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Uchiha Wolf
Jounin
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O dia que o povo disse não para a ideologia de genero

em Qua 11 Out 2017, 09:17
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/leandro-narloch/2017/10/1926189-e-claro-que-existem-brinquedos-de-meninos-ou-de-meninas.shtml


O povão mostrou esta semana conhecer mais a natureza humana que intelectuais ou editores do "Fantástico".

A última edição do programa mostrou uma escola sem distinção entre brinquedos para meninos ou meninas. (Não tenho notícia de escolas que fazem essa distinção, mas ok.) Uma das entrevistadas, diretora de um documentário, considerou nefasto elogiar meninas com o termo "princesa", pois ele reforçaria a ideia de que boas mulheres são delicadas, loiras e de olhos azuis.

Outra, uma estudiosa de relações de gênero, acredita que brinquedos diferentes para meninos e meninas são prejudiciais porque criam adultas incapazes de conquistar cargos mais altos no trabalho. No Facebook e no Twitter, o público duvidou dessas afirmações.

Na mesma linha, o sabão em pó Omo lançou esta semana um "comunicado urgente" convocando pais e mães "a fazerem recall de todas as brincadeiras que reforcem clichês sobre gênero". Teve, até ontem, 130 mil reações negativas, 12 mil positivas.

Há nisso tudo uma obviedade e uma maluquice. É claro que o sujeito não será o melhor pai do mundo se surrar o filho depois de vê-lo brincar com bonecas ou censurar a garota que se diverte com carrinhos. Mas é loucura acreditar que crianças são uma tabula rasa, uma massa totalmente moldável por palavras, imagens e brinquedos, enfim, pela cultura.

O ser humano nasce como um livro cujos capítulos foram parcialmente escritos. A natureza escreveu uma parte, o ambiente se encarrega do resto. Alguns capítulos vieram mais preenchidos que outros. Não há educação ou patrulha ideológica que consiga mudar certas inscrições da natureza.

Qualquer avó sabe que existem brincadeiras de meninos e brincadeiras de meninas. Eles, em geral, preferem armas; elas, bonecas. Meninos têm fascínio por competições e jogos que envolvem violência; meninas preferem simular a maternidade. Como acontece com outros primatas e diversas espécies de mamíferos, filhotes machos brincam de brigar com mais frequência que as fêmeas.

É engraçado ver pais cegados pela fantasia de gênero perceberem essa obviedade. Mês passado, foi a vez da atriz Taís Araújo cair na real.

"Tenho uma filha de 2 anos e oito meses que ama rosa, enlouquece com princesas, brinca de mãe e filho o dia todo e chora quando entra numa loja de brinquedos querendo ferro e tábua de passar! Socorro!", disse ela no Instagram.

Há histórias ainda mais contundentes. Em "Tabula Rasa", Steven Pinker cita o caso de 21 meninos que, por um defeito congênito, nasceram sem o pênis. Foram tratados e vestidos como meninas –alguns até receberam uma vagina artificial. Apesar dessa influência do ambiente, todos –todos eles se consideraram homens anos depois.

Isso não significa que é errado contrariar tendências naturais. Significa apenas que a influência dos pais e do ambiente é limitada. A natureza não define o que é certo ou errado, mas explica um bocado de comportamentos.

Enquanto intelectuais e editores do "Fantástico" se iludem com a ideia de que é possível moldar os filhos conforme a ideologia da moda, o povão prefere se apegar à realidade. Funciona, assim, como uma âncora de sensatez diante de tantas esquisitices intelectuais.
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Kyo
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Re: O dia que o povo disse não para a ideologia de genero

em Qua 11 Out 2017, 11:42
O dia que o povo disse sim ao Daniel Hidan!



Dante10 escreveu:Embasamento científico é o carambolas, quem salva as pessoas do suicídio é a Igreja católica/protestante, e não a ciência. Pelo contrário a ciência e o niilismo que criou essa falta de sentido e vontade de viver. Mas tudo bem, pode ficar aí nas suas ONGS tentando salvar os suicidas, os drogados ou qualquer mal; Mas quem salva sempre foi a igreja (salvo exceções) e quem leva as pessoas ao suicídio é o niilismo e o que os leva as drogas são as teorias liberais dos antigos livre-pensadores agnósticos.
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Dante10
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Re: O dia que o povo disse não para a ideologia de genero

em Qui 12 Out 2017, 14:42
O povo é conservador e a mídia é liberal, pau no rabo da mídia.


Prêmios :
Em construção...

Gangster:


Chesterton escreveu: E fácil ser louco; é fácil ser herege. E sempre fácil deixar que cada época tenha a sua cabeça; o difícil é não perder a
própria cabeça. E sempre fácil ser um modernista; assim como é fácil ser um snob. Cair em qualquer uma das ciladas explícitas de
erro e exagero que um modismo depois de outro e uma seita depois de outra espalharam ao longo da trilha histórica do cristianismo —
isso teria sido de fato simples.
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Re: O dia que o povo disse não para a ideologia de genero

em Sab 14 Out 2017, 17:54
O dia em que o povo disse não para algo que não existe. Deja Vu.
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Salsicha
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Re: O dia que o povo disse não para a ideologia de genero

em Sab 14 Out 2017, 20:36
Idaí?

Uma coisa óbvia para se constatar o óbvio?
Que é óbvio que
1º As pessoas são estúpidas.
2º Ideologia de gênero foi criada por pessoas ignorantes.
3º Que ela foi criada como desculpa para problemas pessoais de relacionamento ou que não querem encarar a verdade dos fatos.
4º Que isso é usado puramente com fins mercadológicos, inventando-se problemas que não existem para venderem soluções para problemas que não existem.
5º As pessoas pagam por isso porque tem problemas de relacionamento e acreditam que essa seja a solução, porque são estúpidas e não querem encarar os fatos.
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