremos negar sua imutabilidade já que, não precisando mais de empatia, experiência ou evolução para se tornar perfeito, saímos da encruzilhada em que ele deveria ser, ou imperfeito, ou mutável. Mas, se perfeito é aquele que exerce sua função perfeitamente, qual seria a nossa função? Se o objetivo de Deus em nossa criação foi criar algo mais perfeito do que ele, teríamos então que ter uma função na qual precisássemos ser perfeitos. Se Deus é um caminho e um elo, o que seriamos nós? Na bíblia, diz-se que somos servos de Deus. A palavra usada significa etimologicamente "aquele que está preso". Se Deus é um elo, poderíamos dizer que somos aqueles presos por Deus. Atados pelo amor. Que trabalham pelo amor. Assim, nossa função possivelmente seria trabalhar para que o amor possa crescer acima de Deus. Evoluir. Adicionar a empatia e a experiência ao amor. Um amor mais profundo. É como se Deus fosse água pura e adicionasse gelo a si mesmo, e quer que esse gelo se purifique por meio do calor (evolução, empatia e experiência) e esquente. Quando esse gelo chegar à condição de água, tendo uma característica que a água pura não tinha (a de se esquentar) ele será capaz também de se tornar gás e se expandir muito mais do que a água o fez. Essa seria a primeira hipótese.

2 – Há ainda uma segunda hipótese, mas incompleta do que a outra, onde Deus seria a primeira criatura existente nesse universo, criado por ele mesmo, mas possibilitando a existência de novos universos, com outros deuses. Assim, seriamos parte de um ciclo, onde nos aperfeiçoaremos não além de Deus, mas até nos tornarmos como ele, e seríamos uma nova força para criarmos novos universos e continuarmos o ciclo, para expandir o mundo. Afinal, há um trecho na bíblia que diz que somos deuses. Se Deus é um criador, somos também criadores. Assim, repetiríamos, como ele, o ato de criação.
...enfim... é uma ideia, né?


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Mensagem por Convidado em Qua 17 Out 2018, 18:38
Nós oramos e meditamos para re-experienciar a nossa unidade com Deus. Nós temos vagado por este salão de espelhos por um longo tempo, perdidos nas reflexões das eras. Estamos perambulando pelas sombras, procurando o sol.

Será que eventualmente voltaremos a Deus, apenas para desejar a existência separada novamente? Deus se coça para aliviar o tédio dos céus?

Acho que não.
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Mensagem por NikyNeko em Qua 17 Out 2018, 20:02
@02snake escreveu:Deus não criou o homem imperfeito. O relato da criação nos ensina isso claramente. Em Gênesis podemos ler: “Tudo que Ele criou era bom.” A perfeição foi perdida um bom tempo depois, devido o pecado.

"Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou,
Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus."

Romanos 8:20,21

Você distorceu o significado de bom ao dizer que criar coisas boas significa criar coisas perfeitas. "Bom" significa que é positivo para uma causa. Tudo que Deus criou tinha um objetivo e era "bom" para cumprir esse objetivo. Ou seja, Deus criou-nos como herdeiros e, como seres perfectíveis, que se tornam melhores ao longo dos anos e das encarnações, somos bons para esse papel. Deus, obviamente não criou nada que fosse negativo para o universo ou para ele mesmo, mas isso não significa que nos criou perfeitos. Entende a diferença entre criar algo positivo ou negativo e criar algo perfeito ou imperfeito? Uma arma pode ser "perfeita" no sentido de cumprir sua missão de matar perfeitamente, mas isso não significa que ela é boa. Uma flor pode ser "imperfeita" no sentido de estar murcha, ter perdido suas cores e não ser apropriada para o ambiente em que nasceu, não conseguindo suportar a temperatura ou lidar com a falta de água, mas ela ainda é boa. Para início de conversa, o que é perfeito não pode involuir e me impressiona muito notar que você acredita nisso. Afinal, uma pessoa perfeita é uma pessoa que entende a bondade e o amor. O pecado é algo que se comete por ignorância. Não há alguém que entenda o amor e seja capaz de negá-lo. Não há alguém que entenda a bondade e faça maldades. Ou seja, se Deus nos tivesse criado perfeitos nós entenderíamos o que ele entende e, sendo capazes de entender, não seríamos capazes de nos tornarmos imperfeitos, pois jamais escolheríamos isso, independentemente do nosso livre arbítrio. Creio que você saiba, mas todos que cometem erros nesse mundo os cometeram acreditando que estavam certos, o que é prova de que erros são consequência da ignorância. Deus nos criou simples e ignorantes, sem conhecermos maldade ou bondade, como crianças pequenas. Ignorantes, nós tropeçamos, cometemos erros e nos rendemos aos pecados, mas sempre acreditando que estávamos corretos pois, como criaturas boas (apropriadas para a tarefa de herdá-lo) criadas por Deus, o ser humano sempre se esforça para melhorar e, quando não o faz, é por ser ignorante aos seus defeitos. Como uma criança que desenha nas paredes esperando agradar os pais ao mostrar sua obra de arte, ignorante de que seu ato na verdade é incorreto. E, como você pode notar pela frase que coloquei no início, nos sujeitamos aos pecados, não porque ele quis (obviamente, como você também já sabe), mas porque Ele nos sujeitou ao pecado (não precisa saber muito de português pra perceber isso) e, simples e ignorantes, nos rendemos a ele. Mas porquê ele nos sujeitou ao pecado? A resposta está nesse mesmo trecho. Ele nos sujeitou ao pecado propositalmente, não para que "pudéssemos escolher" se queríamos ser bons ou ruins (mas que diabo de escolha é essa?), apesar de que ele nos deu essa liberdade, mas porque tinha a esperança de que nos sujeitar ao pecado também nos tornaria futuramente mais fortes do que ele (nos libertaria da servidão da corrupção), e assim evoluímos continuamente.

@02snake escreveu:Novamente, ele não os criou assim. As tentações nos afetam desta forma “poderosa” por causa da imperfeição que herdamos.


"Imperfeição que herdamos", isso está errado em muitos níveis. Primeiro, herdamos de quem? Não pode ser de Deus, não é mesmo? Aliás, se herdamos uma imperfeição, de onde quer quer seja, isso nos faz imperfeitos, e você disse que fomos criados perfeitos. As tentações nos afetam, primeiro, pois estamos em corpos de carne. A carne está sujeita aos pecados, isso está escrito na bíblia.

"Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne;"

Romanos 8:3

Por exemplo, a luxúria. Os espíritos não tem tato. Eles são incapazes de se renderem ao pecado da luxúria, pois não sentem prazer em tocar outros corpos. Isso é uma exclusividade da carne, um instinto para que o ser humano continuasse sua reprodução. Os pecados são coisas que cometemos pois o corpo de carne nos deixa indefesos a ele. A vaidade também, que não tem os espíritos, que escolhem sua própria face e, portanto, não se importam com ela, pois a podem mudar. Gula? Espíritos não sentem fome. As tentações nos afetam por causa da carne e não nos afetariam em espírito. Por isso a bíblia diz que Deus nos sujeitou ao pecado, pois mesmo que tenhamos um corpo espiritual ele nos colocou em corpos de carne, que estão sujeitos às tentações e aos pecados. E ele nos colocou nesses corpos para que fossemos capazes de combater o pecado. Afinal, que força, que determinação tem um espírito que nunca se encontrou em dificuldade? Como um espírito pode ser verdadeiramente bom se nunca esteve numa situação que testasse a sua bondade?

"Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito".

Romanos 8:5

@02snake escreveu:Entretanto, “tentações” existiam mesmo para as criaturas espirituais. E Deus nos fez assim, com ESCOLHAS, porque não queria que fôssemos robôs, sem sentimentos, sem escolha, sem decisão sobre os atos. É mais uma expressa do amor de Deus por nós.


Nop, não existiam para as criaturas espirituais, mas existem agora. Pois após passarem pelos corpos de carne, sem lutar contra as tentações, elas desencarnam e continuam com o desejo de cometerem pecados. Mas como cometer o pecado da gula se não de comer? Como cometer o pecado da luxúria se não pode tocar? Esses são os espíritos obsessores, que perseguem os espíritos ainda em carne,com energias similares, para que possam "linkar-se" a eles e sentirem o que eles sentem. Uma pessoa que se rende à luxúria estará cercada de espíritos desencarnados que em vida também se renderam ao pecado da luxúria, que estarão lá para tentarem sentir novamente o prazer do sexo que não mais podem fazer. Deus nos deu a capacidade de escolher para que assim pudéssemos evoluir. Como eu disse, possivelmente a razão para a nossa criação foi para tentar criar algo que ultrapassasse a perfeição dele, que é imutável. Aliás, pergunto-me se Deus tem livre arbítrio, pois ele é perfeito e imutável, e nada conheço que seja perfeito e imutável e tenha livre arbítrio. Por exemplo a gravidade. "Expressa do amor de Deus por nós", bem, Deus é amor, mas eu duvido que a razão para isso seja o amor. Você está dizendo que a única razão de Deus para nos criar tal como somos foi sem nenhum objetivo, apenas para compartilhar o amor? Isso não explica o porquê de sermos como somos, apenas explica nossa existência. E Deus não criaria nada por seus desejos puros, pois seria um sinal de egoísmo. Afinal, supondo que você está certo e o fato de existirmos já nos expõe às tentações, e combatê-las é doloroso, nos criar apenas para compartilhar seu amor e deixando de lado o sofrimento que passaríamos ao lidar com as tentações seria um baita egoísmo. É tipo o que fazemos ao dar uma moeda a um mendigo. Nos sentimos satisfeitos conosco apesar de em nada termos resolvido sua dor. Isso seria uma atitude humana, não divina. Acreditar que seu amor compensa pela dor, sendo que quem passaria pela dor seríamos nós e não ele, parece arrogância e vaidade, outra coisa que ele não pode ter.

@02snake escreveu:O Diabo “se fez” tal. Lembro-me de já ter falado sobre isso aqui. Jeová criou um anjo perfeito, poderoso e com autoridade. Lembra do relato de Gênesis? TUDO o que Ele fez foi BOM. O problema foi que este anjo ESCOLHEU desobedecer e “se fez” diabo. A palavra “diabo” significa caluniador. Este anjo foi chamado assim por dizer calúnias contra Deus, desde o princípio.
 

Como já expliquei acima, uma criatura perfeita não se rende à maldade independentemente do seu livre arbítrio. Pecado é consequência de ignorância. Ignorância não é característica de seres perfeitos.

@02snake escreveu:A pessoa que passou a se tornar o Diabo realmente foi criada por Deus, mas a ação dela é quem a “criou”. É como “Pedro”. Pedro foi criado numa casa como uma pessoa boa, mas com o tempo, se voltou contra seus pais e assassinou seu semelhante num assalto. Daí pergunto: Os pais de Pedro criaram um assassino? Claro que não! O assassino se fez tal. Compreende?
 

Sim, pois apesar de seus pais serem bons isso não o tornava bom. Seus pais eram espíritos evoluídos, mas ele era um ser ignorante que nasceu numa família evoluída propositalmente, para que aprendesse e convivesse com a bondade. "Pedro" vai evoluir ao longo de sua vida. Talvez ainda seja um ladrão, talvez ainda seja um assassino, mas é impossível fugir da evolução, pois ela vem com a experiência. Nós pensamos, somos seres racionais, e como seres racionais estamos em constante mudança. O mundo é uma escola e estamos aqui justamente para aprender.

@02snake escreveu:Lúcifer não é o nome dele. Isso é um “mito” criado sob uma tradução errônea de uma passagem do livro de Isaías, uma endecha com simbolismos sobre um rei humano. Também tem um tópico aqui só falando sobre isso... Não sei se é possível rastreá-lo.

Okay, acho que o nome dele não é lá tão importante, mas okay.

@02snake escreveu:Deus não criou seres imperfeitos. Todas as criaturas espirituais que foram criadas, foram criadas perfeitas e com total compreensão dos princípios justos do criador. Mas como tem livre-arbítrio, algumas escolheram o caminho contrário. O “mal” pode aparecer a qualquer momento para qualquer um. É uma questão de escolha dar vazão a ele ou não.

Certo, já expliquei porquê isso está errado. "Total compreensão dos princípios justos do criador", quem compreende não erra, tendo livre arbítrio ou não. Pecado é consequência da ignorância.

@02snake escreveu:Você parece não fazer ideia do que significa onipotência. Perfeição não significa virar um robô. Acho que a sua percepção do que significa PERFEIÇÃO está distorcida por filosofia humana...

qualidade ou condição do que é onipotente, todo-poderoso.
poder total, absoluto, infinito.

Sim, eu sei o que é onipotência. É que parece que enfiaram na sua cabeça essa ideia ridícula de involução e agora você acha que algo perfeito é capaz de se tornar imperfeito. Deus é corruptível? Óbvio que não. Por quê? Porque ele é perfeito. Perfeito é incorruptível e bom não significa perfeito, significa positivo.

@02snake escreveu:De maneira BEM resumida (pois falei mais acima) Deus “criou” para que outros pudessem ter vida, como uma expressão do amor dele.

Também já expliquei o porquê de isso não fazer sentido. Nos expor ao mal, mesmo que também tenha nos exposto ao bem, não seria um ato de bondade. Mas Deus não faz maldades, o que significa que ele nos criou com um objetivo muito além e muito mais grandioso do que meramente para "expressar seu amor" (nos mandando para um mundo onde precisamos lutar contra tentações).

@02snake escreveu:Somos imperfeitos por causa do pecado herdado. Por inspiração divina, Paulo nos revela isso em Romanos 5:12... está lá.

"Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram."

Romanos 5:12

Lembra-se quando eu te mostrei o trecho que mostrava que a carne era o pecado, o que nos expunha ao pecado? Carne morre, diferentemente do espírito, então "pelo pecado veio a morte". A morte passou a todos que encarnaram na carne, por meio da reprodução, e como a carne tende ao pecado, todos que nascem em carne (basicamente todos os espíritos) pecam.

@02snake escreveu:Não, não o faria. Pois EU sou imperfeito.

Bem, segundo você Deus nos criou à imagem dele e ainda assim nos tornamos imperfeitos, então creio que não faça muita diferença :kyo2:
Relaxa, você é feito à imagem de Deus, o que significa que o que é criado a partir de você também é à imagem de Deus. Você é perfectível e o que for criado a partir de você também é perfectível. Pode se tornar perfeito de qualquer forma.

Ah, e poderia, por obséquio, responder a minha última mensagem na minha outra discussão? Não que eu queira continuar a briga, mas ficou tão grande que eu tive que separar em 4 mensagens, o que é proibido, e prometi que iria apagá-las quando você respondesse. Bem, você não respondeu, então ainda sou uma fora-da-lei.



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Mensagem por 02snake em Qui 18 Out 2018, 12:19
@NikyNeko escreveu:"Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou,
Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus."

Romanos 8:20,21
Olha, obrigado por usar a bíblia. Vamos lá!
Quando nosso antepassado Adão foi criado como humano perfeito, ele era “filho de Deus”, certo? (Como em Lucas 3:38) Mas como ele pecou, ele passou a sofrer a “servidão à corrupção” e transmitiu esta condição à nós. (Como está escrito em Romanos 5:12) Agora, note o detalhe: Deus permitiu que os humanos nascessem e enfrentassem “futilidade” por causa da imperfeição herdada, mas deu esperança por meio do “descendente”, que é Jesus Cristo. Notou? Deus PERMITIU que isso ocorresse, Ele não CAUSOU isso.

Depois continua o texto: “Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus." A bíblia nos ensina que o pecado “nos domina”, que somos “escravos” ou “servos” dele. Mas Jesus foi enviado por Deus justamente para nos “livrar” ou “salvar” do pecado e consequentemente, da morte, ou seja, para nos dar a “liberdade dos filhos de Deus”, coisa que hoje, nós, humanos imperfeito (e consequentemente pecadores) não somos. Somos criaturas de Deus... Mas isso irá mudar em breve... Pois Cristo já fez o que tinha de fazer para tornar isto possível.


@NikyNeko escreveu:Você distorceu o significado de bom ao dizer que criar coisas boas significa criar coisas perfeitas.
Não, não distorci não minha cara, é você quem não tinha entendido o que eu estava dizendo. É só isso... Imperfeição leva a morte e isso não é “bom”. Tudo que Deus fez é “bom”. Se você ler o relato com calma, notará que foi só após o pecado do primeiro casal humano que o pecado entrou no mundo. Deus criou criaturas perfeitas, mas a prartir do momento que elas pecaram (lembrando que o termo hebraico/grego comumente traduzido por “pecado” significam “errar”, no sentido de errar ou não atingir um alvo, caminho, marco ou ponto certo) e se tornaram imperfeitos.


@NikyNeko escreveu: "Bom" significa que é positivo para uma causa. Tudo que Deus criou tinha um objetivo e era "bom" para cumprir esse objetivo.
Sim, verdade. Concordo! Era “bom” para Ele, correto. Mas Ele tinha planos eternos. Lembre-se que tanto Adão quanto Eva (e consequentemente toda a humanidade) iriam viver para sempre na terra, mas como decidiram desobedecer a ordem de Deus, pecando, trouxeram “a corrupção” e a consequente “servidão a ela”, que você bem destacou no livro de Romanos, entende?


@NikyNeko escreveu: Ou seja, Deus criou-nos como herdeiros e, como seres perfectíveis, que se tornam melhores ao longo dos anos e das encarnações, somos bons para esse papel.
Não, isso foi o que os seus espíritos disseram para alguns médiuns escreverem em livros. A bíblia deixa claro que Deus nos fez perfeitos e nada nos impedia de progredir moral e espiritualmente ao longo de nossas vidas. Novamente eu digo: O problema é o que vocês entendem por “perfeição” e isso sim ajuda a distorcer este ponto. A perfeição não impede que façamos escolhas erradas, se não, não teríamos livre arbítrio, seríamos robôs. A perfeição é baseada em “não errar” perante as leis daquele que criou tudo. A evolução é perfeitamente possível em criaturas perfeitas. Veja o próprio Jesus, o filho de Deus. A bíblia diz que ele mesmo “aprendeu”... entende?


@NikyNeko escreveu:Deus, obviamente não criou nada que fosse negativo para o universo ou para ele mesmo, mas isso não significa que nos criou perfeitos.
Você começou certo e conclui errado. É claro que uma coisa não tem nada a ver com outra. Mas ele nos fez perfeitos, nós é que perdemos temporariamente tal CONDIÇÃO.


@NikyNeko escreveu: Entende a diferença entre criar algo positivo ou negativo e criar algo perfeito ou imperfeito?
Isso é fruto apenas do seu ponto de vista minha cara, vou fazer o que? Mas sim, eu entendo o que quer dizer.


@NikyNeko escreveu: Uma arma pode ser "perfeita" no sentido de cumprir sua missão de matar perfeitamente, mas isso não significa que ela é boa.
É um bom exemplo. Isso fica muito claro. Mas se ela não “cumprir sua missão de matar perfeitamente ela PECA e DEIXA de ser perfeita, e portanto, “MORRE”. É simples! Consegue enxergar?


@NikyNeko escreveu: Uma flor pode ser "imperfeita" no sentido de estar murcha, ter perdido suas cores e não ser apropriada para o ambiente em que nasceu, não conseguindo suportar a temperatura ou lidar com a falta de água, mas ela ainda é boa.
É, não foi um dos seus melhores exemplo, mas ok.


@NikyNeko escreveu: Para início de conversa, o que é perfeito não pode involuir e me impressiona muito notar que você acredita nisso.
Foi o que mencionei acima. Você aprendeu errado. O conceito de perfeição NÃO é como você aprendeu. Entenda que para se ter o entendimento correto da Bíblia é preciso evitar este erro comum de pensar que tudo o que é chamado “perfeito” é assim em sentido absoluto, quer dizer, num grau infinito, sem limites. A perfeição neste sentido absoluto é distintiva apenas do Criador, Jeová Deus. Nós não! A perfeição de qualquer outra pessoa ou coisa é relativa, não absoluta. (Veja por exemplo o Salmos 119:96, que mostra este ponto de vista)
Quer dizer que algo é “perfeito” de acordo, ou em relação com, o objetivo ou finalidade para que foi destinado pelo seu projetista ou produtor, ou com o uso que lhe dá aquele que o recebe ou emprega. (Como o seu exemplo da arma) Veja, o próprio sentido de “perfeição” exige que haja alguém que decida quando se atingiu a qualidade “completa”, quais são as normas de excelência, que requisitos devem ser satisfeitos e que pormenores são essenciais. Ou seja, no fim, Deus, o Criador, é o derradeiro Árbitro da perfeição.
E não falei nada sobre “involuir”...


@NikyNeko escreveu:Afinal, uma pessoa perfeita é uma pessoa que entende a bondade e o amor.
Sim, exato!


@NikyNeko escreveu: O pecado é algo que se comete por ignorância. Não há alguém que entenda o amor e seja capaz de negá-lo. Não há alguém que entenda a bondade e faça maldades. Ou seja, se Deus nos tivesse criado perfeitos nós entenderíamos o que ele entende e, sendo capazes de entender, não seríamos capazes de nos tornarmos imperfeitos, pois jamais escolheríamos isso, independentemente do nosso livre arbítrio.
Não, errado! Se lermos o livro de Ezequiel, podemos ver que o anjo que SE TORNOU Satanás, o Diabo, era perfeito, entendia as facetas das qualidades de Deus e por incontáveis eras antes da criação física compactuava com elas. Entretanto, segundo o próprio relato, ESCOLHEU ir contra tais qualidades e se rebelou contra o seu Criador. Infelizmente, sua afirmação está errada, segundo a bíblia. O própria carta de Tiago 1:14 e 15 nos ensina algo interessante sobre isso, ao dizer: “Mas cada um é provado ao ser atraído e seduzido pelo seu próprio desejo.Então o desejo, quando se torna fértil, dá à luz o pecado; e o pecado, quando consumado, produz a morte
Entende agora?


@NikyNeko escreveu:Creio que você saiba, mas todos que cometem erros nesse mundo os cometeram acreditando que estavam certos, o que é prova de que erros são consequência da ignorância.
Eu discordo. Muitos e muitos o fazem claramente por saberem que estão fazendo algo ruim ao próximo. Seria ingenuidade demais de você pensar assim... sinceramente.


@NikyNeko escreveu: Deus nos criou simples e ignorantes, sem conhecermos maldade ou bondade, como crianças pequenas. Ignorantes, nós tropeçamos, cometemos erros e nos rendemos aos pecados, mas sempre acreditando que estávamos corretos pois, como criaturas boas (apropriadas para a tarefa de herdá-lo) criadas por Deus, o ser humano sempre se esforça para melhorar e, quando não o faz, é por ser ignorante aos seus defeitos. Como uma criança que desenha nas paredes esperando agradar os pais ao mostrar sua obra de arte, ignorante de que seu ato na verdade é incorreto. E, como você pode notar pela frase que coloquei no início, nos sujeitamos aos pecados, não porque ele quis (obviamente, como você também já sabe), mas porque Ele nos sujeitou ao pecado (não precisa saber muito de português pra perceber isso) e, simples e ignorantes, nos rendemos a ele. Mas porquê ele nos sujeitou ao pecado? A resposta está nesse mesmo trecho. Ele nos sujeitou ao pecado propositalmente, não para que "pudéssemos escolher" se queríamos ser bons ou ruins (mas que diabo de escolha é essa?), apesar de que ele nos deu essa liberdade, mas porque tinha a esperança de que nos sujeitar ao pecado também nos tornaria futuramente mais fortes do que ele (nos libertaria da servidão da corrupção), e assim evoluímos continuamente.
KKK... muito bom, muito bom! Como mencionei acima (e não precisa saber muito de português pra perceber isso) lá diz que Deus nos SUJEITOU (ou permitiu que isso ocorresse) Ele não CAUSOU isso. Deus não faria nada de ruim contra nós.

ENTENDA: O pecado trás o mal, o pecado trás a dor, o sofrimento, a morte! Se Deus TENCIONASSE isso desde o início, Ele seria o CAUSADOR disto, no final das contas... Ma isso é INCONCEBÍVEL da parte de Deus. Ele é JUSTO, SÁBIO, AMOROSO, PURO, SANTO... Tudo que Ele faz é BOM, ou como você mesma bem destacou, “bom” para cumprir o seu propósito. E qual é ele? Que as pessoas vivam em paz e alegria na terra por toda a eternidade! O PECADO que herdamos de Adão (que Jeová permitiu) apenas adiou tal propósito.

E que papo é este de que “nós nos tornaríamos futuramente mais fortes do que ele” e que “evoluiríamos continuamente”? Gente! Que brisa... MAS, respeito seu ponto de vista.


@NikyNeko escreveu:"Imperfeição que herdamos", isso está errado em muitos níveis. Primeiro, herdamos de quem? Não pode ser de Deus, não é mesmo?
Não, não é de Deus. O livro de Romanos 5:12, que eu pedi para você ler, nos diz: “É por isso que, assim como por meio de um só homem o pecado entrou no mundo, e a morte por meio do pecado, e desse modo a morte se espalhou por toda a humanidade, porque todos haviam pecado. . .”
Entende? Nós herdamos o pecado de nossos primeiros pais e Deus permitiu que isso acontecesse por um motivo que está acima das criaturas físicas, por causa de algo que aconteceu nos domínios espirituais antes, durante e depois da formação do mundo. ESTE é o verdadeiro motivo que Deus “nos sujeitar à corrupção (e/ou a futilidade)”


@NikyNeko escreveu: Aliás, se herdamos uma imperfeição, de onde quer quer seja, isso nos faz imperfeitos, e você disse que fomos criados perfeitos.
Isso, nós fomos criados perfeitos, mas a perdemos logo no início da história humana, como já explicado acima.


@NikyNeko escreveu: As tentações nos afetam, primeiro, pois estamos em corpos de carne. A carne está sujeita aos pecados, isso está escrito na bíblia.

"Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne;"
Romanos 8:3

Por exemplo, a luxúria. Os espíritos não tem tato. Eles são incapazes de se renderem ao pecado da luxúria, pois não sentem prazer em tocar outros corpos. Isso é uma exclusividade da carne, um instinto para que o ser humano continuasse sua reprodução. Os pecados são coisas que cometemos pois o corpo de carne nos deixa indefesos a ele. A vaidade também, que não tem os espíritos, que escolhem sua própria face e, portanto, não se importam com ela, pois a podem mudar. Gula? Espíritos não sentem fome. As tentações nos afetam por causa da carne e não nos afetariam em espírito. Por isso a bíblia diz que Deus nos sujeitou ao pecado, pois mesmo que tenhamos um corpo espiritual ele nos colocou em corpos de carne, que estão sujeitos às tentações e aos pecados. E ele nos colocou nesses corpos para que fossemos capazes de combater o pecado. Afinal, que força, que determinação tem um espírito que nunca se encontrou em dificuldade? Como um espírito pode ser verdadeiramente bom se nunca esteve numa situação que testasse a sua bondade?

"Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito".
Romanos 8:5
Olha aí, usando a bíblia novamente. Bora lá!!!
Primeiro, em Romanos 8:3 Paulo nos lembra da “carne” que é contra a “lei”. Mas o que significa isso? Bem, primeiro você tem que entender uma coisa: A palavra “carne” pode significar muitas coisas na Bíblia. Às vezes, a Bíblia usa essa palavra para falar do nosso corpo de carne e osso. (Como em Romanos 2:28; 1 Coríntios 15:39 e 50) Outras vezes, ela usa a palavra “carne” para falar dos parentes de alguém. (Por exemplo, Paulo disse que Jesus era parente de Davi “segundo a carne” e que os judeus eram seus “parentes segundo a carne”) Já em muitas outras vezes, “carne” é usada na Bíblia frequentemente para representar o homem (nós) em sua condição imperfeita, pois nós fomos ‘concebido em pecado’, como descendentes de Adão. Ok?

Bem, o apóstolo Paulo nos diz ali que a Lei dada a Israel, mediante Moisés, era “fraca (ou enferma, como você colocou) por intermédio da carne”, mas ele fala da carne imperfeita daqueles que estavam sob a Lei (todos os humanos imperfeitos). Engraçado é que a Lei de Deus era espiritual, provinda de Deus, mas, por meio dela, as pessoas carnais, ‘vendidas sob o pecado’, foram condenadas, em vez de serem declaradas justas, pois a LEI era perfeita, mas aqueles que deveriam cumpri-la não. Daí, Paulo apenas relata que a “carne” (ou condição pecaminosa da carne) é fraca (ou enferma). E o que Jesus tem a ver com isso? Bem, ele veio “em carne” (como humano) para mostrar que uma pessoa pode cumprir os requisitos da Lei, pois a questão não é o fato de ser “carne” e sim o fato de sermos “pecadores”. É neste contexto que Paulo usa a palavra carne, ou melhor, é normalmente neste contexto que a bíblia usa a palavra “carne”.

O fato de uma criatura não ser “carne” e sim “espírito” não significa que tal criatura não erre. Isso é provado por Satanás e TODOS OS DEMÔNIOS que seguiram este proceder. Eles são espíritos, no entanto, decidiram is contra a lei.

Eu concordo com você quando diz que um espírito não sente “fome”, e por isso não podem cometer gula, entretanto, se ele tão somente escolher, ele pode se dar ao “prazer” (se é que posso usar esta palavra neste contexto, mesmo que em tom de sarcasmo) de comer até não querer mais, por materializar corpos carnais. Lembra do relato do dilúvio? Tais “anjos” simplesmente escolheram “provar as mulheres humanas” e assim, foram contra algo que”não lhes era natural”, como você bem esboçou acima.

O que quero dizer com isso? Não é o fato de você ter um corpo CARNAL ou ESPIRITUAL. O termo “carne” na bíblia aponta BASICAMENTE para a “condição pecaminosa da humanidade, não o “tipo de corpo” em si, entende agora?

Agora sobre Romanos 8:5, Paulo faz simplesmente um contraste sobre aqueles que vivem “segundo a carne” (ou seja, com desejos próprios e egoístas) e aqueles que vivem “segundo o espírito” (ou seja, segundo as normas de Deus, segundo o conhecimento contido na palavra de Deus, a bíblia) Isso EM NADA tem a ver com a ideia de que “QUEM É DE CARNE” é imperfeito pecador e “QUEM É ESPÍRITO” é perfeito e nunca pecará.

O problema, como já falamos em outras conversas, é que pegaram alguns trechos da bíblia e utilizaram eles para “ajudar” a provar o que a bíblia não diz.


@NikyNeko escreveu: Nop, não existiam para as criaturas espirituais, mas existem agora.
Sempre existiu esta possibilidade... a bíblia é clara neste ponto.


@NikyNeko escreveu: Pois após passarem pelos corpos de carne, sem lutar contra as tentações, elas desencarnam e continuam com o desejo de cometerem pecados. Mas como cometer o pecado da gula se não de comer? Como cometer o pecado da luxúria se não pode tocar? Esses são os espíritos obsessores, que perseguem os espíritos ainda em carne,com energias similares, para que possam "linkar-se" a eles e sentirem o que eles sentem. Uma pessoa que se rende à luxúria estará cercada de espíritos desencarnados que em vida também se renderam ao pecado da luxúria, que estarão lá para tentarem sentir novamente o prazer do sexo que não mais podem fazer.
Isso é uma explicação segundo o espiritismo.. então, não vou comentar. É apenas o ponto de vista deles... blz.


@NikyNeko escreveu: Deus nos deu a capacidade de escolher para que assim pudéssemos evoluir.
Não exatamente. A capacidade de escolha nos foi dada por vários motivos (e não se exclui este seu) Ma entenda que, segunda a bíblia, termos liberdade de escolha significa que cada um de nós tem que decidir se quer ser leal a Jeová e provar que o ama de verdade. Podemos usar esta liberdade para tomar boas decisões, mas se não tomarmos cuidado, podemos tomar decisões ruins. A capacidade de ESCOLHA incorre neste detalhe.


@NikyNeko escreveu: Como eu disse, possivelmente a razão para a nossa criação foi para tentar criar algo que ultrapassasse a perfeição dele, que é imutável.
Nop, você está tão longe da verdade quanto o leste está do oeste. Não tem nada a ver. Este seu “possivelmente” já indica a falta de “provas”. Deus não nos criou para que “ultrapassasse a perfeição dele”. Jeová é o ser perfeito. É Ele quem define o que é perfeição. Nós somos limitados e SEMPRE seremos com relação a isto. É como o exemplo da arma que você mesma deu. Ela pode ser perfeita para o objetivo ao qual foi criada, mas pode ela evoluir a ponto de se tornar superior ao propósito dela? Pode tal arma fatiar, espremer, esmagar ou mesmo cozinhar um alimento? Não! Não pode. Ela apenas vai fazer o que foi “projetada” para fazer. E se fizer corretamente, ela será PERFEITA. Entende? É este tipo perfeição, que tanto criaturas espirituais quanto carnais (e agora uso carne como corpo) podem ter.


@NikyNeko escreveu: Aliás, pergunto-me se Deus tem livre arbítrio, pois ele é perfeito e imutável, e nada conheço que seja perfeito e imutável e tenha livre arbítrio.
Sim, Deus tem livre arbítrio. Isso é um fato inegável. Você não conhece a Deus, por isso não entende como ele é, pensa ou age.


@NikyNeko escreveu: Por exemplo a gravidade. "Expressa do amor de Deus por nós", bem, Deus é amor, mas eu duvido que a razão para isso seja o amor.
Sim, tudo que existe (Ar, água, alimento, vida, cores, texturas, animais, céu, terra, espaço físico) existe como expressão do amor de Deus por nós. Quando você “crescer” entenderá cada uma das facetas. Ora, se não tivesse gravidade, a vida não seria possível, certo?


@NikyNeko escreveu: Você está dizendo que a única razão de Deus para nos criar tal como somos foi sem nenhum objetivo, apenas para compartilhar o amor? Isso não explica o porquê de sermos como somos, apenas explica nossa existência.
Eu nunca disse que “a única razão de Deus para nos criar tal como somos foi sem nenhum objetivo, apenas para compartilhar o amor”. Eu disse que o amor de Deus moveu ele a ação, dando inclusive, início ao tempo (mas esta é uma outra discussão, para outro tópico) E o amor explica MUITO o porquê somos como somos. Porque sentimos “gostos e cheiros” e porque temos tantos alimentos e aromas distintos. Explica porque sentimos prazer e alegria e porque temos inúmeras razões para sentir isto.. Explica porque ele fez tudo, minha cara... É deveras muito profundo e anuimador analisar cada uma das facetas de Deus NA CRIAÇÃO. É como nos ensina Romanos 1:20, que diz: “Pois as suas qualidades invisíveis — isto é, seu poder eterno e Divindade — são claramente vistas desde a criação do mundo, porque são percebidas por meio das coisas feitas, de modo que eles não têm desculpa.”


@NikyNeko escreveu: E Deus não criaria nada por seus desejos puros, pois seria um sinal de egoísmo.
Novamente você demonstra total falta de conhecimento sobre Deus. Até parece “filosofia humana” (rsrsrs) Deus criou para outros as coisas. Ele Não precisa disto, lembra? Que tal meditar NESTE ASPECTO a partir de agora quando pensar nestes assuntos? O AMOR de Deus o moveu para agir para NÓS.


@NikyNeko escreveu: Afinal, supondo que você está certo e o fato de existirmos já nos expõe às tentações, e combatê-las é doloroso, nos criar apenas para compartilhar seu amor e deixando de lado o sofrimento que passaríamos ao lidar com as tentações seria um baita egoísmo.
Tem um detalhe aí que você ignorou: O fato de existirmos e termos ESCOLHAS nos expõe a tentações sim, pois isso é algo inevitável quando se tem ESCOLHA. Entretanto, o que torna isso “doloroso” é o fato de estarmos imperfeitos devido o pecado original. Lembre-se que Cristo veio e cumpriu a lei de Deus e rejeitou as tentações sem “dor”. E outro fator de ser “doloroso” é que este mundo está sendo dominado pelo maligno (Ou Satanás, o Diabo), conforme a bíblia nos mostra em 1ª João 5:19, que diz: “Sabemos que nos originamos de Deus, mas o mundo inteiro está no poder do Maligno”. É isto que faz ser doloroso... mas isto será em breve resolvido de uma vez para sempre, para que o propósito original de Deus se cumpra!


@NikyNeko escreveu: É tipo o que fazemos ao dar uma moeda a um mendigo. Nos sentimos satisfeitos conosco apesar de em nada termos resolvido sua dor. Isso seria uma atitude humana, não divina. Acreditar que seu amor compensa pela dor, sendo que quem passaria pela dor seríamos nós e não ele, parece arrogância e vaidade, outra coisa que ele não pode ter.
Se eu não tivesse estas informações, talvez eu também pensasse com o você...


@NikyNeko escreveu: Como já expliquei acima, uma criatura perfeita não se rende à maldade independentemente do seu livre arbítrio. Pecado é consequência de ignorância. Ignorância não é característica de seres perfeitos.
É você tentou explicar mesmo, mas a sua “tese” tinha alguns frutos devido a “ignorância” sobre alguns fatos bíblicos: Criaturas perfeitas podem se render à maldade. Veja o caso de Jesus, por exemplo, que foi tentado por Satanás mesmo sendo perfeito! Se isso não fosse possível, Satanás não teria perdido tempo com isso. Seria tolice tentar. Entretanto, como ele sabia, criaturas perfeitas PODEM pecar se assim escolherem e por isso, o tentou algumas vezes.


@NikyNeko escreveu:
@02snake escreveu:A pessoa que passou a se tornar o Diabo realmente foi criada por Deus, mas a ação dela é quem a “criou”. É como “Pedro”. Pedro foi criado numa casa como uma pessoa boa, mas com o tempo, se voltou contra seus pais e assassinou seu semelhante num assalto. Daí pergunto: Os pais de Pedro criaram um assassino? Claro que não! O assassino se fez tal. Compreende?
Sim, pois apesar de seus pais serem bons isso não o tornava bom. Seus pais eram espíritos evoluídos, mas ele era um ser ignorante que nasceu numa família evoluída propositalmente, para que aprendesse e convivesse com a bondade. "Pedro" vai evoluir ao longo de sua vida. Talvez ainda seja um ladrão, talvez ainda seja um assassino, mas é impossível fugir da evolução, pois ela vem com a experiência. Nós pensamos, somos seres racionais, e como seres racionais estamos em constante mudança. O mundo é uma escola e estamos aqui justamente para aprender.
Você percebeu o que fez aqui, agora, né? Vamos analisar a sua resposta:

- “pois apesar de seus pais serem bons isso não o tornava bom.”
Isso é apenas uma suposição sua. Nada impede de, na infância e juventude, Pedro ter sido sim uma pessoa boa. Muitas coisas podem ocorrer na vida de uma pessoa, para torná-la uma pessoa má. Não se esqueça disto...

- “ Seus pais eram espíritos evoluídos, mas ele era um ser ignorante que nasceu numa família evoluída propositalmente, para que aprendesse e convivesse com a bondade.”
Seus pais eram SERES HUMANOS comuns, sujeitos às mesmas falhas que Pedro, mas que escolheram o caminho do bem por toda a vida. A única “evolução” dos pais sobre Pedro era enquanto Pedro era criança e adolescente, pois seus pais, tinham mais conhecimento e sabedoria na idade que tinham em relação a Pedro. Simples assim!

- “ "Pedro" vai evoluir ao longo de sua vida”
Sim, isto está correto.

- “ ainda seja um ladrão, talvez ainda seja um assassino, mas é impossível fugir da evolução, pois ela vem com a experiência.”
Pedro não era ladrão nem assassino. Ele era uma criança boa que vivia com pais bons e amorosos. O problema é que quando jovem, se envolveu com más companhias, começou a jogar jogos violentos, passou a experimentar drogas leves e quando mais velho, ao passar por tribulações como o fim de um namoro, um revés financeiro, a perda de um dos seus genitores e a pressão dos “amigos” para usar drogas mais fortes, acabou indo para um caminho (ESCOLHA) que não foi correto.

- “ Nós pensamos, somos seres racionais, e como seres racionais estamos em constante mudança. O mundo é uma escola e estamos aqui justamente para aprender.”
Sim, estamos aprendendo, mas o que aprendemos NESTE MUNDO não era do propósito de Deus! Para uma sociedade onde TODOS são perfeitos, felizes e pacíficos, para quê aprender a lutar, matar e roubar? Entende? O que o mundo oferece não é do propósito de Deus.

E no fim, você falou, falou mas não entendeu o que eu quis dizer com o exemplo, que foi: O anjo (que depois passou a se tornar o Diabo) realmente foi criada por Deus, mas a ação dela é quem a “criou”. O Diabo se fez tal. Isso responde a sua dúvida sobre quem criou ele, certo?


@NikyNeko escreveu:
@02snake escreveu:Lúcifer não é o nome dele. Isso é um “mito” criado sob uma tradução errônea de uma passagem do livro de Isaías, uma endecha com simbolismos sobre um rei humano. Também tem um tópico aqui só falando sobre isso... Não sei se é possível rastreá-lo.
Okay, acho que o nome dele não é lá tão importante, mas okay.
Bem observado, gostei disto!


@NikyNeko escreveu:
@02snake escreveu:Deus não criou seres imperfeitos. Todas as criaturas espirituais que foram criadas, foram criadas perfeitas e com total compreensão dos princípios justos do criador. Mas como tem livre-arbítrio, algumas escolheram o caminho contrário. O “mal” pode aparecer a qualquer momento para qualquer um. É uma questão de escolha dar vazão a ele ou não.

Certo, já expliquei porquê isso está errado. "Total compreensão dos princípios justos do criador", quem compreende não erra, tendo livre arbítrio ou não. Pecado é consequência da ignorância.
Sim, você TENTOU EXPLICAR mas infelizmente não foi bem sucedida... Mas a ideia que você apresentou faz sentido, se não tivéssemos a bíblia sagrada para nos ajudar a entender o assunto da maneira correta, mas parabéns!


@NikyNeko escreveu:
@02snake escreveu:Você parece não fazer ideia do que significa onipotência. Perfeição não significa virar um robô. Acho que a sua percepção do que significa PERFEIÇÃO está distorcida por filosofia humana...

qualidade ou condição do que é onipotente, todo-poderoso.
poder total, absoluto, infinito.

Sim, eu sei o que é onipotência. É que parece que enfiaram na sua cabeça essa ideia ridícula de involução e agora você acha que algo perfeito é capaz de se tornar imperfeito. Deus é corruptível? Óbvio que não. Por quê? Porque ele é perfeito. Perfeito é incorruptível e bom não significa perfeito, significa positivo.
Como falei, você está, digamos, “corrompida” por filosofia humana. É como comentei acima: PERFEIÇÃO de Deus é uma coisa. Qualquer outra perfeição é outra coisa. Quem define isso não é o seu dicionário ou o seu entendimento, e sim Aquele que criou seres perfeitos com base em Suas leis.

Você perguntou: “Deus (Jeová) é corruptível?” E a resposta é clara; “Claro que não!” Mas e Adão, Jesus, e o Anjo que se tornou Satanás e todos os milhares de outros que se tornaram Demônios, eles são corruptíveis? Resposta: “Sim, são.” Eles podem escolher ou não um caminho diferente do de Deus, ou seja, deixar de serem perfeitos PARA DEUS, que é quem define o que é perfeição...

Sobre a onipotência de Deus, sim, você colocou a definição, mas você não entende como aplicara isto. Você relacionou a onipotência de Deus, com o fato de que Ele “deveria ser capaz de criar algo ao menos tão perfeito quanto ele” e isso não faz o menor sentido. Não é isso que define ou não a onipotência de Deus. Tipo...



@NikyNeko escreveu:
@02snake escreveu:De maneira BEM resumida (pois falei mais acima) Deus “criou” para que outros pudessem ter vida, como uma expressão do amor dele.
Também já expliquei o porquê de isso não fazer sentido.
E eu já expliquei (como você gosta de falar ou, no caso, escrever) que você não entendeu o assunto, mas espero que agora tenha.


@NikyNeko escreveu: Nos expor ao mal, mesmo que também tenha nos exposto ao bem, não seria um ato de bondade. Mas Deus não faz maldades, o que significa que ele nos criou com um objetivo muito além e muito mais grandioso do que meramente para "expressar seu amor" (nos mandando para um mundo onde precisamos lutar contra tentações).
Não, errado. Deus não nos expos ao mal. Isso é uma ideia sua e dos “seus espíritos”. Deus nos expos a um mundo belo, pacífico, e com saúde e mente perfeitos. Foi o pecado (escolha errado do uso do livre arbítrio) que destruiu isso e por isso sofremos “hoje”. LEIA ISSO E GRAVE FUNDO NA MENTE: Isso que existe demal no mundo NÃO é uma expressão do amor de Deus, como citei mais acima. Blz?


@NikyNeko escreveu:"Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram."
Romanos 5:12

Lembra-se quando eu te mostrei o trecho que mostrava que a carne era o pecado, o que nos expunha ao pecado?
Lembro, estava errada também...


@NikyNeko escreveu:Carne morre, diferentemente do espírito, então "pelo pecado veio a morte". A morte passou a todos que encarnaram na carne, por meio da reprodução, e como a carne tende ao pecado, todos que nascem em carne (basicamente todos os espíritos) pecam.
Não, não tem nada a ver. Todos (após Adão) morrem por causa do pecado. Se Adão não tivesse pecado, sua “tese” (ou sua base para tal raciocínio) nem existiria. E deveras, está errada, de fato. E usei com exemplo Jesus, que mesmo em carne foi perfeito. Outro exemplo foi Satanás, que mesmo como espírito deixou de ser perfeito.


@NikyNeko escreveu:
@02snake escreveu:Não, não o faria. Pois EU sou imperfeito.

Bem, segundo você Deus nos criou à imagem dele e ainda assim nos tornamos imperfeitos, então creio que não faça muita diferença
Você realmente ignorou tudo que eu falei e fez uma conclusão estas? Meu Deus! Está prestando atenção quando lê minha cara colega de fórum? Eu (HOJE) sou imperfeito, por isso não criaria alguém como eu (como você perguntou) entretanto, Deus criou os humanos PERFEITOS. A perfeição se perdeu DEPOIS da criação. GRAVE ISTO!!!
Eu ainda sou “a imagem de Deus”, mas agora (por enquanto), imperfeito... certo?


@NikyNeko escreveu: Relaxa, você é feito à imagem de Deus, o que significa que o que é criado a partir de você também é à imagem de Deus.
Você também é a imagem de Deus, e o seu filho/filha também será. ENTRETANTO, a sua “criação” não será COMO A DE DEUS, pois ele o fez perfeito no início. Tudo o que veio depois foi pelo HOMEM. Sabe, ao ver como você insiste nisso, eu entendo porque o @Dante10 disse uma vez que “Deus criou os assassinos e os ladrões”. Ai, ai...


@NikyNeko escreveu: Você é perfectível e o que for criado a partir de você também é perfectível. Pode se tornar perfeito de qualquer forma.
Sim, tanto eu quanto o que pode “vir de mim” podemos nos tornar perfeitos, mas diferentemente do que você foi ensinada, não é por nossos méritos e sim por benignidade imerecida da parte de Deus. É a perfeição de acordo com as regras Dele, que nos darão a perspectiva de vida eterna, afinal, ele É a fonte da vida.


@NikyNeko escreveu: Ah, e poderia, por obséquio, responder a minha última mensagem na minha outra discussão? Não que eu queira continuar a briga, mas ficou tão grande que eu tive que separar em 4 mensagens, o que é proibido, e prometi que iria apagá-las quando você respondesse. Bem, você não respondeu, então ainda sou uma fora-da-lei.
A tá... assim que possível o farei. O meu trabalho está muito corrido, alquém dos afazeres pessoais (que são mais importantes) e por isso eu estou meio que sem tempo, mas com calma a gente chega lá... Mas a desculpa de “não quero apagá-las para que você responda foi interessante”. Mas pode deixar...


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