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[VOTAÇÃO] Anime Fiction - Rodada Final

em Qua 15 Ago 2018, 00:24
Anime Fiction - 1ª Edição

Olá, Convidado!

Bem-vindo a rodada Final do Anime Fiction, onde você poderá escolher entre as Fanfictions aqui apresentadas para ser a campeã deste evento!

O evento consiste na elaboração de Fanfictions com os personagens do anime tema dessa edição: Naruto/Boruto!
Para mais informações sobre o Evento, clique aqui!


As regras para votação são as seguintes:

- É proibido votar em si mesmo.
- É proibido votar por amizade.
- É proibido combinar votos.
- É proibido revelar a identidade dos participantes.

Ao votar, considerem a melhor narrativa, ortografia e utilização dos personagens, entre outras qualidades no texto, já que a história mais votada será a campeã do evento.

Se você já votou nas fics nas outras rodadas: não se preocupe! Desde que dê uma justificativa para seu voto, ele será aceito. Então vote na sua Fanfiction favorita!

Dito isso, vamos as Fics:

Fic 1:

Ela podia acreditar no que estava diante de seus olhos naquele momento. E, num instante, parecia que tudo ao seu redor havia começado a perder sentido. Sentia suas pernas fraquejarem, mais do que jamais antes havia ocorrido. Seus olhos abriam e fechavam-se repetidamente, como se após fecharem numa vez, abrindo noutra, o pesadelo que vira desapareceria e ela acordaria, aliviada por saber que nada era real. Mas para sua tristeza, suas esperanças eram frustradas a cada décimo de segundo em que assim fazia. Hinata suava frio, e tentava mostra-se tranquila mesmo estando apavorada. Balançava sua cabeça em negação, erguendo seu braço logo após isso, com um semblante fechado, que nem de longe demonstrava o que sentia naquele instante, e apontou sua mão, com seus dedos indicador e médio esticados na direção das duas pessoas a sua frente.


— Não direi novamente, vocês, invasores de Konoha... — Pausava tentando conter o tremor de sua mão — Deem meia-volta imediatamente!


Embora tentasse parecer segura, com suas sobrancelhas cerradas e um tom de voz bem mais impositivo do que costumava demonstrar, até o mais insensível dos homens notaria que estava abalada — Não à toa, as batidas de seu coração pareciam fazerem-se ouvidas a muitos metros.


O corpo ao seu lado já não tinha mais vida, mesmo assim, ela antes estava lá, caída sobre ele, sem despejar uma gota de lágrima sequer, pois tinha algo que deveria incomodá-la mais do que isso — Ao menos era o que pensava.


Cerca de um mês antes, ela vivia sua vida normalmente. Logo pela manhã levantou-se, antes mesmo que seu marido pudesse esboçar algum sinal de vida além de respirar, trocou suas roupas de dormir por uma apropriada para o restante do dia e iniciou sua rotina. Acordou Naruto o mais rápido que pôde, gastando os mesmos habituais vinte minutos até que ele despertasse, preparou o café da manhã de sua família e sentou-se junto a eles na mesa o mais rápido que possível. Faltava uma pessoa na mesa, mas logo ela estaria de volta, tinha de estar.


Levava sua vida, ao lado de seu marido e filhos, o mais velho deles, Boruto, já com dezenove anos, e Himawari em seus dezesseis. Desde que Naruto se tornara Hokage a vila havia passado por tempos de paz, e poucos foram os momentos turbulentos durante o tempo em que esteve no comando. Entretanto, naquela manhã, algo estranho ocorreria. À porta da casa, ouviam-se batidas, seguidas de gritos chamando pelo nome do Nadadaime Hokage. Naquele exato momento, os ventos começariam a mudar em Konoha. Eram ninjas da Anbu, acompanhados de Shikamaru. Um assunto urgente havia surgido. Anunciaram ao Nanadaime o súbito desaparecimento de sua filha, Himawari, numa missão teoricamente simples na vila do som, investigando um velho caso, um trabalho oculto levantado por alguém ligado ao Orochimaru. Um dos dois ninjas que o acompanhava havia sido morto, enquanto o outro estava em estado grave. Seu marido, o Hokage, decidiu então reunir o máximo de força que pudesse obter no momento para ir atrás de sua filha. No mesmo instante se preparou, colocou sua capa sobre os ombros e foi na direção de sua esposa.


— Naruto-kun, deixe-me ir com vocês! — Ela pedia, em vão.


— Hinata, esse é um assunto para mim como Hokage, não se preocupe. — Falava em um tom suave, dando um leve beijo em sua testa — Eu a trarei de volta, viva. Eu prometo.


Essas foram as suas palavras para sua esposa antes de partir, em busca de Himawari, repreendendo Boruto para que não o seguisse. Duas semanas depois do ocorrido, ainda não haviam notícias, nem de Himawari, nem de Naruto, seu pai. Foram os dias mais agoniantes da vida de Hinata, não havia um minuto sequer que deixasse de pensar nos dois. Boruto fazia companhia a sua mãe durante esse tempo, ainda indignado por ter sido deixado para trás. A agonia de Hinata, e de Boruto, teve fim quando Shimakaru bateu à porta outra vez, dessa vez sozinho. Havia uma notícia boa, Himawari havia sido resgatada, aparentemente bem, jogada num vilarejo abandonado qualquer sob a custódia de dois ninjas de nível médio, e antes de prosseguir com os planos após a busca, Naruto havia mandado que a levassem para casa, ela se encontrava atualmente no hospital de Konoha, sendo acompanhada. Porém, uma má, tornaria a trazer mais do que uma frustração a ela e Boruto. O Nanadaime estava morto, junto a Konohamaru e alguns outros ninjas de elite. Um dos que o acompanhava e restou vivo trouxe a notícia e a localização do ocorrido, que àquela altura já não importava mais, confirmando o que toda a vila já comentava. Parecia mais do que ela podia suportar, ter Himawari de volta e perder ao seu marido, sem uma resposta aparente para um problema que nem mesmo parecia tão grande assim, em outro momento. Mas ela conteve suas emoções, enquanto pôde.


O início de seu atual sofrimento se iniciou uma semana e meia depois, cerca de três dias atás, e levou menos tempo que um piscar de olhos. Uma explosão no mínimo duas vezes maior do que a que outrora, havia devastado Kohona, acontece novamente, e apenas um rosto, ainda desconhecido, sorria em meio aos escombros. Shikamaru, que havia assumido a vila durante a ausência de Naruto já havia sido abatido, tal qual os que com ele foram ao combate. Boruto era a única opção de poderio ofensivo que Konoha tinha, e ele foi à luta, mesmo contrariado por sua mãe, que cuidaria de Himawari, no hospital, abalado, porém não destruído, já que ficava na parte superior da vila.


Tudo isso vinha à tona de uma só vez naquele momento. Diante de duas faces a quem teria de enfrentar, pela vila. Um sujeito intitulado Kawaki, sorria diante dela ao ouvir suas palavras, enquanto cerrava seu punho.



— Suas palavras são tão bonitas quanto sua aparência, mas não vão evitar sua morte. — Zombava — Como não evitou a de seu marido e filho.



Palavras já não faziam mais efeito, era impossível angustiar-se mais do que já estava. Num instante, as lágrimas caíam de seu rosto, enquanto seu braço, ainda erguido, parecia perder força e abaixar-se lentamente. Parecia poder sentir o gosto delas, amargo, como o da dor que sentia, e ela apenas permitia a si mesma esvaziar-se delas. Sua postura, antes confiante e série, em pouco tempo transformou-se naquilo que o adversário esperava que fosse. Kawaki sorria, apreciando o desespero em sua face. Seu parceiro, no entanto não parecia nada animado. Sasuke, sem um de seus olhos, perdido na batalha contra o Nanadaime, e ainda ferido, queria que aquilo terminasse o mais brevemente possível.



— Ande logo com isso, Kawaki, não temos tempo a perder com drama familiar! — Exclamava, sério. — Nada pode fugir aos planos que traçamos durante anos.


Hinata carregava o peso de ser a única apta a defender a vila, mesmo em um momento de extrema dor. O clima parecia aliar-se aos seus sentimentos. Sentia uma brisa fria tocar em sua face, enquanto o céu anunciava chuva. Lentamente tentava recuperar o controle sobre seus membros, não poderia se dar por vencida sem ao menos enfrentá-los. Sabia que não teria saída a não ser lutar, ainda que lhe custasse tudo o que tinha, deveria ser aquela que lutaria pelo que aqueles a quem mais amava lutaram até o fim.


— Vocês me ouviram, eu derrotarei vocês! pela vila, por meus filhos e meu marido, eu vou até o fim… — Ela gritava — Porque esse é o nosso jeito ninja de ser!


Havia apenas uma esperança no atual cenário, ela tinha consciência do que era. Num instante, um chakra de cor roxa parecia transbordar de dentro dela. Embora antes não julgasse ser capaz de derrotar a quem havia destruído a vila, sua família, ela tinha que fazer isso por eles, por Himawari, a única a quem ainda poderia proteger, a única que ela poderia salvar, o único vestígio daquilo que era seu sonho realizado. Reuniu tudo o que tinha de si mesma e foi ao confronto de Kawaki e Sasuke, e eles prontamente responderiam às suas investidas, mas ela não desistiria. A cada golpe que desse, lembraria do quanto aqueles a quem seu amor era destinado diariamente lutaram pelo que ela tinha de proteger, e ela tinha certeza de que fizeram isso sem arrependimento algum, lembraria dos momentos bons, e da vontade imparável que tinham, lembraria do sorriso de sua filha, que por mais demorado que fosse, deveria voltar a aparecer, e ela lutaria, não por ela mesma, mas pelos ideais daqueles a quem representava, mesmo que a morte fosse seu destino mais provável, ela teria de vencer...e venceria.


VS


Fic 2:

INSANITY


A 4ª guerra ninja trouxe inúmeras perdas e principalmente sequelas em muitas famílias que perderam seus entes queridos nas mãos dos nukenins; Uchiha Madara, Uchiha Itachi, Uchiha Obito, e seus aliados. Felizmente, a união das grandes nações trouxe o fim da guerra, contudo, Uchiha Itachi sobreviveu por um fio, a sua sorte foi Sasuke, aquele que durante tanto tempo esteve na maldição do ódio, teve misericórdia do seu irmão mais velho. Depois daquele episódio, Sasuke destruiu seus olhos e se jogou de um precipício, um dos heróis da guerra desapareceu da vida de todos em meros segundos, como nunca estivesse existido. Kakashi acredita fielmente que o Uchiha mais novo destruiu a própria vida pelo banho de sangue que o seu sobrenome ocasionou. Naruto simplesmente foi embora da vila com à justificativa que precisava de um tempo longe da vila, das lembranças, das missões e qualquer responsabilidade que o colocasse à linha de frente, o loiro não era mais o mesmo depois do massacre, perdeu seu mestre, presenciou à morte de inúmeros inocentes e ainda assistiu ao suicídio do seu melhor amigo, Naruto não tinha mais forças para sequer erguer-se do chão ou abordar seu companheiro com discursos amistosos, ficou em estado de choque e só então deu-se conta do acontecimento quando Sakura lhe depositou uma bofetada.

Sakura, surtou. Aquela que dedicou 5 anos de sua vida absorvendo o máximo de conhecimento médico e aplicando nos seus pacientes, felizmente conquistou tanto sucesso que colaborou ao lado de sua mestra; Tsunade em invocar Katsuyu e transferir através de inúmeros clones da invocação seu chakra médico para curá-los. Aquela que treinou incansavelmente para lutar à linha de frente com a sua força sobre-humana, aquela que implorou em inúmeras ocasiões para que Sasuke retornasse para ela e à vila, e por causa de suas incontáveis suplicas restou apenas para Uzumaki Naruto prometer que traria Sasuke novamente.

Aquela energia e determinação contagiante foi embora com o Naruto, não existia mais vida naqueles orbes verdes, apenas doses altíssimas de analgésicos para adormecer o seu corpo que tremia ao lembrar daquela cena desumana; a cena em que Sasuke ergueu as duas kunais em direção aos próprios olhos e perfurou lentamente a córnea, a pupila e a íris, os movimentos eram circulares e à medida que destruíra seu doujutsu rompia todas as membranas dos globos oculares e esguichava sangue à face da Haruno, aquela face que conforme variava do tom cálido para o morto. Aconteceu tudo tão rápido, foram meros segundos que duraram horas para aqueles que assistiam rígidos, todos estavam exaustos, não tinham forças para correr e colocá-lo em uma camisa de força, foram as testemunhas do fim do sofrimento da maldição do ódio.

Desde o acontecimento passaram-se doze meses, e foram os mais torturantes para à iryou-nin, e durante oito meses permaneceu solitária em um quarto cheirando a mofo, com pratos empilhados sobre a pia da cozinha, vestindo um moletom sujo de molho de tomate, e inúmeros lenços servindo como consolo das torturáveis lembranças. Não foi Naruto, Kakashi, Tsunade, Ino, Lee e muito menos seus pais que a salvaram de uma profunda depressão, e sim ela mesma, as visitas eram tão raras que Sakura achava que seus amigos e mestres haviam desaparecido com Sasuke. Na maioria das noites, Sakura dormia por ajuda de sedativos tão fortes que sua visão tornara-se turva a impedindo de chegar até o quarto, acostumou-se a dormir no tapete da sala de visitas, no gelado do banheiro e até sobre o acumulo de sujeira da varanda do minúsculo apartamento.

Na última noite do seu profundo desgosto pela vida, quando os sedativos estavam esgotados e a sopa de tomate intragável, à iryou-nin foi à frente do espelho e observou a sua aparência cadavérica, o repulso foi tão grande que Sakura socou instintivamente o espelho sem ao menos acumular chakra aos punhos, o espelho virou migalhas aos seus pés, e a moldura de madeira pó. Seu punho atravessou a parede de concreto, que imediatamente veio ao chão. O quarto, que tinha sua estrutura sustentada principalmente pelo muro, agora estava em ruínas. Para a sorte de Sakura o quarto não era dividido com nenhum outro apartamento, tendo o privilégio de apreciar a vista de toda a Konoha, colocou toda a sua atenção ao céu escuro e as estrelas cintilando toda a vila, a leve brisa balançava os cabelos compridos e o leve vestido branco. Seu coração encheu de paz. Ela não poderia cair em ruínas como a metade de seu apartamento, será mesmo que deveria acompanhar Sasuke? Seria esse o seu último desejo? Sasuke nunca lhe pediu nada, nem quando estava ferido durante à guerra pediu que a mesma curasse os seus ferimentos, durante tanto tempo agarrou-se em um amor que nunca existiu para ele. Talvez um pouco de gratidão, mas nada mais que isso.

Os dias passaram-se rápidos demais para os planos mirabolantes de Sakura, depois daquele incidente passou suas tardes e noites enfiada na biblioteca pessoal de sua mestre, o seu objetivo era criar uma clínica psiquiátrica para todos que assim como ela passaram por momentos difíceis, mas para isso tinha que convencer a si mesma e a todos que sua sanidade mental estava estabilizada. Depois de tantas semanas de estudos e planos para a clínica, a sua sugestão foi aceita e em menos de dois meses a clínica ficou pronta. O único porém era que Sakura seria a médica psiquiátrica que atenderia: a confusa, inconcebível mente dos nukenins mais cruéis da vila.

Depois de tanto esforço e dedicação conseguiu levantar à clínica, em dez meses por serviços prestados recebera um certificado por reerguer crianças, idosos, shinobis e kunoichis de suas profundas melancolias, novamente recebeu grande reconhecimento de sua mestre e amigos, porém nenhuma carta de Naruto. A carta que aguardara desde o primeiro dia que resolveu sair da sua profunda tristeza.

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– Sakura? – ouviu o tom calmo de Tsunade.

– Bom dia, mestra. – respondeu Sakura retribuindo com um singelo sorriso.

As duas ficaram sentadas no sofá confortável da sala de espera da clínica enquanto saboreavam um pouco de café, todos os dias passavam às manhãs juntas antes de iniciar suas atividades.

– Você terá um novo paciente na sua sala de atendimento. – avisou Tsunade que apertava as mãos sobre uma pasta amarelada, um tanto nervosa para aquela conversa –

Sakura abaixou o olhar para a pasta amarelada e conseguiu ler sobre a capa:

Uchiha Itachi, 28 anos de idade, condenado à prisão perpétua pelo massacre do clã Uchiha e o assassinato de mais de 50 civis e 100 shinobis durante à 4ª guerra ninja.

– Não se preocupe, mestra. – respirou fundo e forçou um sorriso – Serei profissional com esse nukenin, quando irei atende-lo?

– Agora, Sakura. – disse Tsunade ao se levantar e lhe entregar a pasta – Pedi para a ANBU trazê-lo, e não se preocupe que você estará a salva, até porque ele está cego. Teremos um ANBU na porta de fora da sua sala, dois pela janela de fora e um sobre o teto.

– Assim me sinto mais segura. – folheou as páginas amareladas da pasta com os dedos trêmulos de ansiedade, há tantas informações ali sobre seus crimes que deixaria qualquer psiquiatra assustado –

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Uchiha Itachi: o indecifrável gênio, usando vestes tão surradas quanto sua aparência descuidada. Os cabelos foram mal cortados em um corte à altura do queixo, a barba contornava seu queixo, abaixo dos lábios inferiores unindo-se nas laterais com os pelos que nasciam no buço, contornando os lábios superiores. Aqueles lábios arroxeados e secos, a todo minuto umedecendo-os com sua saliva. Notou manchas escuras abaixo de seus olhos cegos, parecera que não dormia há anos.
Sakura permaneceu ali observando-o por tanto tempo que só ouvira o barulho do relógio com o passar do tempo.

Tic Tac.


O Uchiha estava sentado em uma cadeira marrom escura tão confortável que aproveitara o momento para cruzar as pernas, deixando a coluna reta e o rosto voltado ao semblante que o estudava curiosamente. Assassino. Cruel. Dizimou um clã inteiro. Assassinou crianças, idosos, grávidas, famílias inocentes. Destruiu a vida de Uchiha Sasuke. Eram as palavras e frases que invadiam a mente da iryou-nin.

– Bom dia, Itachi. Sou a psiquiatra Haruno Sakura e a partir de hoje teremos no mínimo 30 sessões, de uma hora cada, por três vezes na semana, o meu objetivo é tratar seu estado mental com sessões de autoajuda e se for necessário o uso de medicação. Alguma dúvida? – folheou sua pasta amarelada em busca de um refúgio, não aguentava mais observar as feições apáticas dele. – Ah! Só para frisar que estamos sendo constantemente observados, então não tente se aproveitar dessa situação para fugir ou–

– Sabe, Sakura. – interrompeu em um tom desinteressado – Não tenho medo dos shinobis que estão escondidos e nos observando, parece um tanto exagerado em minhas condições. Não se preocupe, não tenho o menor interesse em fugir da minha vila, o meu lar.  – sorriu de maneira maquiavélica –

– Certo. – respirou fundo e tentou se concentrar nas letras miúdas do seu relatório que deveria iniciar a qualquer momento – Vamos falar um pouco sobre o significado de...

– Refúgio. – completou por imediato – Gostaria de falar sobre isso, se não for problema.

– Hum. – riscou algumas palavras no relatório ao lado e continuou – Não há.

– Konoha é o meu refúgio, afinal nasci e fui criado aqui. – passou os dedos longos e finos a barba mal feita – Por muito tempo carreguei um peso às minhas costas como o filho do líder do clã, todo aquele discurso soberbo e individualista, em que os filhos homens deveriam obrigatoriamente tornar-se grandes shinobis, e claro despertar o Doujutsu. Nenhum filho de Uchiha Fugaku seria um fracasso. – pausou por alguns minutos enquanto era constantemente observado por aqueles olhos verdes paralisados – O propósito de nós Uchihas era cuidar de nós mesmos, como uma grande família, e a vila nunca foi prioridade. – soltou um riso debochado –

– Sente ressentimento pelo seu pai? – perguntou ao anotar novamente ao relatório –

– Estamos falando sobre sentimentos, Sakura? – colocou algumas mechas de seus cabelos atrás da orelha –

– Sobre seu pai. – enfatizou –

– Meu pai está morto, e eu fui um shinobi desde os meus 5 anos de idade. Sentimentos atrapalham um bom shinobi, não há lugar para sentir pena, remorso, medo e amor nesse mundo. Eu e você nascemos para morrer pelos outros.

– Somos bem diferentes, Itachi. – colocou a caneta sobre o papel e o observou seriamente – Sou uma iryou-nin, e meu dever é cuidar e proteger.

– Tem razão, sou um assassino. – relaxou os ombros a cadeira – Minha vida foi feita de escolhas, Sakura, se tivesse escolhido o caminho mais curto e simples poderia ter virado Hokage. Mas escolhi o caminho em que você está sentada nessa cadeira confortável graças a mim. – deu um meio sorriso –

– Do que está falando? – perguntou confusa – Por sua causa essa clinica foi criada, não compreendeu ainda? Todos os dias recebo pacientes com transtornos mentais e inúmeros traumas por causa da 4ª guerra ninja, muitos civis, e famílias perderam seus entes queridos!

-- Está falando de si mesma? – perguntou curioso – Veja bem, Sakura... Sabe qual a maneira de dizimar uma infestação de baratas?

Tic.Tac.

– Cortando todo o mal pela raiz. – finalizou –

Sakura fitou aquele olhar que parecera um breu, tão profundo que seus pensamentos ficaram perdidos naquela infinidade. Ele relacionava as pessoas do seu sangue como baratas. Dizimar uma infestação. Dizimar. Infestação. Baratas.


-- Sangue do meu sangue, Sakura. – retornou as palavras bárbaras, mas para ele saíam com naturalidade – Eu era o único capaz de massacrar o sangue do meu sangue, o único que poderia um dia mudar a história, mas falhei...

– Falhou...? – murmurou assustada –

– Afinal de contas deixei o Sasuke vivo.

Aquilo foi como uma facada no peito de Sakura. Itachi foi o assassino de milhares, e por causa dele e seus aliados outros milhares sentem medo de sair de suas próprias casas, e temem uma próxima guerra. O observou novamente, a expressão tão calma. Em uma simples conversa, Sakura percebera que Itachi não tinha nenhum problema mental, sua mestre Tsunade já havia dito que os exames não detectaram nenhuma anomalia. Itachi era tão normal quanto Kakashi, Lee, Ino, e tantos outros que estavam desfrutando suas juventudes. Apertou os punhos, e sentiu o coração bater freneticamente, e depois de tantos meses tinha vontade de tomar sedativos e sair da sua realidade. A única maneira era cortar o mal pela raiz.

– Você está certo, Itachi. – levantou instantaneamente em direção ao nukenin Rank-S

Sakura passou por trás da cadeira em que Itachi continuava acomodado, à medida que a iryou-nin movia-se, o nukenin acompanhava, seus sentidos eram tão apurados como se nunca houvesse perdido a visão. Era nítido o nervosismo dela, e aquilo não incomodara o nukenin e sim o deixava cada vez mais à vontade, como se as fraquezas alheias fossem o seu conforto. Ele estava do outro lado da mesa marrom, o lado em que era julgado pelas barbaridades que cometera durante anos em sua vida como um ninja renegado. E aquele nome e perfume seria impossível de esquecer, Haruno Sakura. O amor infantil de seu irmão tolo, aquela que o irmão comentara na infância. Não precisava sequer olhar o rosto da jovem para saber que a mesma ainda nutre um sentimento genuíno pelo seu irmão, e que irmão tolo! Afinal, largou à vila, os amigos, o amor, à amizade por uma vingança que o levou a render-se para o autocídio.

Itachi deleitou-se por aquele momento, e para ele não era nenhum problema passar os restos de seus dias preso, mas pelo menos ainda poderia estar vivo na vila em que cresceu, comer uma comida limpa, receber cuidados medicinais e sair durante a semana para ouvir e conversar com uma iryou-nin que seu irmão amara, no fim conseguiu cortar o mal pela raiz. Conseguiu jogar o sangue de seu sangue em um profundo martírio.

A única circunstância que o único Uchiha vivo não compreendia era até aonde Sakura poderia chegar pelo Sasuke, ela não tinha o seu amor e muito menos a sua presença viva para lhe confortar. Mas as lembranças permaneciam eternizadas em sua memória e em seu coração, e não precisara de mais nada para continuar a viver, no fim o Sasuke nunca foi realmente feliz. Doou tudo de si mesma para fazê-lo feliz, e até cogitou ir embora da vila por ele, quantas vezes pensou em fugir e encontrá-lo? Dentro do seu coração estava claro que não poderia mudá-lo, e que a vingança fazia parte de si. Não valia a pena viver naquelas circunstâncias em que era obrigada a tratar mentalmente um nukenin rank-S totalmente equilibrado de suas ações. Em meia hora de conversa aprendeu uma lição valiosa; cortar o mal pela raiz. Sasuke poderia ter sido misericordioso em deixar o irmão vivo, ou lhe faltara coragem em derramar o sangue de seu sangue. Sakura compreendia, mas não falharia.

Durante sua reflexão retirou uma kunai de uma gaveta e manchou em uma raiz de planta venenosa. Seria esse o significado de cortar o mal pela raiz? Deu um sorriso insano ao relembrar do sangue de seu amado em sua face há pouco mais de 2 anos atrás. Ficou por trás de Itachi por alguns instantes e ouviu sua respiração quieta, será que ele imaginava que seria sua única sessão? Colocou graciosamente a mão ao ombro do nukenin como se estivesse confortando de um momento descontente.

– Eu gosto desse cheiro. – salientou o moreno –

– Meu escritório é cheio de ervas medicinais, tenho apreciação e bastante facilidade em manuseá-las para tratamentos médicos. – deu um sorriso franco –

– Continue, Sakura. – foram suas últimas palavras –

A cabeça de Itachi bateu em uma estante cheia de porta-retratos, lembranças e cartas que nunca foram entregues. As paredes brancas estavam listradas com o tom vermelho escuro, uma obra de arte para a iryou-nin, seu rosto cálido registrado com as manchas do último sobrevivente. Fitou o tronco imóvel com as pernas ainda cruzadas, aspirou-o ali, e sua expressão encheu-se de satisfação, como se a sua sanidade mental estivesse entrado nos eixos com aquele último ato.


Modelo para votação:
Código:

[b]Considerações:[/b] (Escreva aqui o motivo do seu voto)

[b]Voto final:[/b]
[b]Comentários adicionais:[/b]


Para fins de esclarecimento:
A fic mais votada será a campeã do evento.
A votação será encerrada em 3 dias, no dia 18/08, às 00:25.



Pirate King:


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Re: [VOTAÇÃO] Anime Fiction - Rodada Final

em Qui 16 Ago 2018, 10:35
Considerações: todas as histórias são ótimas como eu já disse, mas por questões de quantidade e mais elaboração, meu voto vai para o segundo. Ambas são muitos semelhantes ao que rege na perspectiva de desenvoltura da história, mas poucos detalhes a gente eleva uma a outra. 

Voto final: Fic 2


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Re: [VOTAÇÃO] Anime Fiction - Rodada Final

em Sex 17 Ago 2018, 03:20
Considerações: Essa segunda não deu não, que dramão maravilhoso. As duas fics estão ótimas, não tenho como dizer qual foi melhor em que (tecnicamente falando)

Voto final: 2
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Re: [VOTAÇÃO] Anime Fiction - Rodada Final

em Sex 17 Ago 2018, 22:53
Considerações: Não sou fã de dramas, na verdade passo bem longe, mas foram duas histórias muito bem escritas. Duas mulheres devastadas, e cada uma lutando a sua maneira. Gostei mais da primeira pela pureza de sentimentos (aos meus olhos), mesmo com toda tragédia e perda, mesmo sabendo que provavelmente não teria chances, ainda manteve a esperança.

Voto final: Fic 1


Prêmios:

Presentes:

Príncipe Vegeta By:Majin Lu


Ass lindeza  Presente do Marido Fou-Lu


VegeBul By: Stark



Marido e Eu By:Majin Lu


Meu Príncipe By: Marido Fou-Lu


Amor NaruHina Collab Bonnie e Mitsashi


Eu Senju By Majin Lu


Bulma By Staz


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Terceiro Lugar - OPVS T9

Dudu (Loja NS)

Endeavor (Loja NS)

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Re: [VOTAÇÃO] Anime Fiction - Rodada Final

em Sex 17 Ago 2018, 23:14
Considerações: Odeio ler mas to aqui :fera:. Quando comecei a ler a fic 1 jurava que era um hentai da Hinata. Ambas ficaram ótimas, mas essa fic do Itachi ficou boua demais mermão.

Voto final: Fic 2





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Melhor Usuário - Awards 2017


Prestígio


Campeão do One Piece Versus (T5)


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Re: [VOTAÇÃO] Anime Fiction - Rodada Final

em Sex 17 Ago 2018, 23:46
Considerações: Dramas tocam mais na parte do sentimento e a que realmente me emocionou mais foi a segunda.

Voto final: Fic 2.
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Re: [VOTAÇÃO] Anime Fiction - Rodada Final

em Sab 18 Ago 2018, 00:29
Considerações: Já tinha dito que  o problema da Fic 1 era a limitação que o autor colocou,  poucos personagens e excesso de choque ou tragédia, já a Fic 2 apresentou um dos mesmos problemas que foi o excesso de drama e terror psicológico, porém foi muito mais rica e destalhada, mais personagens e etc, apesar de ter tido bastantes erros de português, provavelmente por escrever corrido..

Voto final: Fic 2
Comentários adicionais: -


Última edição por Apollo em Sab 18 Ago 2018, 00:39, editado 1 vez(es)


Clã Madoka:




Ah, a sina eterna da humanidade. Alegando ignorância, suplicando misericórdia. 'Por favor, me ajude. Eu não compreendo
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Re: [VOTAÇÃO] Anime Fiction - Rodada Final

em Sab 18 Ago 2018, 00:37
A Fic 2 vence o Anime Fiction com 5 votos contra 1 para a Fic 1.

Parabéns a todos participantes por proporcionarem esse evento!

Os vencedores dessa edição do Anime Fiction foram:

1° lugar - @Rinko
2° lugar - @Batman
3° lugar - @Fou-Lu

Adição ao currículo e pontos de participação já foram adicionados, o restante das premiações serão entregues em breve.

Evento encerrado.
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Re: [VOTAÇÃO] Anime Fiction - Rodada Final

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