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Re: Analisando a doença mental dos que dizem que "Nazismo é desquerda"

em Seg 20 Ago 2018, 19:36
A definição de direita e esquerda é intimamente relacionada à liberdade econômica. Que país de direita teria os meios de produção totalmente controlados (direta ou indiretamente) pelo Estado? Isso não existe, porque é socialismo, e não existe "socialismo de direita".


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Re: Analisando a doença mental dos que dizem que "Nazismo é desquerda"

em Seg 20 Ago 2018, 21:14
Recomendo ler sobre a Guerra Civil Espanhola que foi uma espécie de ensaio para a Segunda Guerra Mundial e dá para entender bem sobre quem estava apoiando quem.

@Lipert escreveu:A definição de direita e esquerda é intimamente relacionada à liberdade econômica. Que país de direita teria os meios de produção totalmente controlados (direta ou indiretamente) pelo Estado? Isso não existe, porque é socialismo, e não existe "socialismo de direita".

Na verdade isso é fascismo e não "socialismo de direita", e fascismo é um movimento comumente classificado como extrema direita @Lipert. Já o socialismo é classificado como extrema esquerda. Esses dois regimes ajudam a esclarecer como extremismos não são de forma alguma viáveis, seja de que lado eles tem origem. Tanto o fascismo quanto o socialismo foram responsáveis por matar milhões de pessoas e não entendo porque a maior preocupação da internet é continuar nessa coisa de saber se é de direita ou esquerda.

Mas se ainda tem dúvida, como eu disse acima, recomendo ler sobre o Franquismo e a Guerra Civil Espanhola, na minha opinião fica bem claro esse Direita x Esquerda.

:planta:



l o v e  h a s  w o n:

p r ê m i o s:

'Cause, baby, I could build a castle
Out of all the bricks they threw at me
And every day is like a battle
But every night with us is like a dream

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Re: Analisando a doença mental dos que dizem que "Nazismo é desquerda"

em Seg 20 Ago 2018, 22:10
@Mitsashi escreveu:Recomendo ler sobre a Guerra Civil Espanhola que foi uma espécie de ensaio para a Segunda Guerra Mundial e dá para entender bem sobre quem estava apoiando quem.

@Lipert escreveu:A definição de direita e esquerda é intimamente relacionada à liberdade econômica. Que país de direita teria os meios de produção totalmente controlados (direta ou indiretamente) pelo Estado? Isso não existe, porque é socialismo, e não existe "socialismo de direita".

Na verdade isso é fascismo e não "socialismo de direita", e fascismo é um movimento comumente classificado como extrema direita @Lipert. Já o socialismo é classificado como extrema esquerda. Esses dois regimes ajudam a esclarecer como extremismos não são de forma alguma viáveis, seja de que lado eles tem origem. Tanto o fascismo quanto o socialismo foram responsáveis por matar milhões de pessoas e não entendo porque a maior preocupação da internet é continuar nessa coisa de saber se é de direita ou esquerda.

Mas se ainda tem dúvida, como eu disse acima, recomendo ler sobre o Franquismo e a Guerra Civil Espanhola, na minha opinião fica bem claro esse Direita x Esquerda.

:planta:

O fascismo tanto não é de direita que criticava a direita (que eles chamavam de "plutocráticos") e os conservadores (que ele chamava de "reacionários"). Aqui está a prova irrefutável disso:



E no caso do nazismo, apesar de ter algumas semelhanças com o fascismo (que também era nacionalista), eles eram nacionais-socialistas, como o nome diz. Buscavam tomar os meios de produção de outros povos, e controlar totalmente os meios de produção em seu país (controlando todos os aspectos das empresas). Não entendo como pode haver debate, mas enquanto insistirem na informação falsa que o nazismo e o fascismo seriam de direita, infelizmente, temos que nos preocupar em refutar esses argumentos e apresentar a verdade.


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Re: Analisando a doença mental dos que dizem que "Nazismo é desquerda"

em Ter 21 Ago 2018, 01:52
Sabiam que uns 85% - e não há exagero nisso - das libertações judaicas dos campos de concentração, após o fim da 2ª Guerra Mundial, foram feitas pelo Exército Vermelho da URSS?



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Re: Analisando a doença mental dos que dizem que "Nazismo é desquerda"

em Qua 22 Ago 2018, 03:34
Enfim, voltando ao assunto do tópico...

É mentira oque Lipert e outros afirmam aí, sobre a economia de países fascistas e da '3ª posição' em geral.

Dizem que a propriedade privada só existia no papel, que o governo controlava tudo e tal. Isso não é verdade.
Os regimes fascistas eram muito autoritários, é claro, e impunham regras rigorosas a empresários.

Mas dizer que propriedade privada não existia é um absurdo.

A economia de países fascistas - e de 3ª teoria política, em geral - era mista e bem complexa, mas nada difícil de entender. Em resumo, a empresas era permitido fazer tudo oque é ético, bom pra economia, e de conhecimento geral (ex: enriquecer o país, avanços tecnológicos, competitividade...). E proibido tudo oque é ruim, anti-ético (ex: liberalismo desenfreado, crises econômicas...) e coisas que maior parte das pessoas não conhecem e até acham teoria conspiratória (ex: criar conglomerados globalistas, conspirar contra o governo, financiar eleições, tomar o controle do banco central...).

E é óbvio que o fascismo/3ªtp sempre odiou o liberalismo desenfreado e a democracia. Mas dizer que eles são "desquerda" por causa disso é um retardo mental.

Não quero entrar em mais discussões imbecis do que seja direita e esquerda. Liberdade econômica é apenas uma das características que a "direita" obteve nos últimos tempos, dentre tantas outras. De fato o fascismo/3ªtp tem muitas características de direita também, como já disse sabiamente o Schiffer.



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Re: Analisando a doença mental dos que dizem que "Nazismo é desquerda"

em Qua 22 Ago 2018, 04:13
@Eumenes escreveu:Enfim, voltando ao assunto do tópico...

É mentira oque Lipert e outros afirmam aí, sobre a economia de países fascistas e da '3ª posição' em geral.

Dizem que a propriedade privada só existia no papel, que o governo controlava tudo e tal. Isso não é verdade.
Os regimes fascistas eram muito autoritários, é claro, e impunham regras rigorosas a empresários.

Mas dizer que propriedade privada não existia é um absurdo.

A economia de países fascistas - e de 3ª teoria política, em geral - era mista e bem complexa, mas nada difícil de entender. Em resumo, a empresas era permitido fazer tudo oque é ético, bom pra economia, e de conhecimento geral (ex: enriquecer o país, avanços tecnológicos, competitividade...). E proibido tudo oque é ruim, anti-ético (ex: liberalismo desenfreado, crises econômicas...) e coisas que maior parte das pessoas não conhecem e até acham teoria conspiratória (ex: criar conglomerados globalistas, conspirar contra o governo, financiar eleições, tomar o controle do banco central...).

E é óbvio que o fascismo/3ªtp sempre odiou o liberalismo desenfreado e a democracia. Mas dizer que eles são "desquerda" por causa disso é um retardo mental.

Não quero entrar em mais discussões imbecis do que seja direita e esquerda. Liberdade econômica é apenas uma das características que a "direita" obteve nos últimos tempos, dentre tantas outras. De fato o fascismo/3ªtp tem muitas características de direita também, como já disse sabiamente o Schiffer.
Quem falou que propriedade privada não existia? Precisa inventar que eu disse as coisas pra ganhar o debate? E onde é que na Alemanha nazista as empresas tinham liberdade pra decidir algo? lol Elas não decidiam nada, quem decidia era o Estado (isso valia pra preços, salários, produção, pra quem seria vendido). Já mostramos isso em vários tópicos sobre o nazismo diversas vezes, e você sempre muda de assunto pra "propriedade privada" ou pra própria existência das empresas.

Se o nazismo fosse igual ao socialismo marxista, eles não teriam chamado de "nacional-socialismo". Chamaram assim porque era um socialismo focado na nação, sem abolição da propriedade privada, mas com um controle rigoroso dos meios de produção pelo Estado e pela apropriação dos meios de produção de demais países.

Ou seja, o nazismo não é nem nunca foi de direita.


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Re: Analisando a doença mental dos que dizem que "Nazismo é desquerda"

em Qua 22 Ago 2018, 12:41
Acho que o Lipert e o Yagi já explicaram bem.
Qualquer coisa que tiver relação com "nazismo é de direita" deve ser ignorada.

É a tática de empurrar as coisas ruins pro lado que não apoia.
KKKK





Oriente as pessoas, e acredite nelas, pois é entre elas que virá quem vai carregar a próxima geração quando chegar a hora.
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Re: Analisando a doença mental dos que dizem que "Nazismo é desquerda"

em Qua 22 Ago 2018, 14:00
Elas não decidiam nada, quem decidia era o Estado (isso valia pra preços, salários, produção, pra quem seria vendido).

Não, você está mentindo. Você não tem, e jamais terá, fonte nenhuma pra sustentar essas afirmações.

O Estado era no máximo muito sugestivo, mas não chegava a decidir nada disso. Não vou prosseguir uma discussão imbecil e ficar repetindo as mesmas coisas que já disse, se quiser continue sozinho.

Acho que isso pode até ser uma falácia pra quando a guerra estava ocorrendo, que TODOS os países envolvidos dirigiram suas economias e produtividade pra indústria militar. Até mesmo os EUA intervia fortissimamente na industria privada durante a guerra. Esse vídeo explica melhor: https://www.youtube.com/watch?v=L-TalPLrTIY



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Re: Analisando a doença mental dos que dizem que "Nazismo é desquerda"

em Dom 26 Ago 2018, 00:55
@Eumenes escreveu:
Elas não decidiam nada, quem decidia era o Estado (isso valia pra preços, salários, produção, pra quem seria vendido).

Não, você está mentindo. Você não tem, e jamais terá, fonte nenhuma pra sustentar essas afirmações.

O Estado era no máximo muito sugestivo, mas não chegava a decidir nada disso. Não vou prosseguir uma discussão imbecil e ficar repetindo as mesmas coisas que já disse, se quiser continue sozinho.

Acho que isso pode até ser uma falácia pra quando a guerra estava ocorrendo, que TODOS os países envolvidos dirigiram suas economias e produtividade pra indústria militar. Até mesmo os EUA intervia fortissimamente na industria privada durante a guerra. Esse vídeo explica melhor: https://www.youtube.com/watch?v=L-TalPLrTIY
https://mises.org/library/why-nazism-was-socialism-and-why-socialism-totalitarian

Todas as fontes praticamente dizem isso.


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Re: Analisando a doença mental dos que dizem que "Nazismo é desquerda"

em Qua 29 Ago 2018, 01:37
Grande demonstração de conseguir argumentar com a própria boca pensando com a própria cabeça; vir postar link de um blog. Ainda mais um blog de libertários retardados, que são a favor de livre comércio de órgãos e da legalização de drogas (que você mesmo já afirmou repudiar).

Mas você fez bem em disponibilizar esse texto pra mim. Vou ler tudo, hein.



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Re: Analisando a doença mental dos que dizem que "Nazismo é desquerda"

em Qua 29 Ago 2018, 09:40
@Eumenes escreveu:Grande demonstração de conseguir argumentar com a própria boca pensando com a própria cabeça; vir postar link de um blog. Ainda mais um blog de libertários retardados, que são a favor de livre comércio de órgãos e da legalização de drogas (que você mesmo já afirmou repudiar).

Mas você fez bem em disponibilizar esse texto pra mim. Vou ler tudo, hein.
A fonte é Ludwig von Mises, um judeu europeu que foi um grande pesquisador da área de política econômica... E qualquer fonte que você pegue vai concordar que o governo exercia controle sobre as empresas, até mesmo diversos filmes e documentários mostram esse controle.


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Re: Analisando a doença mental dos que dizem que "Nazismo é desquerda"

em Qua 29 Ago 2018, 09:45
@Lipert Eumenes é um coitado.

Um libertário a favor das drogas escreve sobre assunto totalmente diferente;

Aí vem um bostinha de internet e fala "hur, eles defendem drogas e você não kkkk olha como eu estou certo nesse assunto".

E ainda reclamar de falácias, mas comete Ad hominem e apelo a autoridade.

Reclama também que ele postou links ao invés de "argumentar com a própria boca", mas pediu fontes e postou o link de vídeo de YouTube no último post.

Vemos que a pessoa é tão cega pela própria ideologia que começa perder o controle das próprias emoções ao inves de ter honestidade mínima que se vê necessária na busca pela verdade.

Cirominion de bosta.
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Re: Analisando a doença mental dos que dizem que "Nazismo é desquerda"

em Qua 29 Ago 2018, 10:32
@Lipert escreveu:
@Eumenes escreveu:Grande demonstração de conseguir argumentar com a própria boca pensando com a própria cabeça; vir postar link de um blog. Ainda mais um blog de libertários retardados, que são a favor de livre comércio de órgãos e da legalização de drogas (que você mesmo já afirmou repudiar).

Mas você fez bem em disponibilizar esse texto pra mim. Vou ler tudo, hein.
A fonte é Ludwig von Mises, um judeu europeu que foi um grande pesquisador da área de política econômica... E qualquer fonte que você pegue vai concordar que o governo exercia controle sobre as empresas, até mesmo diversos filmes e documentários mostram esse controle.

Eu não quero saber de nada que diz um judeu mentiroso e manipulador de massas idiotizadas, como todos os outros.



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Re: Analisando a doença mental dos que dizem que "Nazismo é desquerda"

em Qua 29 Ago 2018, 10:35
>"Mentiroso manipulador de massas idiotizadas"
>Vota no Ciro Gomes

As fezes de Mises valem mais do que o cérebro de Ciro e seus Minions.
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Re: Analisando a doença mental dos que dizem que "Nazismo é desquerda"

em Qua 29 Ago 2018, 10:57
@Eumenes escreveu:
@Lipert escreveu:
@Eumenes escreveu:Grande demonstração de conseguir argumentar com a própria boca pensando com a própria cabeça; vir postar link de um blog. Ainda mais um blog de libertários retardados, que são a favor de livre comércio de órgãos e da legalização de drogas (que você mesmo já afirmou repudiar).

Mas você fez bem em disponibilizar esse texto pra mim. Vou ler tudo, hein.
A fonte é Ludwig von Mises, um judeu europeu que foi um grande pesquisador da área de política econômica... E qualquer fonte que você pegue vai concordar que o governo exercia controle sobre as empresas, até mesmo diversos filmes e documentários mostram esse controle.

Eu não quero saber de nada que diz um judeu mentiroso e manipulador de massas idiotizadas, como todos os outros.
Então tá bom, você quer saber só da opinião de esquerdistas formados em ciência política em federais brasileiras tomadas pelo socialismo, que vão dizer que o nazismo era um "socialismo de direita", né? kkkkk


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Re: Analisando a doença mental dos que dizem que "Nazismo é desquerda"

em Qua 29 Ago 2018, 13:28
Nossa, eu não sabia que o Bundestag (Parlamento/Governo da Alemanha) é composto por esquerdistas formados em federais brasileiras. Também não sabia que praticamente todos os historiadores e cientistas políticos do mundo, das últimas sete décadas, são esquerdistas de federais também.



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Re: Analisando a doença mental dos que dizem que "Nazismo é desquerda"

em Qua 29 Ago 2018, 15:31
@Eumenes escreveu:Nossa, eu não sabia que o Bundestag (Parlamento/Governo da Alemanha) é composto por esquerdistas formados em federais brasileiras. Também não sabia que praticamente todos os historiadores e cientistas políticos do mundo, das últimas sete décadas, são esquerdistas de federais também.
Olha esse apelo a autoridade, sem sequer citar uma fonte... Tudo normal.


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Re: Analisando a doença mental dos que dizem que "Nazismo é desquerda"

em Sab 01 Set 2018, 13:41
@Lipert escreveu:
Olha esse apelo a autoridade, sem sequer citar uma fonte... Tudo normal.

Quer fontes do que? De que o governo alemão considera o NS de extrema-direita?



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Re: Analisando a doença mental dos que dizem que "Nazismo é desquerda"

em Sex 04 Jan 2019, 12:51
Eu sei que o post é antigo mas achei um site bem legal falando disso com fontes embasadas.

Olhar do Nazismo sobre Richard J Evans

Se forem direto na fonte tem os negritos destacando.

Spoiler:
Nazismo de esquerda? (Richard J. Evans) O que os Historiadores nos dizem sobre o Nazismo SER de (extrema) Direita - Parte 01
A quem perdeu o bonde", o Denilton, nos comentários do post sobre a morte de Ernst Nolte, perguntou se eu concordava que o nazismo foi de extrema-direita, e sobre se fazer um post pra mostrar aos "revis" (negacionistas) que o nazismo é de extrema-direita.

A quem estranhar de onde vem a questão ("Nazismo de direita ou esquerda"), com a expansão da internet no mundo(principalmente na segunda metade da década passada), com a sombra da derrocada da URSS (que caiu nos anos noventa, logo no começo) e o vácuo de poder e instabilidade que isso gerou, com a crise global do neoliberalismo (propagado principalmente pelos Estados Unidos desde sua ascensão como única superpotência, agora em crise interna e por conta da ascensão chinesa), grupos de extrema-direita (radicais) de cunho liberal passaram a disseminar na web a panfletagem de que o "nazismo é de esquerda". Um joguete retórico pra limpar a "mancha" da direita no século XX (principalmente a dos liberais) e a ligação (ou simpatia) da direita tradicional de vários países com os movimentos nazistas e fascistas (e ditaduras conservadoras nacionais), que são de direita. Alguém que está lendo este post não ouviu falar desta panfletagem antes? Vou colocar link da web em inglês com os termos pra verem como a coisa é bem difundida. Link:
nazism is leftist

Tem mais de uma combinação com esses termos, mas uma só basta (é só uma amostragem). Saiu há pouco um texto que menciona isso, também em cima da morte do Ernst Nolte (historiador alemão e de extrema-direita). A quem quiser ler (não foi possível traduzir, está em inglês), segue o link, só que não registrei a existência desse segundo blog aqui, depois comento sobre:
Ernst Nolte’s Revenge

Pois bem, eu já respondi o que penso na parte dos comentários (primeiro link do post), mas concordei que seria relevante fazer um post mostrando o que os historiadores da segunda guerra, nazismo etc descrevem/pensam sobre o que o nazismo é (o nazismo continua existindo com o neofascismo) ou "tenha sido" (o nazismo original), um movimento de extrema-direita (fascista).

Já havia pensado num post deste tipo antes mas... com a onda de extremismo da direita liberal "norte-americanoide" (que é hegemônica no país) que tomou conta do país (e isso desde aquelas malfadas marchas de 2013 (Tag: marchas de 2013), que pôs o país de ponta-cabeça), com direito a golpe de Estado e destruição da soberania do Brasil com um surto de vira-latice profunda (e burrice), bateu um desânimo se as pessoas neste país (a maioria) estão mesmo interessadas em aprender algo ou se só querem repetir idiotices (galhofas) que leem de "gurus" de internet ou youtubers pra encher o saco alheio ou tentar impor opinião sem embasamento algum, negando coisas ou distorcendo outras (ao gosto do "cliente").

Confesso que não tenho mais paciência pra discutir com esse tipo de perfil bitolado político que passou a achar que é detentor de uma certa "sabedoria" porque as "manadas" perderam a modéstia e enchem a "bola" desses caras, seguindo "gurus de internet", e de acharem que por gritar mais alto isso é suficiente pra terem algum tipo de "razão".

Independente destes fatos que mencionei acima, farei o post (ou posts), pois como os trechos são longos, acho que será melhor dividir os posts por historiadores (os de destaque) e trechos de seus livros mostrando o que descrevem ou pensam sobre o nazismo e dele ser de extrema-direita. Alguns desses livros foram lançados no país, mas, infelizmente, a "turba do urro" prefere ler ou ouvir astrólogos (gurus) e seus congêneres dizendo besteira na internet. Aqui vocês ficarão com o que historiadores de peso do nazismo pensam sobre a natureza do movimento e regime, a quem se interessar por "fantasias" e "devaneios" sobre segunda guerra, acho que há pilhas de site dessa natureza pela web pra vocês extravasarem essas touperices por lá, poupe-nos disso aqui.

Em um país normal eu acho que coisas como essa (o assunto do post) seriam encaradas como algo marginal (à margem) ou algo "excêntrico", uma vez que a imprensa de fora sempre cita grupos neonazis e neofascistas como extrema-direita e existe um entendimento melhor desses grupos, mas eu não estou em um país normal então não posso me dar ao luxo de ignorar o problema.


Saiu no país a trilogia sobre nazismo ou Terceiro Reich, do Richard J. Evans, e só no primeiro volume há várias passagens que mostra a posição ideológica do nazismo. Estou dizendo isso pois não dá pra copiar um livro inteiro e ainda tem mais dois volumes. Então, sem mais delongas, seguem alguns trechos do livro, primeiro volume.

Quem é Richard J. Evans, um dos mais prestigiados historiadores sobre nazismo da atualidade: professor régio de História na Universidade de Cambridge e presidente da Wolfson College, Cambridge.

Richard J. Evans - A Chegada do Terceiro Reich Vol. 1
___________________________________________________

pág. 17
A despeito de todas as impropriedades, a tentativa de entendimento de Meinecke levantou uma série de questões-chave que, conforme ele previu, continuaram a ocupar as pessoas desde então. Como uma nação avançada e altamente culta como a Alemanha pôde ceder à força brutal do nacional-socialismo tão rápida e facilmente? Por que houve tão pouca resistência séria à tomada nazista? Como pôde um partido insignificante da direita radical ascender ao poder com subitaneidade tão dramática? Por que tantos alemães fracassaram em perceber as consequências potencialmente desastrosas de ignorar a natureza violenta, racista e assassina do movimento nazista?18

As respostas para essas questões variaram amplamente ao longo do tempo, entre historiadores e comentaristas de diferentes nacionalidades, e de uma posição política para outra.19 O nazismo foi apenas uma de uma série de ditaduras violentas e implacáveis estabelecidas na Europa na primeira metade do século XX, uma tendência tão disseminada que um historiador referiu-se à Europa dessa era como um “Continente Sombrio”.20 Isso, por sua vez, levanta questões sobre até que ponto o nazismo estava enraizado na história alemã, e até que ponto, por outro lado, foi produto do desenrolar de acontecimentos europeus mais amplos, e a extensão em que compartilhava características centrais de origem e domínio com outros regimes europeus da época. Tais considerações comparativas sugerem ser
pág. 165
Nessa situação, uma unidade em pânico do Exército Vermelho começou a cometer atos de represália contra os reféns aprisionados em uma escola local, o Ginásio Luitpold. Estes incluíam seis membros da Sociedade Thule, uma seita pangermânica e antissemita fundada perto do fim da guerra. Nomeada em homenagem ao suposto local da pureza “ariana” última, a Islândia (“Thule”), a seita usava o símbolo da suástica “ariana” para denotar suas prioridades raciais. Com raízes na “Ordem Germânica” pré-guerra, outra organização conspiratória de extrema direita, era dirigida pelo pretenso barão von Sebottendorf, que na realidade era um falsificador condenado, conhecido pela polícia como Adam Glauer.

A sociedade incluía pessoas que viriam a ser proeminentes no Terceiro Reich.8 Sabia-se que Arco-Valley, o assassino de Kurt Eisner, havia tentado tornar-se membro da Sociedade Thule. Em um ato de vingança e desespero, os soldados do Exército Vermelho enfileiraram dez reféns, colocaram-nos diante de um pelotão de fuzilamento e os abateram. Entre os executados estavam o príncipe de Thurn e Taxis, a jovem condessa von Westarp e mais dois aristocratas, bem como um professor idoso que havia sido preso por fazer um comentário desfavorável sobre um cartaz revolucionário. Cinco prisioneiros capturados das Brigadas Livres invasoras completaram o grupo.
pág. 173
Os cursos que Hitler frequentou destinavam-se a arrancar quaisquer sentimentos socialistas remanescentes nas tropas regulares da Bavária e doutriná-las com as crenças da extrema direita. Entre os palestrantes estavam Karl Alexander von Müller, professor conservador de história de Munique, e Gottfried Feder, economista teórico pangermânico, que colocou um verniz antissemita na economia ao acusar os judeus de destruir o meio de vida de esforçados trabalhadores “arianos” usando o capital de forma improdutiva. Hitler assimilou as ideias desses homens tão prontamente que foi selecionado por seus superiores e enviado como instrutor em um curso semelhante em agosto de 1919. Ali, descobriu pela primeira vez o talento para falar a um grande público.

Os comentários daqueles que assistiram às suas palestras referiram-se de forma admirada à sua paixão e comprometimento e à sua capacidade de se comunicar com homens simples, comuns. Também foi notada a veemência de seu antissemitismo. Em uma carta escrita em 16 de setembro, Hitler expôs suas crenças sobre os judeus. Em uma metáfora biológica do tipo a que iria recorrer em muitos discursos e textos subsequentes, escreveu que os judeus provocavam “a tuberculose racial dos povos”. Rejeitou o “antissemitismo com base puramente emocional” que levou aos pogroms em favor de um “antissemitismo da razão”, que devia almejar “o combate e a remoção legislativos planejados dos privilégios dos judeus”. “A meta final e inabalável deve ser a remoção dos judeus por completo.”23
pág. 178
No final de 1920, a ênfase inicial de Hitler no ataque ao capitalismo judaico havia se modificado para ter como alvo o “marxismo” ou, em outras palavras, social-democracia e também bolchevismo. As crueldades da guerra civil e o “terror vermelho” de Lênin na Rússia estavam causando impacto, e Hitler pôde usá-los para garantir ênfase às visões comuns da extrema direita sobre a suposta inspiração judaica por trás dos levantes revolucionários de 1918-19 em Munique. Entretanto, o nazismo também teria sido possível sem a ameaça comunista: o antibolchevismo de Hitler era produto de seu antissemitismo, e não o contrário.33 Seus principais alvos políticos permaneceram os social-democratas e o espectro mais vago do “capitalismo judaico”.

Tomando emprestados os argumentos do repertório antissemita de antes da guerra, Hitler declarou em numerosos discursos que os judeus eram uma raça de parasitas que só podiam viver subvertendo outros povos, sobretudo a mais superior e melhor de todas as raças, a ariana. Assim sendo, eles dividiam e jogavam a raça ariana contra si mesma, por um lado organizando a exploração capitalista e por outro liderando a luta contra isso.34 Os judeus, disse ele em um discurso proferido a 6 de abril de 1920, deveriam “ser exterminados”; a 7 de agosto do mesmo ano, falou para a plateia que não deveria acreditar que “se possa lutar contra uma doença sem matar a causa, sem aniquilar o bacilo, nem pensar que se pode lutar contra uma tuberculose racial sem cuidar para que as pessoas fiquem livres da causa da tuberculose racial”. Aniquilação significava a remoção violenta dos judeus da Alemanha por quaisquer meios. A “solução para a questão judaica”, disse ele a seus ouvintes em abril de 1921, só poderia ser resolvida pela “força bruta”. “Sabemos”, disse Hitler em janeiro de 1923, “que, se eles chegarem ao poder, nossas cabeças vão rolar pelo chão; mas também sabemos que, quando pusermos nossas mãos no poder: ‘Que Deus então tenha piedade de vocês!’.”35
pág. 182
Àquela altura, esses homens e muitos mais como eles haviam se filiado ao Partido Nazista; o movimento novato tinha um programa oficial, composto por Hitler e Drexler com uma mãozinha do “economista racial” Gottfried Feder, e aprovado em 24 de fevereiro de 1920. Seus 25 pontos incluíam a exigência da “união de todos os alemães em uma Alemanha Maior”, a revogação dos tratados de paz de 1919, “terra e território (colônias) para alimentar nosso povo”, a prevenção de “imigração não germânica” e pena de morte para “criminosos comuns, agiotas, especuladores, etc.”. Os judeus deveriam ter os direitos civis negados e ser registrados como estrangeiros, e proibidos de possuir ou escrever em jornais alemães. Uma nota pseudossocialista era dada pela exigência da abolição de rendas indevidas, confisco de lucros de guerra, nacionalização dos cartéis empresariais e introdução da participação nos lucros. O programa concluía com a exigência da “criação de um poder estatal central forte para o Reich e a substituição efetiva dos parlamentos dos estados federados por corporações baseadas em estado e ocupação”.42 Era um documento de extrema direita típico da época. Na prática, não significava muita coisa, e, como o programa de Erfurt dos social-democratas de 1891, era com frequência desviado ou ignorado na luta política cotidiana, embora logo fosse declarado “inalterável”, para evitar que se tornasse um foco de dissensão interna.43
págs. 188-189
O nazismo inicial, portanto, assim como a miríade de movimentos rivais da extrema direita nos anos imediatos do pós-guerra, inseria-se firmemente nesse contexto mais amplo do surgimento do fascismo europeu. Por um longo tempo, Hitler fitou Mussolini com admiração, como um exemplo a seguir. A “marcha sobre Roma” galvanizou os movimentos fascistas nascentes da Europa, assim como a marcha sobre Roma de Garibaldi e a subsequente unificação da Itália haviam galvanizado os movimentos nacionalistas da Europa cerca de sessenta anos antes. A maré da história parecia mover-se na direção de Hitler; os dias de democracia estavam contados. À medida que a situação na Alemanha começou a se deteriorar com rapidez crescente ao longo de 1922 e 1923, Hitler começou a pensar que poderia fazer na Alemanha o mesmo que Mussolini havia feito na Itália. Quando o governo alemão não cumpriu os pagamentos de reparação e tropas francesas ocuparam o Ruhr, os nacionalistas da Alemanha explodiram de raiva e humilhação. A perda de legitimidade da república foi incalculável; o governo tinha que ser visto fazendo algo para se opor à ocupação. Uma campanha disseminada de desobediência civil, encorajada pelo governo alemão, levou a represálias adicionais por parte dos franceses, com detenções, prisões e expulsões. Entre muitos exemplos de repressão francesa, os nacionalistas lembravam como um veterano de guerra e ferroviário foi posto na rua e deportado com a família por proferir um discurso pró-alemão em um memorial de guerra; outro homem, um professor, sofreu a mesma sina após fazer seus alunos darem as costas quando tropas francesas passaram marchando.57

Gangues de estudantes raspavam a cabeça de mulheres que se acreditava que estivessem “vergonhosamente mantendo relações com os franceses”, ao passo que outros, de forma menos dramática, demonstravam seu patriotismo caminhando quilômetros até a escola em vez de viajar no trem operado pelos franceses. Alguns poucos trabalhadores tentaram de modo ativo sabotar a ocupação; um deles, Albert Leo Schlageter, um ex-soldado das Brigadas Livres, foi executado por suas atividades, e a direita nacionalista, guiada pelos nazistas, rapidamente agarrou o incidente como exemplo da brutalidade dos franceses e da fraqueza do governo de Berlim, transformando Schlageter em mártir nacionalista muito propagandeado nesse processo. A indústria foi paralisada, exacerbando ainda mais os já calamitosos problemas financeiros do país.58

Os nacionalistas tinham uma potente arma de propaganda na presença de tropas francesas coloniais negras entre as forças de ocupação. O racismo era endêmico em todas as sociedades europeias nos anos entreguerras, como também o era nos Estados Unidos e em outras partes do mundo. De modo geral, os europeus supunham que pessoas de pele escura eram seres humanos inferiores, selvagens a quem o homem branco tinha a missão de domar. 59 O uso de tropas coloniais por britânicos e franceses durante a Primeira Guerra Mundial havia estimulado um certo volume de comentários desfavoráveis na Alemanha; mas foi a presença delas no território alemão em si, primeiro na parte ocupada da Renânia, e a seguir em 1923, durante a breve marcha francesa para o Ruhr, que realmente abriu as comportas para uma vívida propaganda racista. Muitos alemães que viviam na Renânia e no Sarre sentiram-se humilhados, conforme um deles mais tarde explicou, por “siameses, senegaleses e árabes se terem feito de donos de nossa terra natal”.60 Dentro em pouco, os cartunistas estavam atiçando emoções racistas e nacionalistas ao produzir desenhos grosseiros, semipornográficos, de soldados negros bestiais levando embora mulheres alemãs brancas e inocentes para um destino pior que a morte. Na direita, isso tornou-se um potente símbolo da humilhação nacional da Alemanha durante os anos de Weimar, e o mito do estupro em massa de mulheres alemãs por tropas coloniais francesas tornou-se tão poderoso que as poucas centenas de crianças de raça mista que se encontravam na Alemanha no início da década de 1930 eram quase universalmente consideradas fruto de tais incidentes. Na verdade, a esmagadora maioria delas na verdade parecia resultar de uniões consensuais, frequentemente entre colonizadores alemães e nativos africanos das colônias alemãs antes ou durante a guerra.61
pág. 408
Um golpe militar, como muitos temiam, poderia ter levado à resistência violenta dos nazistas, bem como dos comunistas. Restaurar a ordem teria causado um tremendo banho de sangue, levando talvez à guerra civil. O Exército estava tão ansioso quanto os nazistas para evitar isso. Ambos os lados sabiam que suas perspectivas de sucesso se tentassem agarrar o poder sozinhos eram dúbias, para dizer o mínimo. A lógica da cooperação era, portanto, virtualmente inevitável; a única questão era qual forma essa cooperação assumiria. Por toda a Europa, elites conservadoras, exércitos e movimentos de massa radicais fascistas ou populistas encaravam o mesmo dilema. Eles o resolveram de várias maneiras, dando vantagem para a força militar em alguns países, como Espanha, e para movimentos fascistas em outros, como Itália. Em muitos países, as democracias foram substituídas por ditaduras nas décadas de 1920 e 1930. O que aconteceu na Alemanha em 1933 não parece tão excepcional à luz do que já havia acontecido em países como Itália, Polônia, Letônia, Estônia, Lituânia, Hungria, Romênia, Bulgária, Portugal, Iugoslávia ou, na verdade de forma bastante diferente, na União Soviética. A democracia em breve também seria destruída em outros países, como Áustria e Espanha.

Em tais países, violência política, tumultos e assassinatos haviam sido comuns em vários períodos desde o fim da Primeira Guerra Mundial; na Áustria, por exemplo, graves distúrbios em Viena haviam culminado no incêndio do Palácio da Justiça em 1927; na Iugoslávia, esquadrões da morte macedônios causavam devastação no mundo político; na Polônia, uma grande guerra com a União Soviética que nascia havia mutilado o sistema político e a economia e aberto caminho para a ditadura militar do general Pilsudski. Por toda parte, a direita autoritária também compartilhava da maioria das – se não de todas – crenças antissemitas e teorias conspiratórias que animavam os nazistas. O governo húngaro do marechal Miklós Horthy pouco devia à extrema direita alemã no ódio aos judeus, alimentado pela experiência do breve regime revolucionário liderado pelo judeu comunista Béla Kun em 1919. O regime militar polonês da década de 1930 viria a impor severas restrições à grande população judaica do país. Vistos no contexto da época, nem a violência política da década de 1920 e início da década de 1930, nem o colapso da democracia parlamentar, nem a destruição das liberdades civis teriam parecido particularmente incomuns a um observador desapaixonado. Tampouco tudo que aconteceu na sequência da história do Terceiro Reich tornou-se inevitável pela nomeação de Hitler como chanceler. Oportunidade e acaso viriam a desempenhar sua parte nisso também, como haviam desempenhado antes.121

Fonte: http://holocausto-doc.blogspot.com/2016/10/nazismo-de-esquerda-o-que-os-historiadores-nos-dizem-sobre-nazismo-ser-de-extrema-direita-parte-01.html

Resumo: Nazismo era de extrema direita e não há dúvida sobre isso entre os seus estudiosos. Fim

Obs: Cita inclusive o apoio das elites conservadoras no movimento “anti-conservador” 🤪💩




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Re: Analisando a doença mental dos que dizem que "Nazismo é desquerda"

em Sex 04 Jan 2019, 13:05
Nazismo começou na extrema direita e terminou como uma 3ª via, bem diferente do que atualmente se propaga, essa polarização tola. Não é a toa que foi um movimento diferente de tudo o que já se viu na história.


Spoiler:



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Re: Analisando a doença mental dos que dizem que "Nazismo é desquerda"

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